<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429</id><updated>2009-10-13T09:07:38.721-07:00</updated><title type='text'>ADOTE UMA ÀRVORE</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-1326076854659161705</id><published>2009-04-28T06:45:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T06:45:18.869-07:00</updated><title type='text'>Créditos Voip - “Fácil, Prático e Rapido”</title><content type='html'>&lt;a href="http://voipcreditos.blogspot.com/"&gt;Créditos Voip - “Fácil, Prático e Rapido”&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-1326076854659161705?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://voipcreditos.blogspot.com/' title='Créditos Voip - “Fácil, Prático e Rapido”'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/1326076854659161705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=1326076854659161705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1326076854659161705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1326076854659161705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2009/04/creditos-voip-facil-pratico-e-rapido.html' title='Créditos Voip - “Fácil, Prático e Rapido”'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-6333855555000798240</id><published>2009-04-11T11:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-11T11:12:33.329-07:00</updated><title type='text'>esPetoinox.com</title><content type='html'>&lt;a href="http://espetoinox.blogspot.com/"&gt;esPetoinox.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-6333855555000798240?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://espetoinox.blogspot.com/' title='esPetoinox.com'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/6333855555000798240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=6333855555000798240' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/6333855555000798240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/6333855555000798240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2009/04/espetoinoxcom.html' title='esPetoinox.com'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-498954639149708718</id><published>2008-02-02T09:11:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T16:27:10.758-08:00</updated><title type='text'>Aracaju possui um déficit de 20 mil árvores.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;"Goiânia tem 94 m² de área verde por habitante um recorde nacional"&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6UHdCGImJI/AAAAAAAAAoI/KpBb45IM45s/s1600-h/goinia.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6UHdCGImJI/AAAAAAAAAoI/KpBb45IM45s/s320/goinia.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162540743210342546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique na foto para ver em tamanho real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;A estimativa é da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) que calcula que a capital sergipana possui cerca de 40 mil unidades quando o mínimo seria 60 mil. Os cálculos são baseados na taxa ideal recomendada pela Organização Mundial de Saúde, que indica que uma cidade pode ser considerada arborizada quando sua média é de 12 metros quadrados de área verde por habitante. Gilson Ramos, diretor de controle operacional da Emsurb acrescenta que para atingir o ideal "é preciso aumentar 50 % de arvores per capita da cidade". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com objetivo de expandir a área arborizada em Aracaju, a prefeitura está executando um projeto para serem plantadas 20 mil árvores nativas de porte médio em praças e canteiros da cidade, nos próximos dois anos. O projeto que está estimado em R$ 3 milhões, de acordo com o prefeito Edvaldo Nogueira, tem a intenção de propiciar para os aracajuanos qualidade vida e conservação do Meio Ambiente. "O projeto de arborização que será implementado pela Prefeitura tem dois objetivos: o primeiro é melhorar a qualidade de vida da população de Aracaju, tornando a cidade mais bonita e agradável; o segundo é melhorar o meio ambiente, ajudando, a médio e longo prazo, a frear o aquecimento global e a destruição da camada de ozônio", destaca, ressaltando que a preocupação ambiental é uma questão de preservação da vida na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do déficit na vegetação, Gilson Ramos destaca que as árvores presentes na paisagem da cidade não são todas nativas. "Algumas espécies foram introduzidas na região sem nenhum controle ou estudo". O técnico ressalta que o último plantio planejado foi feito há vinte anos e só em 2005, no aniversario da cidade, o plantio foi retomado. "A prefeitura iniciou o trabalho plantando 150 mudas. Foi um ato simbólico. De lá para cá passamos a intensificar este trabalho", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, um dos desafios enfrentados pela administração municipal é a falta de colaboração da própria população. "A cidade cobra mas não cuida. Muitos vândalos destroem as mudas ou roubam. Para contribuir com este projeto, a gente espera que a população colabore e denuncie".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zonas mais áridas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem caminha pelo Parque da cidade, em um dia ensolarado, percebe que, além de o lugar ser sombreado, sua temperatura é mais baixa do que a das proximidades. A mesma sensação de frescor pode ser notada quando, em um dia de sol, uma pessoa sai da desarborizada avenida Acrisio Cruz e entra no Parque da sementeira. O exemplo dado é explicado por Gilson Ramos. "O bairro Jardins é o mais árido bairro de Aracaju", afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramos explica que com a valorização imobiliária da região, os espaços para área verde foram ficando cada vez mais escassos. "Hoje, aquele é um local onde praticamente não possui área verde", constata Ramos. A constatação foi decisiva para que a Prefeitura plantasse 2.500 árvores no Parque da Sementeira. "O projeto do Parque da Sementeira surgiu para suprir esta carência". De acordo com Ramos, por outro lado, o Parque da cidade é o pulmão da cidade. "Aquela é sem dúvida a área que abriga a maior concentração de arvores e vegetações variadas da cidade", afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benefícios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de contribuir na melhoria da climatização (com alterações de até 4°C), um local rico em vegetação proporciona outras importantes vantagens: a infiltração de águas pluviais e a constante renovação e purificação do ar. Isso, sem contar com a redução da poluição sonora e o aumento da durabilidade do asfalto, reduzindo a manutenção em 15%, por não ficarem diretamente expostos ao sol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro ambiental José Antônio França, vai além e diz, ainda, que a população de cidades arborizadas é mais tranqüila e de bem com a vida. "Há diversos estudos que comprovam que a cor verde é relaxante, tanto que o índice de violência em locais mais arborizados é menor." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o projeto de arborização de Aracaju, durante décadas, não foi adequado. Basta ver que, grande parte das árvores da cidade são ingazeiros, uma espécie que causa sérios problemas nas calçadas, fiações e tubulações. Por isso, e por muitas pessoas desconhecerem as vantagens que os vegetais proporcionam ao meio ambiente, em Aracaju as plantas ficaram estigmatizadas como destruidoras de calçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gilson Ramos, apesar de muita gente ainda não ver as árvores com bons olhos, as pessoas estão mais conscientes e adeptas ao uso das plantas no paisagismo urbano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O problema é que muitos querem fazer as coisas por conta própria. Quando uma pessoa deseja plantar, remover ou substituir uma árvore em sua calçada, é aconselhável que a Emsurb seja comunicada. "Temos especialistas para saber qual a melhor espécie para cada caso. Além disso, sempre que uma árvore for retirada de um local, outra será reposta ao lado, ou em um lugar da cidade que necessite de arborização. Agora, se uma árvore for removida sem que a Prefeitura tenha conhecimento, infelizmente ela não será reposta", salienta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de se plantar um vegetal, as condições do local devem ser estudadas para saber qual é a espécie mais apropriada. "Uma árvore como o ingazeiro e o chapéu-de-sol, altas e de copas fartas, não devem ser plantadas em uma calçada estreita, mas se adequariam muito bem em uma praça com bastante espaço para expandirem suas raízes", exemplifica Rodrigues Correa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz, ainda, que uma das favoritas das pessoas é o fícus, conhecida pelas possibilidades de poda da copa. "Acham bonito ter uma árvore com o topo redondo, mas o fícus cresce muito e precisa de espaço para espalhar a raiz. E, conforme a planta se desenvolve, isso poderá virar um grande problema", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivador de vendas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verde vende. Tanto que os novos lançamentos imobiliários de Aracaju apelam em suas publicidades para idéia de que o comprador viverá próximo à natureza. Basta reparar. Esta tendência vem da capital, onde os novos condomínios apresentam grandes áreas verdes para o lazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As pessoas precisam estar em contato com a natureza. Por isso, em Aracaju, vemos cada vez mais propagandas de conjuntos residenciais com áreas verdes. Por um lado isso é bom, pois educa e conscientiza a sociedade quanto à importância de se viver mais próximo à natureza. Porém, os novos empreendimentos da cidade não têm tanto espaço para desenvolver grandes áreas verdes", salienta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zonas de plantio planejado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avenida Heráclito Rollemberg está recebendo novas mudas em seu canteiro central, ampliando a arborização já existente no local. O plantio está sendo executado pela Prefeitura de Aracaju, por meio a da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), dentro do projeto integrado de construção da ciclovia que liga o São Conrado à avenida Tancredo Neves, no Distrito Industrial de Aracaju. Na primeira etapa do plantio, foram plantadas 90 árvores da espécie Caraibeiras. Na segunda fase, foram plantadas outras 40 mudas de coqueiros, juntando-se às já existentes. De acordo com o gerente de Áreas Verdes da Emsurb, Francisco Ney Maia, as árvores caraibeiras que foram plantadas inicialmente ficaram com uma distância considerável entre uma e outra para que fosse permitida a introdução de outras mudas para compor o projeto paisagístico. "A distância entre uma árvore e outra nos possibilitou realizar o segundo plantio com coqueiros para deixar o canteiro mais arborizado. Nosso intuito foi o de interagir com o projeto de ciclovias que a SMTT está concluindo na Heráclito Rollemberg. Na verdade, o projeto é integrado, fruto de uma preocupação da administração municipal em executar obras com seus respectivos complementos", relata. Segundo, a escolha da espécie da muda na segunda etapa do plantio se deu por se tratar de uma avenida onde já existia o paisagismo utilizando coqueiros. "Como havia outros pés de coqueiros, idealizamos um projeto paisagístico que complementasse o já existente", declara. Após executada a arborização na avenida Heráclito Rollemberg, a equipe de Áreas Verdes da Emsurb segue a avenida Tancredo Neves. "Como a ciclovia que percorre a Heráclito Rollemberg continua na avenida Tancredo Neves, a equipe da Emsurb seguirá com o projeto paisagístico para que a toda a ciclovia seja arborizada", explica Francisco Ney&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;www.jornaldacidade.net/noticia.php?id=83517&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-498954639149708718?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/498954639149708718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=498954639149708718' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/498954639149708718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/498954639149708718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/02/aracaju-possui-um-dficit-de-20-mil.html' title='Aracaju possui um déficit de 20 mil árvores.'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6UHdCGImJI/AAAAAAAAAoI/KpBb45IM45s/s72-c/goinia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-8493350388299478381</id><published>2008-02-02T07:26:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T16:22:07.613-08:00</updated><title type='text'>Aroeira</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6SMByGIl9I/AAAAAAAAAmY/1QqR2F45c7I/s1600-h/aroeira.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6SMByGIl9I/AAAAAAAAAmY/1QqR2F45c7I/s320/aroeira.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162405035128690642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Aroeira Família Anacardiaceae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nomes Populares &lt;br /&gt;Urundeúva, aroeira, aroeira-do-sertão(C), &lt;br /&gt;aroeira-do-campo, aroeira-da-serra, urindeúva,&lt;br /&gt;arindeúva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinonímia Botânica &lt;br /&gt;Astronium juglandifolium Griseb., &lt;br /&gt;Astronium urundeuva (Fr. All.) Engl. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características Morfológicas &lt;br /&gt;Altura de seis a catorze metros no cerrado e caatinga e &lt;br /&gt;até vinte a vinte e cinco metros em solos mais férteis &lt;br /&gt;da floresta latifoliada semidecídua, com tronco de cincoenta &lt;br /&gt;a oitenta centímetros de diâmetro. . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorrência &lt;br /&gt;Ocorre desde o Ceará até o estado do Paraná e &lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul. É mais frequente no nordeste do país, &lt;br /&gt;oeste dos estados da Bahia, Minas Gerais, &lt;br /&gt;São Paulo e sul dos estados de Mato Grosso do Sul, &lt;br /&gt;Mato Grosso e Goiás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madeira &lt;br /&gt;Madeira muito pesada (densidade 1,19 g/cm3), &lt;br /&gt;de grande resistência mecânica e praticamente imputrescível; &lt;br /&gt;alburno diferenciado do cerne e facilmente decomposto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenologia &lt;br /&gt;Floresce durante os meses de junho a julho, geralmente &lt;br /&gt;com a planta totalmente despida de sua folhagem. A maturação &lt;br /&gt;completa dos frutos inicia-se no final do mês de setembro, &lt;br /&gt;prolongando-se até outubro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilidade &lt;br /&gt;A madeira é excelente para obras externas, como postes, &lt;br /&gt;moirões, esteios, estacas, dormentes, vigas e armações &lt;br /&gt;de pontes, moendas de engenho, na construção civil, &lt;br /&gt;como caibros, vigas, tacos para assoalhos, ripas, para peças torneadas, etc.&lt;br /&gt;A árvore, pela beleza de sua copa aproximadamente piramidal &lt;br /&gt;e, por outras qualidades ornamentais, é indicada para &lt;br /&gt;arborização em geral. Seu único incoveniente &lt;br /&gt;é a perda das folhas durante o inverno e o fato de provocar &lt;br /&gt;reações alérgicas a certas pessoas sensíveis &lt;br /&gt;que entrem em contato.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;www.clubedasemente.org.br/aroeira.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-8493350388299478381?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/8493350388299478381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=8493350388299478381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8493350388299478381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8493350388299478381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/02/aroeira.html' title='Aroeira'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6SMByGIl9I/AAAAAAAAAmY/1QqR2F45c7I/s72-c/aroeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-7468771383984872960</id><published>2008-02-02T05:45:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T16:28:07.430-08:00</updated><title type='text'>PALMEIRA IMPERIAL (Roystonea oleracea)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R0kyGIl4I/AAAAAAAAAlw/-oZENYQnr_Q/s1600-h/PALMEIRA+IMPERIAL.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R0kyGIl4I/AAAAAAAAAlw/-oZENYQnr_Q/s320/PALMEIRA+IMPERIAL.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162379248145045378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palmeiras imperiais, de nome científico Roystonea oleracea, viraram símbolo de poder político, econômico e social no Brasil. Conquistaram esse status em 1809, quando o príncipe regente D. João VI as plantou no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Os troncos altos, de até 32 metros de altura, esbranquiçados e de palmitos volumosos, transformaram-se em sinônimo de pujança. Pode soar exótico, mas há cada vez mais brasileiros interessados em plantar no jardim doméstico uma dessas árvores. &lt;br /&gt;Não são as gigantes a perder de vista, mas as de dimensões mais modestas. Há, entre os amantes de um belo jardim, uma tendência: o fascínio pelas palmeiras. É bom negócio, seja nas casas particulares, seja em edifícios comerciais. “Esse foi o meu objetivo quando fui chamado para fazer o paisagismo do Hotel Unique, em São Paulo”, diz o paisagista Gilberto Elkis. “A imponência das 11 imperiais plantadas em frente ao prédio trouxe vida, tornou o lugar mais bonito e sobretudo valorizou o endereço.” &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GILBERTO ELKIS “As árvores enriqueceram a fachada do Hotel Unique, em São Paulo” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALMEIRA IMPERIAL (Roystonea oleracea) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tronco de 1 metro R$ 400&lt;br /&gt;Tronco de 12 metros R$ 10 mil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um mercado regido por metros – compra-se “o metro de tronco”. Os preços variam de acordo com outras características, como a origem e a qualidade das plantas, mas o sistema métrico ajuda a ditar os cifrões. A Dypsis, uma das mais procuradas, começa em R$ 1 mil o metro e, na média, dobra de preço cada vez que cresce outros 60 centímetros. Compra-se, normalmente, espécies que variam de 1 metro a 3 metros – e não mais do que isso, porque os valores vão à lua. Uma palmeira imperial centenária, com 30 metros, é vendida a pelo menos R$ 20 mil – isso sem levarem conta o custo do transporte e plantio. Na outra ponta, apostar em mudas é uma decisão apenas romântica, porque exige décadas a fio de espera pelo crescimento da planta. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  MARCELO FAISAL&lt;br /&gt;Em uma década, o paisagismo brasileiro explodiu” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALMEIRA PHOENIX (Phoenix roebelinii) &lt;br /&gt;Tronco de 1 metro R$ 400&lt;br /&gt;Tronco de 3 metros R$ 1,2 mil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é atividade para amadores. A consulta a especialistas é fundamental. Eles têm alguns conselhos muito claros na compra das árvores dessa família, que há apenas cinco anos começaram a ser apreciadas no chamado paisagismo estético. Com força, tomaram o lugar que antes era dos pinheiros. “A Dypsis está na moda”, diz o engenheiro agrônomo e paisagista Paulo Cesar Cavalcanti, de Vargem Grande, na Grande São Paulo. Marcelo Faisal, renomado especialista em jardins, aponta um outro tipo de palmeira como aposta segura, de bom gosto e mais em conta: são as arecas. Antes eram desprezadas e agora brotam em tapetes verdes. Um tronco de 1 metro custa apenas R$ 15. “São ideais para compor o jardim, preenchendo espaços vazios”, diz Faisal. É o império das palmeiras.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;www.terra.com.br/istoedinheiro/348/seudinheiro/348_imperio_palmeiras.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-7468771383984872960?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/7468771383984872960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=7468771383984872960' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/7468771383984872960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/7468771383984872960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/02/palmeira-imperial-roystonea-oleracea.html' title='PALMEIRA IMPERIAL (Roystonea oleracea)'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R0kyGIl4I/AAAAAAAAAlw/-oZENYQnr_Q/s72-c/PALMEIRA+IMPERIAL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-4798374192820726642</id><published>2008-02-02T05:29:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T05:45:07.317-08:00</updated><title type='text'>Jacarandá da bahia (Dalbergia nigra)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RxTyGIl3I/AAAAAAAAAlo/zpZ0I_GpDTQ/s1600-h/Jacarand%C3%A1+da+bahia+FLORES.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RxTyGIl3I/AAAAAAAAAlo/zpZ0I_GpDTQ/s320/Jacarand%C3%A1+da+bahia+FLORES.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162375657552385906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Árvore com floração discreta e rápida, alguns anos aparece com mais destaque, normalmente em Outubro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RxAyGIl2I/AAAAAAAAAlg/BhJ0ZDTSu04/s1600-h/Jacarand%C3%A1+da+Bahia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RxAyGIl2I/AAAAAAAAAlg/BhJ0ZDTSu04/s320/Jacarand%C3%A1+da+Bahia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162375331134871394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nome Jacarandá da Bahia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;N. Científico Dalbergia nigra&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Família Leguminosae - Papilionoideae&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nomes populares Jacarandá preto, Jacarandá caviúna.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Altura média 15-25 metros&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Folhas Compostas imparipinadas, 11-17 folíolos de  12-15 cm, lisos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Flores Minúsculas, em cacho, claras.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fruto Vagens marrons com uma ou duas sementes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sementes Pequenas, 1 cm, marrons.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outras características&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Árvore de médio a grande porte, é muito comum nas matas desta região leste de MG, porém como foi muito explorada e seu crescimento é lento, só a encontramos em porte pequeno, no máximo médio. Muito procurada pela qualidade de sua madeira, não se destaca nem pelo porte, normalmente com o tronco um pouco retorcido, nem pela floração, que não é vistosa.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;www.arvores.brasil.nom.br/jacar1/index.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-4798374192820726642?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/4798374192820726642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=4798374192820726642' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/4798374192820726642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/4798374192820726642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/02/jacarand-da-bahia-dalbergia-nigra.html' title='Jacarandá da bahia (Dalbergia nigra)'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RxTyGIl3I/AAAAAAAAAlo/zpZ0I_GpDTQ/s72-c/Jacarand%C3%A1+da+bahia+FLORES.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-7880727890530305719</id><published>2008-02-02T05:18:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T16:29:02.990-08:00</updated><title type='text'>Ipê branco</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RvpiGIl1I/AAAAAAAAAlY/Y8c8wtUDrcE/s1600-h/IP%C3%8A+BRANCO++FLOR.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RvpiGIl1I/AAAAAAAAAlY/Y8c8wtUDrcE/s320/IP%C3%8A+BRANCO++FLOR.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162373832191285074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RvSyGIl0I/AAAAAAAAAlQ/vC7DLTyy4XY/s1600-h/IP%C3%8A+BRANCO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RvSyGIl0I/AAAAAAAAAlQ/vC7DLTyy4XY/s320/IP%C3%8A+BRANCO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162373441349261122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nome Ipê branco&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;N. Científico Tabebuia roseo alba&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Família Bignoniaceae&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nomes populares Ipê branco&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Altura média 7 -16 metros&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Folhas Compostas digitadas, 3 foliolos de  12 cm.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Flores Brancas em cacho, muito vistosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fruto Vagem de 18 cm, verde e lisa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sementes Aladas, pequenas (3 cm).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outras características&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É talvez a espécie de Ipê mais vistosa quando em flor.Sua floração é muito breve, apenas dois dias por ano, às vezes se repetindo após um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo ano os ipês brancos florescem com exuberância, pelo menos nesta região (leste de MG). Muitas vezes apresentam floração discreta e quase nenhum fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um tipo de ipê muito bonito, ficando totalmente branco durante um período muito curto, pois sua floração não dura mais do que dois dias, por volta de Agosto. Às vezes repete a floração por volta de Setembro, com menor intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.arvores.brasil.nom.br/ipebr1/index.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-7880727890530305719?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/7880727890530305719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=7880727890530305719' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/7880727890530305719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/7880727890530305719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/02/ip-branco.html' title='Ipê branco'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RvpiGIl1I/AAAAAAAAAlY/Y8c8wtUDrcE/s72-c/IP%C3%8A+BRANCO++FLOR.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-1568733161241948602</id><published>2008-02-02T05:07:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T05:16:48.359-08:00</updated><title type='text'>O Pau-brasil: Um pouco da sua história.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6Rs7SGIlzI/AAAAAAAAAlI/FPJBCjlrwaM/s1600-h/PAU+BRASIL.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6Rs7SGIlzI/AAAAAAAAAlI/FPJBCjlrwaM/s320/PAU+BRASIL.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162370838599079730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O pau-brasil é uma espécie arbórea característica da Mata Atlântica, que ocorre do Rio Grande do Norte a São Paulo. Em muitas das regiões de ocorrência natural ela foi erradicada; na Região Cacaueira da Bahia, sua sobrevivência deve-se, basicamente, ao modelo de agricultura - cacau-cabruca - desenvolvido para estabelecimento da cultura. Ela teve uma participação relevante e ativa na história do país, não só política como econômica, desde a colonização até os primórdios da república.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à intensa comercialização da madeira para a extração de corante vermelho ( brasilina ), a região produtora da Ilha de Vera Cruz ficou conhecida como C osta do Pau-brasil e no ano de 1535, passou a se chamar oficialmente de Brasil. Essa atividade manteve-se economicamente rentável por aproximadamente 350 anos (1850-1870), quando foi progressivamente substituída por corantes sintéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1750, a Caesalpinia echinata (pau-brasil) começou a ser utilizada para a confecção de arcos de violino e a partir do início do séc. XIX, os arcos de violino de músicos profissionais passaram a ser produzidos exclusivamente com a madeira do pau-brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não se conhecer a real forte pressão que a espécie tem estado sujeita ao longo de todos esses anos, é preciso rever o modelo de exploração adotado, pois em muitas de suas áreas de ocorrência natural, ela já foi completamente erradicada. No Sudeste da Bahia, face o sistema agro florestal cacau-cabruca, a espécie mantém os maiores e mais bem distribuídos remanescentes, sugerindo que essa forma de uso do solo compatibiliza agricultura e conservação de recursos naturais. Porém, a crise da monocultura do cacau, está comprometendo em curto prazo, não só o modelo agrícola, como os remanescentes florestais associados, inclusive os de pau-brasil. É necessária a adoção de medidas que reverta o cenário que está se delineando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Objetivo do Programa Pau-brasil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Programa se propõe, num prazo de cinco anos, não só reverter a tendência de degradação que a espécie esta sujeita, como implantar um modelo sustentável de exploração, evitando a erosão genética a qual ela está submetida, garantindo a sua conservação em bases confiáveis, identificando os remanescentes atuais e conscientizando os agricultores quanto ao uso sustentável, mobilizando e envolvendo as comunidades das zonas de ocorrência na luta pela conservação-produtiva da espécie, instigando a implantação de políticas públicas favoráveis à produção sustentável nas diversas instâncias do poder (municipal, estadual e federal), envolvendo de forma favorável os órgãos governamentais e não-governamentais no processo, e, por fim, promovendo um fomento florestal capaz de garantir os estoques nas áreas remanescentes e a re-introdução onde foi erradicado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.arvorenacional.com.br/index.php&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tese revela que pau-brasil é resistente a fungos e cupins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAQUEL DO CARMO SANTOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.), árvore que está na lista do Ibama de espécies ameaçadas de extinção, foi objeto de estudo em tese de doutorado apresentada no Instituto de Biologia da Unicamp (IB). A bióloga Claudia Alves da Silva constatou que a madeira de pau-brasil possui resistência a cupins e fungos que degradam a madeira, conhecidos na literatura científica como xilófagos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo integrou projeto temático&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Claudia, a madeira é tão resistente quanto a do angico-preto, que é muito utilizada principalmente na confecção de dormentes de trens. O trabalho, inédito, poderá subsidiar outros nesse sentido. Segundo Claudia, que foi orientada pela professora Marcia Regina Braga, pesquisadora do Instituto de Botânica de São Paulo, não havia relatos com relação ao grau de resistência do pau-brasil. Mesmo sendo abundante no país até pouco tempo atrás, nenhum trabalho com foco nas características da parede celular da madeira havia sido feito. A tese integra um projeto temático financiado pela Fapesp e desenvolvido, na parte de biodegradação, em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “O objetivo geral foi estudar o pau-brasil desde a semente até a madeira, principalmente para o seu uso sustentável e conservação”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o estudo, Claudia comparou as características bioquímicas da madeira do pau-brasil com a de outras utilizadas comercialmente, entre as quais, o pinus, eucalipto e angico-preto, que já possuem grau de resistência conhecido. O eucalipto e angico-preto são angiospermas de baixa e alta resistência, respectivamente. Já o pinus é uma gimnosperma de baixa resistência e foi utilizada nos ensaios de degradação como controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia alerta, entretanto, que apesar de ficar demonstrado que a madeira de pau-brasil possui semelhanças com a do angico-preto, podendo ser considerada então de alta durabilidade natural, a indicação para outros usos do pau-brasil deve ser limitada, devido ao risco de extinção. Isto porque, desde a antiguidade, a madeira foi muito explorada ilegalmente. De abundante, tornou-se ameaçada de extinção. “Foi grande a sua aplicação como corante, por causa de sua coloração avermelhada”, lembra. Este aspecto causou muita devastação, até a descoberta dos corantes artificiais Atualmente, a madeira de pau-brasil, árvore considerada por muitos como símbolo nacional, é usada na confecção de arcos para instrumentos de corda, em razão de suas propriedades acústicas. Mas, até mesmo para este fim, continua sendo explorada ilegalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Universidade Estadual de Campinas / Assessoria de Imprensa&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-1568733161241948602?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/1568733161241948602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=1568733161241948602' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1568733161241948602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1568733161241948602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/02/o-pau-brasil-um-pouco-da-sua-histria.html' title='O Pau-brasil: Um pouco da sua história.'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6Rs7SGIlzI/AAAAAAAAAlI/FPJBCjlrwaM/s72-c/PAU+BRASIL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-2661672249424858934</id><published>2008-01-30T17:30:00.000-08:00</published><updated>2008-01-30T17:41:18.509-08:00</updated><title type='text'>Moringa - Uma verdadeira benção da natureza</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6EnHSGIltI/AAAAAAAAAkY/n6xJprDCv3w/s1600-h/moringa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6EnHSGIltI/AAAAAAAAAkY/n6xJprDCv3w/s320/moringa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161449654013433554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIGEM &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma árvore originária da Índia. Nasceu em uma região seca como a do sertão do Brasil , onde chove pouco e durante período curto do ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME CIENTÍFICO &lt;br /&gt;É uma planta da família Moringaceae e os cientistas a conhecem como Moringa oleifera, porque ela também produz muito óleo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOMES POPULARES &lt;br /&gt;Em alguns lugares do nordeste é conhecida como Lírio-Branco e Quiabo de Quina, em inglês, é chamada de Drumstick (Baqueta) devido ao formato que lembra o Bastão de bater o tambor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARACTERÍSTICAS &lt;br /&gt;É uma plnata perene (que dura muitos anos, não acaba) que atinge cerca de 10 metros de altura. As flores são perfumadas, de cor branca ou bege, pintadas de amarelo na base. &lt;br /&gt;O fruto é uma espécie de vagem normal, que tem duas faces. &lt;br /&gt;As sementes, sempre em grande número por fruto, têm quase 1 centímetro de diâmetro e, são aladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VALOR NUTRITIVO &lt;br /&gt;O conteúdo de vitamina a nas folhas é de 23 mil ui (unidades internacionais) por 100 gramas de folhas maduras, o maior dentre os vegetais comestíveis. só para se ter uma idéia da importância desse conteúdo, o brócolis possui 5 mil ui e a cenoura 3.700. as folhas da moringa são boa fonte de fósforo, cálcio, ferro e vitamina c contém também cerca de 27% de proteínas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;USO MEDICINAL &lt;br /&gt;Todas as partes da moringa são usadas na medicina popular da ásia, áfrica e américa central, apesar de que ainda poucas das propriedades alardeadas foram comprovadas cientificamente. Sabe-se que as folhas e as sementes possuem propriedades antibacterianas, e que a vitamina a associada a outras vitaminas combate os radicais livres, moléculas derivadas do metabolismo, que prejudicam as células provocando o envelhecimento. Os usos mais citados da moringa são para as doenças da pele, sistema digestivo e doenças nas articulações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;USO ALIMENTÍCIO &lt;br /&gt;Nos continentes Asiático e Africano, a utilização como alimento é bastante antiga. Na América Central também há certa tradição. As receitas são inúmeras. Na Indonésia, por exemplo, consome-se o arroz com sopa ou molho de folhas de moringa. Em Timor, há um prato muito apreciado chamado "makansufa", que significa refeição de flores. As flores de moringa são fritas em óleo de coco e imersas em leite de coco, para serem consumidas com milho ou arroz. Nas Filipinas, folhas novas são transformadas em puré para alimentar crianças. Na Etiópia, as folhas temperadas e cozidas são utilizadas em mistura com batatas e tomates. Os frutos podem ser consumidos em conservas. Em Bombaim, na Índia, há uma fábrica que exporta para países ocidentais enlatados de drumsticks. Em alguns países as folhas servem para alimentação animal. No Brasil, sabe-se há pouquíssimo tempo, que a moringa é comestível. A espécie está sendo vista como alternativa alimentar estratégica. Em algumas escolas de regiões carentes estão usando folhas da moringa na merenda escolar. Segundo &lt;br /&gt;relatos de professores, o rendimento dos alunos melhorou. No instituto de parmacultura da Bahia, em Salvador, tem-se usado a farinha das folhas secas para alimentar crianças em substituição à farinha de mandioca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTROS USOS &lt;br /&gt;A árvore é muito ornamental, florescendo quase o ano todo. Em alguns lugares são usadas como cercado vivo. Das sementes, é feito um óleo que pode servir para fixar fragrâncias florais. Antigamente foi muito usado para lubrificar relógios e cronômetros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLANTIO &lt;br /&gt;É pouco exigente quanto ao solo, porém, não resiste muito a alagamentos prolongados. A produção de mudas pode ser por sementes ou estacas. Plantadas em saquinhos individuais, aos dois meses já podem ir para o campo. Também se reproduz facilmente a partir de galhos de plantas adultas, apresentando-se por este método, um crescimento mais rápido. A planta precisa sobretudo de muito sol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO &lt;br /&gt;A partir de sete meses, a planta pode frutificar timidamente, mas, após dois anos, produz mais de 600 frutos anualmente. em relação às folhas, ela rebrota vigorosamente após as podas feitas constantemente. Em regiões muito secas, perde as folhas nos períodos de estiagem, mas, se for irrigada, mantém a folhagem o ano todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HABITAT &lt;br /&gt;É nativa da índia. hoje em dia, pode ser encontrada em todas as regiões subtropicais do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TÉCNICA DE PURIFICAÇÃO DA ÁGUA &lt;br /&gt;A técnica foi trazida da África em 1994 e está sendo difundida por organizações não governamentais nas regiões brasileiras afligidas pela seca. substitui a utilização da cal e do cimento, usados popularmente para acelerar a decantação da sujeira da água, mas que deixam resíduos químicos tóxicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PROCESSO DE PURIFICAÇÃO &lt;br /&gt;As sementes (de 01 a 03) são descascadas, amassadas com um pilão e misturadas em água limpa, que depois será coada. O líquido resultante, chamado de leite de moringa devido à cor branca, será adicionada à água que se deseja purificar. A dose recomendada é de uma ou duas sementes por litro de água barrenta. Após a mistura, mexe-se com força por 1 minuto e lentamente por mais 5 minutos, e o barro começa a se assentar no fundo do reservatório. Para poder utilizar a água, deve-se separá-la do barro com cuidado para não balançar o reservatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como usar a semente da moringa para purificar a sua água  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Lave bem as mãos, limpando com cuidado as unhas. &lt;br /&gt;(Isso é muito importante para evitar a transmissão de bactérias e doenças). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Separe três sementes de moringa para cada litro d'água que você deseja purificar. &lt;br /&gt;(Para uma lata grande de vinte litros d'água, use sessenta sementes de moringa). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Retire as cascas das sementes, uma por uma, e coloque o miolo em um pilão e amasse todas. &lt;br /&gt;(É importante que o miolo das sementes sejam bem amassadas como se faz com o tempero da comida). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Jogue o conteúdo do pilão na água que você quer purificar e mexa lentamente o líquido durante 5 minutos. &lt;br /&gt;(É nesse instante que a moringa começa a purificar a sua água). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Cubra a lata e espere durante duas horas até que a água fique bem limpa e todo o barro e a sujeira vá para o fundo da lata. &lt;br /&gt;(Você vai ver como toda a sujeira desce para o fundo da lata). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Bem devagar, retire com um caneco, a água limpa que fica em cima e coloque em um pote ou jarra. &lt;br /&gt;(A água está pronta para ser usada na cozinha ou mesmo para beber).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMPANHA &lt;br /&gt;O diretor regional da ECT/DR/CE, João Alberto neto lobo, e o presidente da Fundação Deusmar Queiroz, Geraldo Lima, realizaram, dia 20 de março de 2000, o lançamento interno da campanha " Pegue e Plante Moringa - a semente que é uma limpeza ". A campanha objetiva utilizar a estrutura das agências dos correios do interior para a distribuição de sementes de moringa destinadas à purificação de água. "A semente de moringa elimina as bactérias tornando a água potável e contribuindo para a qualidade de vida dos cearenses que não têm acesso a sistemas de saneamento," afirmou o diretor da ECT ". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARCERIA &lt;br /&gt;Segundo Geraldo Lima, a escolha dos correios como parceiros da campanhas, pela Fundação Deusmar Queiroz, foi em função da eficácia demonstrada pela empresa em outras campanhas de sucesso. "Oempenho e o ideal de servir dos correios são traduzidos a cada ano nas pesquisas que comprovam a alta confiabilidade da ECT".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-2661672249424858934?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/2661672249424858934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=2661672249424858934' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/2661672249424858934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/2661672249424858934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/moringa-uma-verdadeira-beno-da-natureza.html' title='Moringa - Uma verdadeira benção da natureza'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6EnHSGIltI/AAAAAAAAAkY/n6xJprDCv3w/s72-c/moringa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-2953898618946057519</id><published>2008-01-22T15:58:00.000-08:00</published><updated>2008-01-22T16:00:29.110-08:00</updated><title type='text'>Plástico biodegradável é produzido a partir do amido de mandioca</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5aDelMumNI/AAAAAAAAAiE/ZhquA31tZAg/s1600-h/SACOLA+pl%C3%A1stico+biodegrad%C3%A1vel.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5aDelMumNI/AAAAAAAAAiE/ZhquA31tZAg/s320/SACOLA+pl%C3%A1stico+biodegrad%C3%A1vel.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158454984604293330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP produziu plástico biodegradável a partir do amido de mandioca, obtendo os chamados amidos termoplásticos (TPS). O estudo, realizado pela química Eliangela Teixeira, também mostrou a viabilidade do uso de resíduos da industrialização do amido para produzir termoplástico reforçado com fibras celulósicas. Os plásticos com amido poderão ser aplicados principalmente na indústria de embalagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As fibras fazem parte naturalmente da constituição dos resíduos, compostos por cerca de 82,5% de amido residual e 17,5% de fibras celulósicas”, aponta a pesquisadora. “Desta forma, pode-se ter um aproveitamento tanto do amido para a formação da fase matriz (termoplástica) e ainda, das fibras celulósicas que são capazes de promover reforço mecânico aos TPS.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os amidos termoplásticos podem ser obtidos via estado fundido (temperaturas de 120oC a 160oC) na presença de plasticizante e cisalhamento. “Essa metodologia é bastante utilizada no processamento de plásticos de origem petroquímica”, explica Eliangela. “Os grânulos de amido são rompidos, há perda da cristalinidade granular e uma fase contínua é então obtida, com o material podendo ser moldado à quente”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a química, os amidos termoplásticos apresentam um grande potencial de aplicações, especialmente no setor de embalagens. “Como essa área emprega um grande volume de plásticos de origem petroquímica, os TPS podem contribuir para melhorar o gerenciamento do lixo e reduzir o impacto ambiental dos plásticos não-biodegradáveis.” O material também pode ser adotado na confecção de tubetes de plantio para o setor agrícola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nanofibras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados dos testes com o amido estão na tese de doutorado de Eliangela, que foi orientada pelo professor Antonio Aprígio da Silva Curvelo, do IQSC. Outra linha de pesquisa do estudo foi direcionada à obtenção de nanofibras de celulose a partir das microfibras contidas no resíduo, para aumentar a resistência dos amidos termoplásticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As nanofibras, por apresentarem dimensões extremamente pequenas, também podem gerar efeitos significativos de reforço mecânico ao TPS”, conta Eliangela. “Entretanto, este efeito é fortemente dependente do plasticizante que é empregado para a obtenção do TPS”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora testou também o uso direto da raiz de mandioca para a obtenção de termoplásticos. “Foi possível a obtenção de um filme plástico diretamente da mandioca”, destaca. “Entretanto a particularidade deste tipo de material, é que os açúcares naturalmente presentes na raiz (principalmente glicose e sacarose) também atuaram como plasticizante para o amido”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a química, os açúcares da raiz devem ser computados na formulação, pois influenciaram consideravelmente no desempenho mecânico do TPS final. “Ao final do processo de produção, foram obtidos materiais de maior flexibilidade e no entanto, de menor resistência à ação mecânica”, ressalta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: (0XX16) 3373-9938, com Antonio Aprígio da Silva Curvelo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência USP de Notícias)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-2953898618946057519?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/2953898618946057519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=2953898618946057519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/2953898618946057519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/2953898618946057519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/plstico-biodegradvel-produzido-partir.html' title='Plástico biodegradável é produzido a partir do amido de mandioca'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5aDelMumNI/AAAAAAAAAiE/ZhquA31tZAg/s72-c/SACOLA+pl%C3%A1stico+biodegrad%C3%A1vel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-8213814262213341821</id><published>2008-01-20T05:50:00.000-08:00</published><updated>2008-01-22T00:10:59.765-08:00</updated><title type='text'>Erva-Sal (Atriplex nummularia)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5WkYlMumLI/AAAAAAAAAh0/GAVYSK89keI/s1600-h/Atriplex%2520halimus.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5WkYlMumLI/AAAAAAAAAh0/GAVYSK89keI/s320/Atriplex%2520halimus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158209690432084146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rendimento da Atriplex nummularia irrigada com efluentes da criação de tilápia em rejeito da dessalinização de água&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RESUMO&lt;br /&gt;Com o objetivo de avaliar a influência no rendimento da erva-sal (Atriplex nummularia) e em algumas características do solo, quando irrigada com efluentes da criação de tilápia (Oreochromis sp.) em rejeito da dessalinização de água salobra no semi-árido brasileiro, a erva-sal foi irrigada durante um ano com quatro volumes de efluentes na Embrapa Semi-Árido, em Petrolina, PE, cuja salinidade média foi, de 8,29 dS m-1. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com quatro tratamentos e três repetições. Os tratamentos T1, T2, T3 e T4 correspondem, respectivamente, aos volumes de efluentes aplicados semanalmente, de 75, 150, 225 e 300 L planta-1 . A salinidade média do solo na profundidade 0 - 90 cm foi de 0,40 dS m-1, antes de serem iniciadas as irrigações. Após a colheita, respectivamente para os tratamentos T1, T2, T3 e T4, as salinidades médias dos perfis de solo na mesma profundidade (0 - 90 cm) foram de 8,02, 6,09, 4,97 e 4,60 dS m-1 e os rendimentos de matéria seca da erva-sal, de 9,75, 12,26, 14,49 e 13,81 t ha-1. O maior rendimento de matéria seca por litro de efluente aplicado foi para o tratamento T1, com 4,84 g L-1 que apresentou, também, a melhor relação entrada/saída de sal, removendo 13,84% do total de sal incorporado ao solo.&lt;br /&gt;Palavras-chave: erva-sal, salinidade, irrigação&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;As águas subterrâneas do semi-árido brasileiro constituem o manancial mais econômico e flexível para atendimento seguro da população, sendo elevado o número de poços tubulares instalados. Devido à peculiaridade geológica de rochas cristalinas, em geral as águas desses poços possuem sais dissolvidos pela intemperização das rochas, inviabilizando seu uso para consumo humano e até mesmo animal. No entanto, a tecnologia da dessalinização permite a viabilização do manancial disponível, pela eficiência no fornecimento de água de boa qualidade, sendo notória a sua expansão.&lt;br /&gt;A crescente expansão da dessalinização poderá trazer impactos ambientais severos devido aos seus subprodutos ou efluentes, isto é, águas com elevados teores de sais que são, na maioria das vezes, despejados no solo indiscriminadamente, conforme indicam estudos de Amorim et al. (1997). A irrigação de plantas halófitas com efluente salino proveniente da exploração de atividades aqüícolas tem sido sugerida como alternativa de redução dos impactos negativos causados pelo não acondicionamento desse subproduto da dessalinização (Miyamoto et al., 1996; Glenn et al., 1998; Brown et al., 1999; Montenegro et al., 2000; Porto et al., 2001).&lt;br /&gt;Halófitas são plantas com habilidade de suportar não apenas altos níveis de salinidade do complexo solo-água mas, também, de acumular significativas quantidades de sais em seus tecidos (Miyamoto et al., 1994). Dentre as halófitas, a erva-sal (Atriplex nummularia) é uma das mais importantes, pelo fato de possuir mecanismos especializados de acumulação de sais no seu interior e de sua eliminação através das folhas. Na realidade, a planta age desta maneira não com o objetivo de se tornar especializada na absorção de sais mas, sim, como forma de se ajustar ao ambiente quando este é de elevada salinidade.&lt;br /&gt;Mesmo a literatura evidenciando a erva-sal como um dessalinizador biológico do solo (Glenn et al., 1998; O'Leary, 1986; Porto et al., 2001), a sua efetividade é maior quando cultivada com volumes menores de efluentes (Brown et al., 1999). Por outro lado, a predominância dos problemas de salinização das áreas irrigadas tem origem no uso excessivo de água na irrigação (Rhoades, 1998), mas é também importante reconhecer a taxa de lixiviação como recomendação de boas práticas na agricultura irrigada; todavia, em se tratando de água salobra, a incorporação de sal no perfil do solo é diretamente relacionada ao volume de água aplicado na irrigação.&lt;br /&gt;O presente estudo tem como objetivo avaliar a influência no rendimento da erva-sal e em algumas características do solo, quando irrigada com quatro volumes de efluentes da criação de tilápia rosa (Oriochromis sp.) em rejeitos da dessalinização de água salobra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MATERIAL E MÉTODOS&lt;br /&gt;O experimento foi implantado no Campo Experimental da Caatinga da Embrapa Semi-Árido, em Petrolina, PE onde foram observados os efeitos de quatro volumes de água de irrigação: T1 = 75; T2 = 150; T3 = 225 e T4 = 300 L semana-1 planta-1, aplicados de uma só vez. O solo da área experimental foi classificado como Argissolo amarelo eutrófico abruptico plíntico. (EMBRAPA, 1999)&lt;br /&gt;Mudas de erva-sal com 30 dias de idade, originárias de uma mesma planta por propagação vegetativa, foram transplantadas para covas de 0,4 x 0,4 x 0,4 m, em espaçamento entre covas de 4,0 x 4,0 m, no delineamento experimental de blocos ao acaso, com 16 plantas em cada parcela, cada bloco contendo quatro tratamentos, repetidos três vezes, totalizando 12 parcelas. A área total do experimento foi de 3.072 m2. O sistema de irrigação usado foi o de sulcos e a água aplicada o efluente da criação de tilápia rosa (Oriochromis sp.), cultivada em tanque com o rejeito da dessalinização de água salobra de poço tubular do cristalino. A densidade de povoamento da tilápia no tanque foi de 4 alevinos m-3 e o ciclo do peixe, de seis meses. A borda de cada sulco, com área molhada de 20 m2, continha quatro plantas. O transplante das mudas foi realizado em 16/6/2000 em covas que receberam 5 L de esterco de caprino e 150 g de superfosfato simples, cuja colheita ocorreu em 25/6/2001. Durante este período, foram cultivados dois ciclos de tilápia e realizadas 43 irrigações, enquanto, seguindo a metodologia do Laboratório de Solos da Embrapa (Claessen, 1997), o monitoramento da salinidade do efluente e da salinidade do solo foi realizado semanalmente antes de cada irrigação determinando-se a condutividade elétrica (dS m-1), como também foram determinados o pH e a umidade (%) do solo. As amostras de efluente foram coletadas e analisadas in loco para determinação de pH e condutividade elétrica (dS m-1). As amostras de solo foram coletadas antes da aplicação do respectivo volume de água em cada tratamento, nos dias em que eram feitas as irrigações, tomadas a intervalos de 0 - 30 cm, 30 - 60 cm, 60 - 90 cm, e a uma distância de 0,20 m da planta. Os dados de rendimento total por planta por tratamento foram analisados estatisticamente, avaliados com o teste de Duncan, e submetidos a análises de regressão. Em ambos os procedimentos, usaram-se módulos do SAS (1989). Foram feitas as estimativas de matéria seca (MS), seguindo técnicas descritas por Silva &amp; Queiroz (1990), além das estimativas dos quantitativos de sais acumulados nos tecidos da erva-sal, por meio da determinação de cinzas totais. Na colheita, retirou-se todo o material vegetal com altura igual ou superior a 50 cm a partir da superfície do solo, que foi classificado como lenha, caule grosso, caule fino e folha. Como lenha, considerou-se todo o material lenhoso com diâmetro igual ou superior a 10 mm; como caule grosso, o material com diâmetro entre 8 e 10 mm e, como caule fino, o material com diâmetro inferior a 8 mm. Por fim, foi denominado material forrageiro o conjunto de caules e folha.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RESULTADOS E DISCUSSÃO&lt;br /&gt;Na Tabela 1 apresentam-se os resultados das análises físicas do solo na área experimental, antes do plantio da erva-sal. O solo foi classificado como de textura média/argilosa; o pH médio do perfil, de 5,7, é considerado típico para este tipo de solo e a condutividade elétrica do extrato de saturação do perfil do solo foi de 0,40 dS m-1 permitindo classificar-se o solo como não salino. A capacidade de retenção de umidade disponível média do perfil, determinada com base em massa, é de 6,1%.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Figura 1 apresenta a média diária mensal da condutividade elétrica do efluente durante todo o ciclo de cultivo. Para o período de cultivo, a média geral foi de 8,29 dS m-1, podendo o solo ser classificado como salino, para fins de irrigação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Tabela 2 apresenta os dados de pH e de condutividade elétrica para as três camadas do perfil do solo, de acordo com os tratamentos. Observa-se um ligeiro aumento nos valores de pH médios dos perfis, à medida que o volume de água foi maior. Quanto à condutividade elétrica, os aumentos foram significativos e inversamente proporcionais aos aumentos dos volumes de água, mas ainda muito aquém dos limites para comprometimento da produção da erva-sal, que é de 31,25 dS m-1 (20 g L-1), conforme resultados conseguidos por Miyamoto et al. (1996). É importante observar que, já para o primeiro ano, a condutividade elétrica média do perfil do tratamento T1 aproxima-se da condutividade média do efluente.&lt;br /&gt;Em função de decorrido apenas 1 ano, as maiores concentrações ocorreram nas camadas superiores para todos os tratamentos; todavia, fica evidenciada a possibilidade de ter havido lixiviação no tratamento T4, em virtude de um desvio menor entre os valores da condutividade elétrica das três camadas do perfil, pelo fato do excedente de água da primeira camada do perfil (0 - 30 cm) haver transportado parte dos sais para as camadas subseqüentes, o que não se verificou com os tratamentos irrigados com menores volumes que o T4; pelo contrário, por meio do processo de evapotranspiração a solução do solo se foi tornando concentrada no decorrer do período para os tratamentos que receberam menores volumes de água.&lt;br /&gt;O monitoramento semanal da condutividade elétrica do extrato de saturação do solo é apresentado na Figura 2, em que os valores representam médias semanais das três camadas do perfil. Os valores para todos os tratamentos acompanharam a mesma tendência, apresentando valores mais altos na última semana de setembro e na primeira de outubro, quando as taxas de evaporação foram mais altas no tanque classe "A". Como era de se esperar, o tratamento T1 foi o que atingiu os mais altos níveis de salinidade, chegando a um valor médio de 13,43 dS m-1, evidenciando a concentração dos sais em função do reduzido teor de umidade no solo na camada de 0 - 30 cm. A condutividade elétrica dessa camada para este tratamento, chegou a 17,67 dS m-1.&lt;br /&gt;A Figura 3 apresenta os teores de umidade para os quatro tratamentos. O comportamento dos gráficos obedece a uma tendência dos maiores e menores valores de umidade estarem de acordo com os volumes de água fornecidos para cada tratamento. Considerando-se o conjunto de dados, observa-se que do total das 43 amostragens para cada um dos tratamentos T1, T2, T3 e T4, os valores médios do teor de umidade do perfil foram, respectivamente, 12, 8, 4 e 5 vezes inferiores à média do teor de umidade do ponto de murcha do perfil, que é de 8,46%. Moore et al. (1972) encontraram que a atriplex continua transpirando, mesmo com teores de umidade no solo inferiores aos do ponto de murcha. É importante observar que o diferencial de umidade entre os tratamentos T3 e T4, durante todo o ciclo de cultivo, é desprezível.&lt;br /&gt;A Tabela 3 mostra o peso médio de matéria fresca por planta, para os diferentes tratamentos. Cada repetição representa a média de quatro plantas colhidas. De acordo com a análise estatística, existem diferenças significativas em nível de 5%, comprovadas pelo teste de Duncan. O coeficiente de variação foi de 8,16% e o R2 igual a 0,93.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tem-se na Figura 4 a análise de regressão, correlacionando os rendimentos totais por planta e os volumes de água aplicados nas irrigações. De acordo com esta informação, o melhor rendimento físico foi conseguido com o tratamento T3, ou seja, irrigando-se a erva-sal com o volume de 225 L semana-1 planta-1, o que equivale a uma lâmina de água aplicada de 45 mm semana-1 planta-1; este valor é próximo ao da taxa de evaporação média semanal, medida na área experimental, com tanque classe "A", isto é tanques cilíndricos de metal e padronizados para medição da evaporação potencial em estações meteorológicas, que foi de 46,9 mm; por outro lado e mesmo havendo diferença de rendimento entre os tratamentos T3 e T4, estatisticamente ela não é significativa, indicando tendência da oferta de água para o rendimento máximo de biomassa ser próximo da evaporação potencial medida pelo tanque classe "A".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se um estande de 625 plantas ha-1 e a proporcionalidade de cada parte colhida da planta em relação ao total, a Tabela 4 apresenta os resultados das matéria seca para cada tratamento.&lt;br /&gt;Do ponto de vista de produção de forragem, esses resultados podem ser considerados bons, visto que os rendimentos em matéria seca são bem superiores ao conseguido com a leucena (Leucaena leucocephala), que é de 3,0 t ha-1 corte-1 (Oliveira, 2000) podendo ser comparado ao da alfafa irrigada com água de qualidade superior (O'Leary et al., 1985).&lt;br /&gt;Por outro lado, é conveniente ressaltar que uma das limitações do potencial de água subterrânea no cristalino é a baixa vazão média dos poços. Nesta perspectiva foi calculado, para cada tratamento, o rendimento da erva-sal por litro de água aplicado. O tratamento T1 foi o que mais produziu biomassa por unidade de água, atingindo 4,84 g de matéria seca L-1 de efluente. O tratamento T4 produziu apenas 1,71g L-1. Miyamoto (1993) e Miyamoto et al. (1994), encontraram rendimentos de atriplex que variaram entre 1,4 e 2,6 g L-1.&lt;br /&gt;Os dados da Tabela 5 apresentam a estimativa da quantidade de cinza existente nas diferentes partes da planta, de acordo com os tratamentos. Os totais de cinza variaram entre 15,0 e 16,0 g 100 g-1 de matéria seca não havendo, portanto, diferenças significativas entre os tratamentos, sendo a maior concentração encontrada na folha que, por sua vez, é o componente mais expressivo do material forrageiro. De acordo com Miyamoto et al. (1994), o limite do teor de sal em ração para caprinos e ovinos é de 10 g de sais por 100 de matéria seca, sendo esta é uma das limitações do uso da erva-sal como forrageira. Portanto, a recomendação é misturá-la a outros alimentos na formação da dieta diluindo-se desta forma, a concentração de sais na ração.&lt;br /&gt;Considerando-se o total de água de irrigação aplicado e a salinidade média do efluente, que foi de 8,29 dS m-1 (5,3 g L-1) conclui-se que o tratamento T1 foi o mais eficiente na retirada de sais do solo, tendo em vista que o conteúdo de cinza é a estimativa aproximada da dessalinização do solo. Neste trabalho, o tratamento T1 retirou 13,84% do total de sais que foram incorporados ao solo pela irrigação, enquanto o tratamento T4 retirou apenas 5,2%.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CONCLUSÕES&lt;br /&gt;1. A salinidade do solo aumentou em todos os tratamentos.&lt;br /&gt;2. O melhor rendimento físico da erva-sal foi conseguido com a aplicação semanal de 225 litros de efluente da dessalinização de água salobra, após o mesmo ter servido como meio de cultivo para a tilápia rosa (Oriochromis sp.).&lt;br /&gt;3. Para o tratamento T4, que recebeu semanalmente 300 L de efluente planta-1, o rendimento foi inferior ao que recebeu 225 L, porém eles não são diferentes estatisticamente, mas os valores médios da condutividade elétrica foram menores e com diferenças pequenas entre as camadas do perfil que recebeu maior volume de irrigação.&lt;br /&gt;4. O tratamento T1 apresentou o melhor rendimento de biomassa pelo total de água aplicada, chegando a produzir 4,84 g de matéria seca L-1 de efluente, enquanto o tratamento T4 produziu apenas 1,71 g de matéria seca L-1.&lt;br /&gt;5. Considerando-se a incorporação de sais ao solo pela irrigação e sua retirada pela planta, o tratamento T1 foi o mais eficiente, com uma retirada de 13,84% do total incorporado, enquanto o percentual de retirada para o tratamento T4 foi de apenas 5,20%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABSTRACT&lt;br /&gt;Looking forward to reduce environmental impacts resulting from desalinization of brackish water in the region of the crystalline rocks in the semi-arid Brazil, saltbush (Atriplex nummularia) was cultivated during one year with four different volumes of aquiculture effluent generated from an intensive tilapia (Oreochromis sp) raising system, with a mean salinity of 8.29 dS m-1, in an experimental field of Embrapa Semi-Arid. A completely randomized block design, with four treatments and three replications was used. The treatments T1, T2, T3 and T4 corresponded, respectively, to the weekly volumes of irrigation of 75, 150, 225 and 300 L of water per plant. The mean soil salinity of the cropped area, in the depth of 0 - 90 cm, was 0.40 dS m-1 before starting the irrigation process. After the plants were harvested, the mean soil salinity in the profiles was 8.02, 6.09, 4.97, and 4.60 dS m-1 for treatments T1, T2, T3 and T4, respectively. The saltbush dry matter yields were 9.75, 12.26, 14.49 and 13.81 t ha-1 for treatments T1, T2, T3 and T4, respectively. The highest dry matter production per unit of applied water was for treatment T1, which yielded 4.84 g L-1 of effluent. The same treatment had the best relation input/output of salt by the saltbush, removing 13.84% of the total salt incorporated into the soil.&lt;br /&gt;Key words: saltbush, salinity, irrigation&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;LITERATURA CITADA&lt;br /&gt;Amorim, M. C. C. de; Porto, E. R.; Silva Júnior, L. G de A.; Liberal, G. de S. Efeito de sais no solo provenientes de rejeitos da dessalinização por osmose inversa, no semi-árido pernambucano. 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E-mail: tdutra@yahoo.com.br &lt;br /&gt;IVFundação Banco do Brasil, Rua Ademar de Andrade Silva 125, Cohab Massangano. CEP-56310-640 Petrolina, PE. Fone: (87) 3867-0863. &lt;br /&gt;E-mail: valerenata@yahoo.com.br &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-8213814262213341821?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/8213814262213341821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=8213814262213341821' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8213814262213341821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8213814262213341821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/erva-sal-atriplex-nummularia_20.html' title='Erva-Sal (Atriplex nummularia)'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5WkYlMumLI/AAAAAAAAAh0/GAVYSK89keI/s72-c/Atriplex%2520halimus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-7877108608241119398</id><published>2008-01-20T05:29:00.000-08:00</published><updated>2008-01-22T00:04:09.152-08:00</updated><title type='text'>PINHÃO MANSO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5WjHVMumKI/AAAAAAAAAhs/4dAx7t4AP_Y/s1600-h/Fazenda+em+Ribas+com+2+mil+ha+plantados+8++Rural+Biodiesel.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5WjHVMumKI/AAAAAAAAAhs/4dAx7t4AP_Y/s320/Fazenda+em+Ribas+com+2+mil+ha+plantados+8++Rural+Biodiesel.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158208294567712930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pinhão Manso consorciado com Capim &lt;/strong&gt;"Fazenda em Ribas com 2 mil ha Mato Grosso do Sul"&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NP6lMumDI/AAAAAAAAAgg/M_E3wVCWu0A/s1600-h/PINH%C3%83O+MANSO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NP6lMumDI/AAAAAAAAAgg/M_E3wVCWu0A/s320/PINH%C3%83O+MANSO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157553866105854002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mapa autoriza a produção e venda das sementes de pinhão manso no País.&lt;br /&gt;A produção, comercialização de sementes ou de mudas de pinhão manso (Jatropha curcas L.) foram regulamentadas no País. &lt;br /&gt;Segundo a Instrução Normativa nº4, de 14/01/2008, editada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e publicada no diário Oficial da União desta terça-feira (15), a cultivar já pode ser inscrita no Registro Nacional de Cultivares (RNC), sem a exigência de mantenedor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma cultura existente de forma espontânea em áreas de solos pouco férteis e de clima desfavorável à maioria das culturas tradicionais, o Pinhão Manso é hoje considerada uma das mais promissoras plantas oleaginosas em todas as regiões do Brasil para produzir muito Biodiesel durante mais de 50 anos e ajudar e muito no reflorestamento da nossa Terra, melhorando solos degradados e o clima, enfim fazendo com que nossa "casa" nos proporcione melhores condições de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS  DO PINHÃO MANSO PARA OBTENÇÃO DE BIODIESEL&lt;br /&gt;Veja abaixo, e você terá 22 excelentes motivos para começar o seu plantio agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01   -  Planta altamente adaptável, com grande habilidade para crescer em locais pobres, secos.&lt;br /&gt;02   -  Pode ser cultivada desde o nível do mar até em altitudes superiores a 1000 m, adaptando-se tanto nos terrenos de encosta, áridos, como em solos úmidos. &lt;br /&gt;03   -  Não é atacada (até o presente) por nenhuma praga. Planta de fácil propagação e plantio.&lt;br /&gt;04   -  As doenças e os insetos não a atacam, pois ela segrega um leite que queima.&lt;br /&gt;05   -  Pode crescer e sobreviver com poucos cuidados em terras de  pouco fertilidade e produz bem.&lt;br /&gt;06   -  Aceita todo o tipo de solo, arenoso, calcário, salino e  pedregoso e solos de baixa fertilidade.&lt;br /&gt;07   -  Se desenvolve em áreas áridas e semi-áridas, de baixa precipitação, 200 mm/ano como mínimo e altas precipitações como 900/1.200 mm/ano.Suportou com sucesso secas na Índia.&lt;br /&gt;08   -  Também, plantada com maior espaçamento, aceita o cultivo intermediário de outros vegetais como feijão etc. e aceita a presença de gado que não causa mal as plantas de Pinhão Manso. &lt;br /&gt;09   -  Cresce rápido (1a. colheita aos 12 meses ) e de vida longa, produz por mais de 50 anos.&lt;br /&gt;10   -  Sementes não comestíveis (tóxica), nem levadas por pássaros ou animais.&lt;br /&gt;11   -  Biodiesel produzido foi testado por Daimler Chrysler com ótimos resultados.&lt;br /&gt;12   -  Controle de erosão (redução da erosão do vento ou da água). Melhoria da fertilidade do solo.&lt;br /&gt;13   -  Aumenta a renda dos produtores rurais.Produção de energia nas áreas rurais.&lt;br /&gt;14   -  Suas folhas podem alimentar a lagarta produtora do fio de seda, servir para a elaboração de diversos medicamentos e suas flores garantem uma boa produção de mel. &lt;br /&gt;15   -  Ecologicamente correto, não usa agrotóxicos, ao menos por enquanto. &lt;br /&gt;16   -  As arvores alcançam a altura de 3 m em media  o que faz com que a colheita seja muito fácil. &lt;br /&gt;17   -  A torta , pode ser utilizada como adubo orgânico e fertilizante, ou se desintoxicada, como excelente fonte de alimentação para animais. &lt;br /&gt;18   -  Portanto, em um projeto integrado com pequenos produtores, estes alem das sementes oleaginosas poderão cultivar suas culturas de sustento e se dedicar a outras atividades como criação de animais, produção de mel etc. Um projeto de alta abrangência social. A propagação pode ser feita por sementes ou estacas. Preferimos a produção por sementes e cultivadas sob sombrite em viveiro para posterior venda e distribuição aos produtores, assim teremos certeza de que o plantio será uniforme. A produção de mudas em viveiro permite um melhor controle, irrigação adequada e principalmente uma boa fonte de renda na venda de mudas para plantio.&lt;br /&gt;19  -  Em relação a mamona, o pinhão manso leva vantagens na qualidade do produto. "O óleo de pinhão manso é menos viscoso, facilitando a produção de Biodiesel", esclareceu o cientista da Embrapa Marco Drumond. Além disso, a mamona cultivada comercialmente precisa ser replantada a cada dois anos enquanto o pinhão manso é uma planta perene, sem necessidade de replantio, alem do que a sua produção por Hectare ser em média 10 vezes superior a mamona.&lt;br /&gt;20   -  Alta produção por hectare. cerca de 6.000 a 8.000 quilos de semente com aproximadamente 2.500  a 3.500 litros de óleo e uma renda média anual aproximada de  R$ 4.416,00 por ha.&lt;br /&gt;21   - As nossas sementes e as plantas delas derivadas estão sendo pesquisadas pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Faculdade de Ciências Agronômicas - FCA Unesp Botucatu SP e também pela EMATER-RJ VALENÇA, e todo o resultado obtido, serão repassados aos nossos clientes/associados que adquirirem o Kit-Plante-Pinhão-Manso.&lt;br /&gt;22   Você terá um PLANO DE NEGÓCIOS SOBRE BIODIESEL  e que cujo valor de mercado está sendo vendido por cerca de R$ 400,00 por algumas empresas com o nome  de BUSINESS PLAINS alem de mais 94 MANUAIS SOBRE A CULTURA DO PINHÃO, BIODIESEL, COOPERATIVAS e muito mais. &lt;br /&gt; clique aqui para ver a relação completa dos arquivos que fazem parte do LINK-CD-BRINDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÓLEO DE PINHÃO MANSO EM MOTORES A DIESEL&lt;br /&gt;O óleo do pinhão manso pode ser utilizado puro, nos motores diesel, basta instalar um kit fornecido pelo Fendel (custa R$ 500,00). Resolve todas as necessidades de energia para geradores (energia elétrica) e transportes. O resíduo produzido é um adubo de excelente qualidade, podendo ser aproveitado para produção de alimentos orgânicos. E, principalmente, é capaz de gerar renda substancial para a agricultura familiar. Entretanto, será necessário a formação de cooperativas ou associação de produtores, a fim de gerar produção em larga escala, para fins de comercialização da produção, tanto no mercado interno ou para exportação. A Europa precisará de 10 milhões de toneladas de óleo vegetal, em 2010, somente para suprir a exigencia mínima ajustada, visando redução dos índices de poluição. O Brasil apresenta as melhores condições para produzir o óleo vegetal e não pode perder a oportunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Folha de S. Paulo de 01/02/07, tirada durante a inauguração da usina de Crateús da Brasil Ecodiesel. Para aqueles pouco familiarizados, a planta que o Presidente está segurando é o agora famoso, pinhão-manso (Jatropha curcas). O presidente há tempos vem aos poucos falando da planta, e hoje aparece no jornal de maior circulação do Brasil segurando o pinhão manso, e não mais a mamona.&lt;br /&gt;Talvez o maior motivo pelo qual Lula está associando sua imagem ao pinhão manso é o fator social da planta. O pinhão manso não é uma cultura mecanizada e ao contrário da cana, precisa de mão de obra o ano inteiro. Isso geraria emprego fixo no campo, muitos empregos e muita renda para a agricultura familiar.&lt;br /&gt;O pinhão manso pela sua eficiência e alta produtividade em larga escala e tambem por sua longevidade pode deixar um legado que nenhum presidente se arriscaria a deixar passar.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIODIESEL - EXTRAÇÃO DO ÓLEO DA SEMENTE DO PINHÃO-MANSO&lt;br /&gt;Ensaios feitos com o óleo extraído do pinhão-manso, comparando-o com o diesel, deram bons resultado, o ruído mais suave e a emissão de fumaça, semelhante. Considerou-se também possível o uso desse óleo não apenas como combustível, mas também na indústria de tintas e de vernizes.&lt;br /&gt;Análises posteriores mostraram que o óleo de pinhão-manso tem 83,9% do poder calorífico do óleo diesel e usado como substituto do diesel, o consumo será 10,1% maior.Além disso, a torta que resta é um fertilizante rico em nitrogênio, potássio, fósforo e matéria orgânica. Desintoxicada, a torta pode também ser transformada em ração, como tem sido feito com a torta de mamona. E a casca dos pinhões pode ser usada como carvão vegetal e matéria-prima na fabricação de papel.&lt;br /&gt;MAIS 100 VANTAGENS DA CULTURA DO PINHÃO MANSO&lt;br /&gt;01- É uma planta perene.&lt;br /&gt;02- Produz bem em terras menos férteis.&lt;br /&gt;03- É uma planta socialmente correta.&lt;br /&gt;04- É uma planta rústica.&lt;br /&gt;05- Produz mudas com facilidade. &lt;br /&gt;06- Tem manejo e tratos culturais simples. &lt;br /&gt;07- Emprega mão de obra sem qualificação.&lt;br /&gt;08- Gera empregos fixos no campo&lt;br /&gt;09- Produz óleo combustível que substitui o caro diesel mineral. &lt;br /&gt;10- A torta é um adubo rico em nitrogênio, fósforo e potássio. &lt;br /&gt;11- A torta serve como substrato. &lt;br /&gt;12- A torta decomposta em biodigestores produz gás gerando calor e energia elétrica. &lt;br /&gt;13- Seu plantio recupera solos degradados. &lt;br /&gt;14- Inicia a produção 120 dias após o plantio. &lt;br /&gt;15- Poucas pragas atacam. &lt;br /&gt;16- Colhem-se seus frutos por cerca de seis meses. &lt;br /&gt;17- Sua colheita pode ser antecipada se houver irrigação das plantas no inicio da primavera. &lt;br /&gt;18- Tem raízes profundas por isso à irrigação pode ser feita com intervalos entre 20 e 30 dias por gotejamento. &lt;br /&gt;19- A partir do sexto mês de idade as plantas não são mais atacadas por formigas. &lt;br /&gt;20- Pode ser plantada em consórcio com hortigranjeiros. &lt;br /&gt;21- Pode ser plantada consorciada com seringueira. &lt;br /&gt;22- Não há necessidade de derrubar todas as plantas nativas da área. &lt;br /&gt;23- Sua produção não concorre com plantas destinadas à alimentação. &lt;br /&gt;24- O preço do seu óleo ficará atrelado ao preço do petróleo. &lt;br /&gt;25- Tem um crescimento rápido e vigoroso. &lt;br /&gt;26- Produz mais em terras férteis. &lt;br /&gt;27- É uma ótima fonte de renda para pequenas propriedades rurais. &lt;br /&gt;28- Seu óleo pode ser usado como repelente de insetos em pomares. &lt;br /&gt;29- O óleo pode ser usado para o combate à mosca do chifre. &lt;br /&gt;30- Pode ser plantada em áreas onde a agricultura mecanizada é inviável. &lt;br /&gt;31- Não precisa de máquinas para o seu cultivo. &lt;br /&gt;32- Produz 5.000 quilos de grãos por hectare. &lt;br /&gt;33- Produz 1.650 litros de óleo por hectare. &lt;br /&gt;34- Produz 3.200 quilos de torta por hectare. &lt;br /&gt;35- Seu óleo bruto tem um rendimento em éster superior a 94%. &lt;br /&gt;36- Controla a erosão. &lt;br /&gt;37- Evita a desertificação. &lt;br /&gt;38- Tolera irrigação com água salobra. &lt;br /&gt;39- Seu óleo pode ser usado para a fabricação de tintas e vernizes. &lt;br /&gt;40- Seu óleo serve como remédio. &lt;br /&gt;41- Mata a tiririca. &lt;br /&gt;42- O gás produzido pela fermentação anaeróbica é fonte de calor &lt;br /&gt;43- O gás metano gerado pela sua torta é combustível para motores que geram energia elétrica. &lt;br /&gt;44- Seu óleo transformado em biodiesel polui 80% menos que o diesel. &lt;br /&gt;45- O biodiesel do seu óleo não contém enxofre. &lt;br /&gt;46- Seu biodiesel é ecologicamente correto. &lt;br /&gt;47- Pode ser plantado pelo produtor sem afetar suas outras atividades. &lt;br /&gt;48- É uma árvore de sombra, pode ser plantada no quintal. &lt;br /&gt;49- Seqüestra cerca de 8 quilos de gás carbono por planta ano. No mercado a tonelada vale US$ 15,00&lt;br /&gt;50- Podemos fazer sabão com seu óleo.  51- Seu óleo pode ser usado em lamparinas.&lt;br /&gt;52- Em lamparinas seu óleo não faz fumaça.&lt;br /&gt;53- Se plantada com espaçamento de 20 cm podemos fazer encerra de porcos. &lt;br /&gt;54- Serve como quebra vento. &lt;br /&gt;55- Podemos fazer divisões de pastos, substituindo a cerca de arame. &lt;br /&gt;56- Os pássaros não comem suas sementes. &lt;br /&gt;57- Os animais  não comem suas sementes. &lt;br /&gt;58- Pode ser plantado em consórcio com mamona. &lt;br /&gt;59- Pode ser plantado em consórcio com leucena. &lt;br /&gt;60- Pode ser plantada em consórcio com moringa.&lt;br /&gt;61- Tira o mau olhado, por isto era plantado à esquerda na entrada de sua casa, segundo a crença popular. &lt;br /&gt;62- Pode ser plantada em consórcio com sisal. &lt;br /&gt;63- A casca das sementes serve como ração animal.&lt;br /&gt;64- A casca das sementes pode ser queimada em caldeiras gerando calor. &lt;br /&gt;65- O chá de suas folhas combate a malária. &lt;br /&gt;66- Podem ser feitas mudas por estacas. &lt;br /&gt;67- Dá frutos no broto do ano. &lt;br /&gt;68- Aceita muito bem a poda. &lt;br /&gt;69- Floresce entre três e cinco vezes por ano. &lt;br /&gt;70- Ocorre uma bifurcação de brotos após a florada. &lt;br /&gt;71- Suas flores dão um excelente mel e podem ser   instalados apiários próximos às plantações.&lt;br /&gt;72- Produz entre 20 e 40 quilos de mel por ha. &lt;br /&gt;73- Sua produtividade aumenta com o consórcio com abelhas, já que a polinização de suas flores é cruzada. &lt;br /&gt;74- Há um aumento de renda com a venda do mel. &lt;br /&gt;75- Pode-se consorciar com carneiros &lt;br /&gt;76- O mel de suas flores tem propriedades medicinais. &lt;br /&gt;77- Seu albúmen contém amido e pode produzir álcool. &lt;br /&gt;78- Suas folhas e galhos cortados servem de cobertura no solo. &lt;br /&gt;79- Seus galhos e folhas depois de decompostos se transformam em matéria orgânica. &lt;br /&gt;80- Seus galhos podados podem ser transformados em celulose. &lt;br /&gt;81- Seus galhos triturados podem ser transformados em gás metano. &lt;br /&gt;82- Seu óleo aplicado em pomares espanta a mosca da fruta. &lt;br /&gt;83- Pode ser plantada em 90% do território brasileiro. &lt;br /&gt;84- É uma planta que exige calor e pouca de umidade. &lt;br /&gt;85- Sua seiva é remédio para feridas. &lt;br /&gt;86- É uma planta heliófila (de pleno sol). &lt;br /&gt;87- Não é uma planta invasora. &lt;br /&gt;88- O diesel mineral é mais caro que seu óleo. &lt;br /&gt;89- Serve para produzir energia. &lt;br /&gt;90- A planta iniciará a era da agroenergia. &lt;br /&gt;91- Pode ser plantada em consórcio com a pupunha.&lt;br /&gt;92- Pode ser plantada em consórcio com a palmeira real. &lt;br /&gt;93- Pode ser plantada em consórcio com o palmito jussara. &lt;br /&gt;94- Pode ser feito consórcio com gado leiteiro. &lt;br /&gt;95- Pode ser plantado no quintal de casa. &lt;br /&gt;96- Um trabalhador cuida  de 15 hectares. &lt;br /&gt;97- Requer pouco investimento. &lt;br /&gt;98- Pode ser plantada em consórcio com o Açaí. &lt;br /&gt;99- É planta altiva e de porte elegante. &lt;br /&gt;100- Finalmente, por que dá muito lucro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTRAS OLEAGINOSAS - PRODUÇÃO P/ HECTARE (em KILOS DE SEMENTES)&lt;br /&gt;Planta  - Produção Mínimo Maximo&lt;br /&gt;01-Dendê 3000 12000&lt;br /&gt;02-Pinhão Manso 1800 8000&lt;br /&gt;03-Coco 2100 2900&lt;br /&gt;04-Abacate 2200 2800&lt;br /&gt;05-Castanha do Pará 2000 2500&lt;br /&gt;06-Macadamia 1920 2240&lt;br /&gt;07-Jojoba 1640 2000&lt;br /&gt;08-Noz Pecan 1430 1520&lt;br /&gt;09-Mamona     740   1500&lt;br /&gt;10-Carnaúba 1300 1450&lt;br /&gt;11-Azeitona 1200 1400&lt;br /&gt;12-Amendoim 900 1100&lt;br /&gt;Planta  - Produção Mínimo Maximo&lt;br /&gt;13-Cacau 800 1000&lt;br /&gt;14-Girassol 720 940&lt;br /&gt;15-Arroz 700 900&lt;br /&gt;16-Gergelim 600 800&lt;br /&gt;17-Semente de Coentro 530 570&lt;br /&gt;18-Semente de Abóbora 500 600&lt;br /&gt;19-Café 450 500&lt;br /&gt;20-Soja 440 1300&lt;br /&gt;21-Palma 300 400&lt;br /&gt;22-Caroço de Algodão 280 340&lt;br /&gt;23-Castanha de Caju 170 220&lt;br /&gt;24-Milho 170 200&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLANTAÇÃO DE PINHÃO MANSO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PLANTA E SEMENTES DE PINHÃO MANSO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;..a terra, pois, produziu relva, ervas que davam sementes segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha   em si a sua semente segundo as suas espécies e viu Deus que isso era bom.  Genesis-1.1&lt;br /&gt;Já recebemos através da Associação Brasileira de Plantadores de Pinhão Manso -ABPPM- solicitação de uma empresa do Japão ( clique aqui e veja copias dos e-mail's ) para fornecimento de 5.000 a 20.000 toneladas mensais de óleo bruto de pinhão manso para entrega imediata e com contrato de no mínimo para três anos de fornecimento o que equivale a 720.000 toneladas no período e tambem contatos da Espanha de investidores que pretendem investir muito capital no Brasil na produção de óleo de pinhão. Estamos definindo projetos para captação de CRÉDITOS DE CARBONO, porque existem hoje cerca de 50 Bilhões de dólares a serem distribuídos pelo Protocolo de Kioto através dos paises desenvolvidos e que produzem muita poluição. &lt;br /&gt;.Clique aqui para solicitar a suas sementes &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOB PRESSÃO, GOVERNO LEGALIZA PLANTIO DO PINHÃO-MANSO &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Valor) A explosão do plantio de soja transgênica no fim dos anos 90 forçou o governo legalizar o seu plantio. Agora o mesmo acontece com o pinhão-manso. Pressionado por produtores e usineiros, o governo vai alterar a legislação para que a produção comercial de sementes e mudas seja legalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei nº 10.711/03, estabelece que somente variedades de plantas inscritas no Registro Nacional de Cultivares podem ser produzidas em escala comercial. No caso da soja, por exemplo, há mais de 400 variedades inscritas. Como o pinhão-manso não era utilizado para produção comercial, ainda não tinha o registro e, por isso, há cerca de 45 dias, uma carga de 10 toneladas foi apreendida no Mato Grosso. "Isso motivou os produtores a pedirem uma solução ao governo, que afinal é o que mais defende o plantio do pinhão-manso para biodiesel", afirma Mike Lu, presidente da recém-criada Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão-Manso (ABPPM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob pressão política, o Ministério da Agricultura aceitou inscrever a planta no Registro Nacional de Cultivares, mesmo sem estudos sobre a origem genética da cultura. No entanto, o pinhão foi inscrito como espécie, e não como variedade ou cultivar. A produção ficará condicionada à assinatura de um termo de compromisso entre produtores e processadores e depende do crivo da Consultoria Jurídica do Ministério da Agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O problema é que não existem estudos sobre o pinhão-manso no Brasil. Hoje não sabemos sequer quais são as variedades disponíveis", afirma Marcos Drummond, pesquisador da Embrapa Semi-Árido. Segundo ele, estudos internacionais afirmam que a planta pode produzir 8 mil quilos por hectare, mas estudos feitos pela Embrapa apontam uma produtividade média de 1,1 mil quilos por hectare com irrigação. "Houve muita pressão pelo governo para que a Embrapa desse aval ao plantio, mas o que podemos dizer até agora é que a planta tem potencial, mas ainda falta saber qual a melhor variedade e a melhor maneira de cultivá-lo", diz Drummond.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Nunes Viana, diretor de Fiscalização de Insumos Agrícolas do ministério, pondera que o artigo 47 da Lei de Sementes permite a inscrição como espécie. "Há limitações ao plantio. Não tem um sistema, a maturação não é uniforme e há risco de disseminação de pragas e doenças. Não podemos ficar omissos, em nome do interesse público, e também não podemos endossar totalmente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo político patrocinado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, prevê um plano de monitoramento para garantir critérios de cultivo. "A Embrapa e a Epamig vão aproveitar para obter dados para o sistema de cultivo", diz Viana. "Temos que alertar para os riscos de um fracasso", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a ABPPM, enquanto o quilo de soja (que rende 200 ml de óleo) é vendida a R$ 0,67 em média, o quilo da semente de pinhão-manso custa R$ 0,30 e gera em torno de 400 ml de óleo bruto. Conforme dados da Embrapa, a área plantada com pinhão-manso no país saltou de 500 hectares em 2006 para 20 mil neste ano. E a previsão é aumentar para 50 mil hectares no próximo ano, o que exigiria uma produção adicional de 300 toneladas de sementes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.plantebiodiesel.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa avalia qualidade forrageira de pinhão manso&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Data: 15/05/2007&lt;br /&gt;Fonte: EMBRAPA&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio consorciado com capim buffel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análises de folhas de pinhão manso cultivados em condições irrigadas e em sequeiro encontraram valores de proteína bruta ao redor de 14,5% e disgestibilidade de 55%. Estes índices são próximos aos encontrados em plantas de média e boa qualidade forrageira. Os testes foram realizados no Laboratório de Nutrição Animal da Embrapa Semi-Árido (Petrolina-PE), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. &lt;br /&gt;Os pesquisadores da Embrapa, que já estudam as propriedades oleaginosas da espécie e o sistema produtivo adequado à introdução da planta no programa brasileiro de biocombustíveis, avaliam qualidades forrageiras para viabilizar sua introdução pelos agricultores familiares do Semi-árido. "Se viabilizarmos estas duas aptidões do pinhão manso damos um passo importante para consolidar uma alternativa econômica sustentável para os pequenos agricultores da região", afirma o pesquisador José Barbosa dos Anjos, da Embrapa Semi-Árido. &lt;br /&gt;Domesticação – Apesar dos resultados animadores, o pinhão manso ainda carece de informações agronômicas consistentes para o seu cultivo em escala comercial. Em todo o planeta, a espécie está em vias de domesticação. Dados sobre produtividade, manejo de pragas e doenças, podas e espaçamento entre plantas, praticamente não existem na literatura técnico-científica. Por isto, ainda não é recomendado o seu uso forrageiro: a planta apresenta princípios tóxicos que ainda não foram dosados em condições brasileiras. Eles vão ser os próximos alvos de estudos, explica o pesquisador Luiz Gustavo Ribeiro Pereira. &lt;br /&gt;No ensaio piloto conduzido no Laboratório de Nutrição Animal com ovinos foi constatado que, em conseqüência da elevada acidez no látex (pH variando entre 2,0 e 3,0), as folhas verdes de pinhão manso não são ingeridas pelos animais. Contudo, quando processadas e submetidas ao processo de secagem ao sol (fenação), os animais consumiram sem dificuldade. No entanto, Luiz Gustavo aponta a necessidade de estudos mais aprofundados e detalhados para avaliação de consumo, desempenho, digestibilidade e impactos no metabolismo e saúde dos animais. Em outros países, já foram identificados na planta do pinhão manso a presença de fatores cancerígenos, anti-tripicínicos, alergênicos, e tóxicos (curcina). &lt;br /&gt;Diversificação – Tão importante quanto a necessidade de pesquisas, José Barbosa dos Anjos considera fundamental estabelecer uma estratégia de exploração para o pinhão manso. Nas áreas de sequeiro do Semi-árido, o cultivo comercial de pinhão manso precisa ser estimulado não como monocultivo, mas alternativa para ampliar a diversificação dos seus sistemas agrícolas. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A continuar os bons resultados alcançados pelas pesquisas até o momento, Barbosa considera a possibilidade do plantio consorciado com capim buffel. Na área semi-árida do Nordeste, existem cerca de 400 mil ha cultivados com este capim.&lt;/strong&gt; Como os animais não consomem as folhas verdes do pinhão manso, este pode ser uma opção estratégica para plantio nas terras cultivadas com o buffel, defende Barbosa. &lt;br /&gt;Mais pesquisas - O pinhão manso é encontrado em vários países sob as mais variadas condições ambientais. Algumas características já identificadas, como o longo ciclo produtivo, animam os pesquisadores a agilizarem os estudos que visam domesticar a planta. Em testes experimentais realizado no campo experimental da Embrapa, em Petrolina-PE, para avaliar o desempenho produtivo, o pesquisador Marcos Drumond colheu cerca de 1000 kg de sementes por hectare com irrigação semanal a partir do sexto mês de cultivo. "Sob plantio de sequeiro, a colheita foi de 250 kg de sementes por hectare. Embora sejam resultados do primeiro ano de plantio, estas quantidades mostram quanto é promissor o cultivo desta espécie oleaginosa", afirma. &lt;br /&gt;Na Embrapa Semi-Árido são realizados estudos para eliminar toxicidade de tortas e farelos de pinhão manso, assim como da viabilidade de utilização por diferentes espécies animais (caprinos, ovinos e bovinos). Outro estudo em andamento é a exploração do pinhão manso (Jatropha curcas L) por meio de enxertia sobre plantas de pinhão bravo (Jatropha molissíma Muell Arg.), que vegetam espontaneamente em áreas degradadas da caatinga. A idéia, segundo José Barbosa, é aproveitar a resistência e rusticidade da espécie nativa visando oferecer uma alternativa de enriquecimento da vegetação natural, associado à produção de matéria-prima para produção de biodiesel. &lt;br /&gt;Atualmente, pesquisadores da Embrapa Semi-Árido desenvolvem projetos relacionados ao pinhão manso em campos experimentais localizados no pólo Petrolina-PE, Juazeiro-BA e Nossa Senhora da Glória-SE, em condições de sequeiro e irrigação. Os testes também vão ser realizados em áreas de variadas condições de solo e clima dos estados de Pernambuco e Bahia. Marcos Drumond explica que as plantas mais produtivas no primeiro ensaio instalado foram selecionadas e estão sendo multiplicadas para cultivo em outros estados. Isto representa o primeiro passo para o melhoramento genético da espécie. &lt;br /&gt;As pesquisas serão estendidas por meio de parcerias com outras instituições como a Prefeitura Municipal de Serra Talhada-PE, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Senhor do Bonfim-BA, Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária – IPA. Áreas experimentais serão implantadas em conjunto com a empresa privada Indústria Brasileira de Resinas (IBR) nos municípios de Jacobina e Ourolândia, situados na região noroeste da Bahia, no extremo norte da Chapada Diamantina, a 330 quilômetros de Salvador-BA. &lt;br /&gt;Marcelino Ribeiro&lt;br /&gt;Embrapa Semi-Árido (Petrolina-PE)&lt;br /&gt;E-mail: marcelrn@cpatsa.embrapa.br&lt;br /&gt;Tel: (87) 3862 1711&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-7877108608241119398?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/7877108608241119398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=7877108608241119398' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/7877108608241119398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/7877108608241119398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/pinho-manso.html' title='PINHÃO MANSO'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5WjHVMumKI/AAAAAAAAAhs/4dAx7t4AP_Y/s72-c/Fazenda+em+Ribas+com+2+mil+ha+plantados+8++Rural+Biodiesel.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-8684117113653419682</id><published>2008-01-20T05:11:00.000-08:00</published><updated>2008-01-26T14:41:58.380-08:00</updated><title type='text'>NIM, Contra Pragas - Controle de Natalidade Masculino e Feminino.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NJIlMumCI/AAAAAAAAAgY/FA-xzBS4eBE/s1600-h/nim.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NJIlMumCI/AAAAAAAAAgY/FA-xzBS4eBE/s320/nim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157546410042628130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produtos Industriais do Nim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óleo do Nim - O óleo do nim é composto basicamente de triglicerideos de oleico, steárico, linoleico, e palmitico. O óleo de nim é usado principalmente em lamparinas, sabões, e outros produtos não comestíveis. É usado por fabricantes de sabão por ser barato. &lt;br /&gt;Cosméticos - o nim é tido na India como um produto de beleza. As folhas do nim pulverizadas são um componente fundamental de pelo menos um creme facial muito usado. O óleo do nim purificado é também usado em esmaltes e outros produtos. &lt;br /&gt;Lubrificantes - O óleo do nim é lubrificante e resiste a degradação melhor que a maioria dos óleos vegetais, nas zonas rurais da Índia, o óleo é usado com freqüência para lubrificar rodas de carroças. &lt;br /&gt;Fertilizante - O nim demostrou um potencial considerável como fertilizante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - A pasta do nim - é amplamente usada na Índia para fertilizar plantações com objetivos comerciais, especialmente a cana-de-açúcar e hortaliças, pois contém nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio e potássio. Quando misturada na terra como adubo, protege as raízes das plantas de nematóides e formigas brancas.&lt;br /&gt;2 - As folhas do nim - em algumas áreas do estado de Karnataka na India as pessoas cultivam a árvore especialmente por sua folhas verdes e galhos, os quais são jogados dentro dos arrozais encharcados, antes das mudas serem transplantadas. &lt;br /&gt;Madeira - As propriedades da madeira do nim se parecem com as do mogno. É relativamente pesado e quando é cortado do pé propaga um forte cheiro. Embora seja fácil de serrar, trabalhar, polir e colar, deve antes ser secado com cuidado por que geralmente se parte e empena. É uma madeira boa para construções e amplamentos usados na fabricação de carroças, ferramentas manuseáveis e implementos agrícolas. É também comum o seu uso nas fabricações de móveis. É raramente atacado por formigas brancas e é resistente ao cupim. &lt;br /&gt;Combustível - O nim produz diversos combustíveis úteis. Seu óleo é queimado em lamparina, sua madeira usada como lenha. A casca da semente que não possui óleo e é desperdiçada na fabricação de pesticidas é amplamente empregada como combustível. O carvão produzido da madeira do nim é de excelente qualidade. &lt;br /&gt;Outros Produtos&lt;br /&gt;Existem outros produtos o quais são derivados do nim - Resina e um material que contém muitas proteínas. É possível usa-lo como aditivo alimentar e é amplamente usado como cola do neem. A casca do nim contém 14% de tanino. Ela produz fibras grossas e fortes, que entrelaçadas transformam-se em cordas nas vilas da India. Mel - apicultores plantam árvores do nim para adquirirem o mel de sua flores. Há relatos de pessoas que comem o nim. Dizem que Mahatma Gandhi, que possuía um grande respeito pelos efeitos nutritivos das plantas, sempre preparava um molho picante com as folhas do nim e comia com deleite, apesar de seu incrível gosto amargo. A polpa das frutas do nim é uma base promissora para a geração do gás metano e também pode servir como uma rica base de carboidratos para outras fermentações industriais. &lt;br /&gt;Efeitos do Nim em Insetos&lt;br /&gt;Rompendo ou inibindo o desenvolvimento de ovos e larvas&lt;br /&gt;Bloqueados a mudança de pele de larvas e ninfas&lt;br /&gt;Rompendo o acasalamento e a comunicação sexual.&lt;br /&gt;Repelindo larvas e insetos adultos.&lt;br /&gt;Impedindo a fêmea de botar ovos.&lt;br /&gt;Esterilizando os adultos.&lt;br /&gt;Envenenando larvas adultas.&lt;br /&gt;Impedindo a alimentação.&lt;br /&gt;Bloqueado a Habilidade de Swakkiw.&lt;br /&gt;Inibindo a formação de Chitin. &lt;br /&gt;Insetos Afetados por Produtos do Nim&lt;br /&gt;Mosca do Chifre - Mosca Branca - Mosca Caseira - Piolhos - Grilos - Formigas de Fogo - Gorgulho do Arroz - Barata, etc... &lt;br /&gt;Uso do Neem &lt;br /&gt;Casca - é amarga adstringente, acre, refrescante, lombrigueiro, inseticida, tônico para o fígado, expectorante e retentor da urina, É útil em condições anormais de lepra, doenças da pele, eczema, leucoderma, febre de malária, ferimentos, úlceras, azia, tumores, glândulas, aminorreias, reumatismo, sífilis, e fadiga. &lt;br /&gt;Folhas - são amargas adstringentes, acres. Depurativas, anti-sépticas, oftálmicas, lombrigueiras, abrem o apetite, inseticidas, refrescantes, e calmantes. São úteis em azias, lepra, leucoderma, doenças de pele, prurido, lombrigas, dispepsias, úlceras, tuberculoses, bolhas, eczema, e febres de malária. Tônicas, são úteis em cólicas e debilidades gerais. &lt;br /&gt;Sementes - são amargas, acres, termogênicas, purgantes, lombrigueiras, retentores de urina, emolientes, calmantes, depurativas. São úteis em condições anormais de tumores, lepra, da pele, lombrigas, hemorróidas, tuberculoses, ferimentos, constipação e diabetes. &lt;br /&gt;Óleo - é amargo. Lombrigueiro , relaxante, e depurativo. É útil em doenças crônicas da pele, impigem, sarna, lombrigas, febre de malária, sífilis e lepra. &lt;br /&gt;Neem e os Biopesticidas&lt;br /&gt;O setor agrícola domina o cenário econômico na Índia. A produção de grãos comestíveis gira em torno de 170 milhões de toneladas e estima-se que no ano 2000 a India necessitaria em torno de 210 milhões de tonelada de grãos comestíveis, tendo em vista o fato de que anualmente 6 milhões de toneladas são perdidos devido a pragas nas lavouras, ervas daninhas, roedores, pássaros e más condições do tempo e de estocagem. O uso de pesticidas, tornou-se essencial. O uso de pyretroides sinteticos nos últimos anos causou a propagação da mosca branca, no algodão em Gujarat, Andhra pradesh e em localidades do Tamil Nadu. Constantes resíduos de pesticidas altamente tóxicos DDT HCH e o Chorinated Hydrocarbon foram encontrado em hortaliças frutas, leites, óleos, manteiga, e carne, tanto quanto em leite materno. A natureza dispõe de alternativas aos pesticidas químicos que deveriam ser usados para o controle de pestes. Os biopesticidas produzidos do nim são de grande eficácia e comercialmente viáveis. Baratos, possuem efeitos a longo prazo, não poluem e não são nocivos à saúde humana. &lt;br /&gt;Bactérias: Biopesticida de mais sucesso até o momento é op Bacillus Thuringiensis *(B.T) existem 25 tipos de B.T. sendo usados contra pragas. Eles produzem várias toxinas inseticidas tais como exoand Endotoxins, que são responsáveis pela morte de insetos tão logo penetrem em seus corpos. Aproximadamente 525 insetos de vários tipos foram encontrados infectados pelo B.T. muitos produtos comerciais do B.T. foram fabricados por aproximadamente 12 empresas em 5 países e são denominados Thuricide, Bakthne, Bacttodpein, etc. essas formulas são excelentes no controle de peste da couve, tais como diamond heliothis do algodão e do milho, brocas européias do milho. Larva do Chifre do tabaco e largarta, do Castanheiro da Índia, foram relatada nos últimos anos. &lt;br /&gt;Fungos: Este é o mais amplo grupo de biopesticidas que incluem mais de 500 espécies de parasitas e fungos predatório eficazes contra inúmeros insetos fungos e nematoides. &lt;br /&gt;Nim: Um Biopesticida&lt;br /&gt;Controle do crescimento do arroz&lt;br /&gt;Controle de fungos nocivos ao arroz&lt;br /&gt;Controle da mancha do arroz &lt;br /&gt;Controle da bacteria que faz secar as folhas &lt;br /&gt;Controle do caruncho que afeta o coqueiro &lt;br /&gt;Controle das doeças de hortaliças &lt;br /&gt;Controle do caruncho do gengibre &lt;br /&gt;Controle patogênico de bacterias em plantas &lt;br /&gt;Controle de doenças viróticas em plantações de hortaliças &lt;br /&gt;Controle do vírus mosaico da pimenta usando produto vegetais&lt;br /&gt;Controle dos insetos que atacam a kail chinês&lt;br /&gt;Controle de fungos que atacam o amendoim&lt;br /&gt;Controle da descamação da batata&lt;br /&gt;Controle patogênico do solo para cultivo do gengibre&lt;br /&gt;Controle do vírus mosaico do pepino.&lt;br /&gt;O nim acrescentado aos inseticidas sintetícos é usado no controle do bullwowrm do algodão. nim é eficaz contra insetos que atacam o algodão, a vagem, o arroz, etc... o óleo do neem preserva as folhas do algodão. &lt;br /&gt;Apesar de cientistas se empenharem em descobrir plantas com características medicinais nos cantos mais remotos do mundo, o nim cresce nos jardins de casas e universidades da Ásia e da África sem chamar a atenção. A familiaridade com a planta fez com que cientistas não estudassem as propriendades do nim. Mas hoje em dia pesquisadores de todo o mundo estão empenhados em entender como funcionam os princípios ativos do nim para compreender como uma planta pode ter tantas utilizações. Atualmente a utilização do nim na agricultura é o que mais chama a atenção. &lt;br /&gt;Nim como inseticida:&lt;br /&gt;A maior parte das pesquisas sobre o nim é dedicada ao uso da planta na agricultura. Depois de estudar cerca de 250 espécies de plantas com características que podem contribuir para o controle de insetos e pragas, o consenso geral foi de que o nim é a plante de maior eficiência e de menos impacto ambiental. Inseticidas feitos à base de nim já estão sendo oferecido ao público. Ao que tudo indica o nim será uma alternativa natural aos inseticidas sintéticos.&lt;br /&gt;Em 1990, mais de 15 milhões de toneladas de insticidas sintéticos foram aplicados a jardins e gramados nos Estados Unidos. Normalmente estes inseticidas são toxidas que atacam o sistema nervoso dos insetos de forma rápida e letal. Apesar de serem realmente efetivos, esses inseticidas matam insetos de forma indiscriminada, incluindo insetos benéficos como abelhas e borboletas, e também são uma ameaça real para outros animais que cruzem a área onde a substância está sendo aplicada (como minhocas, passarinhos, esquilos, cachorros, gatos e até mesmo pesssoas). A maior parte dos fabricantes de inseticidas recomendam que não se ande descalço sobre a superfície que recebeu a substância por três dias.&lt;br /&gt;Pessoas que vivem a até 300 metros de onde o inseticida foi aplicada podem ser afetadas pela evaporação do produto. Inseticidas podem causar desde dores de cabeça até perda de sensibilidade nos membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propriedades naturais do nim não causam qualquer reação tóxica. O nim serve como inseticida porque a maioria dos insetos e pragas não se alimenta de plantas cobertas com nim, mesmo que a opção seja morrer de fome. O nim ainda como repelente e reduz a capacidade dos insetos em se reproduzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nim não é tóxico para pessoas ou animais de grande porte e, por isso, não precisam evitar áreas tratadas com nim. O nim também é um produto natural e portanto biodegradável. Só insetos que alimentam de plantas são afetados pelo nim, o que impede qualquer dano para insetos como abelhas e outros insetos benéficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nin como fungicida agrícola:&lt;br /&gt;O nim protege plantas e animais de uma variedade de fungos (Murthy and Sirsi,, 1958b); (Bhowmick, 1982); (Schmutterer &amp; Ascher, 1986). Nesse caso, testes provaram que os melhores resultados foram obtidos quando o nim foi utilizado como um agente preventivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nin no tratamento de vírus de plantas:&lt;br /&gt;Infecções em plantas causadas por outras plantas são difíceis de curar ou prevenir. Entretanto testes realizados por pesquisadores na Índia e nos Estados Unidos comprovaram que extratos de nim são muito eficazes na prevenção de infecções virais ou na redução do dano causado, uma vez que a infecção seja diagnosticada (Saxena, et al, 1985); (Simons, 1981).&lt;br /&gt;Nim no armazenamento de alimentos:&lt;br /&gt;Fazendeiros mais ricos pode, se dar ao luxo de utilizar pesticidas químicos para impedir que pragas destruam alimentos (como grãos e cereais) armazenados por longos períodos. O nim é uma opção natural mais acessível. Alimentos tratados com óleo de nim ficam protegidos de qualquer tipo de infestação por até 20 meses sem qualquer alteração. (Dunkel et al, 1995) &lt;br /&gt;Nim na correção do solo:&lt;br /&gt;Depois que o óleo foi extraído das sementes do nim, o bagaço pode ser utilizado na correção do solo - uma prática secular na Índia. Estudos mostram que misturar no solo o bagaço da semente que teve o óleo retirado mostram oferece resultados melhores do que a utilização de estrume ou outros adubos. O bagaço do nin ajuda a fixar o nitrogênio no solo, estimula a proliferação de minhocas e oferece proteção contra insetos (Khan, 1974); (Vizayalakshmi, et al, 1985). &lt;br /&gt;• Diabetes - Doses orais de extratos da folha do nim reduzem a quantidade de insulina necessária entre 30% e 50% em certos tipos de diabetes. &lt;br /&gt;• Doenças coronárias - O nim retarda a coagulação do sangue, normaliza batimentos cardíacos arrítmicos e ajuda a controlar a pressão arterial. &lt;br /&gt;• Herpes - Testes realizados recentemente na Alemana mostraram que extratos de nim são tóxicos para o vírus da herpes. &lt;br /&gt;• Dermatologia - Nim é muito efetivo no combate a problemas de pele como acne, eczema, coceiras, caspa e verrugas. &lt;br /&gt;• Úlceras - Extratos de nim protegem o estômago do desconforto causado pelas úlceras e acelera a cicatrização de feridas gástricas e intestinais. &lt;br /&gt;• Controle de natalidade masculino - O nim vem sendo testado na Índia e nos Estados Unidos para se conhecer seus efeitos sobre a fertilidade. Testes mostram que macacos tiveram sua fertilidade reduzida apesar da produção de esperma e hormônios permanecer inalterada. &lt;br /&gt;• Controle de natalidade feminino - Aplicado internamente na vagina, o óleo de nim teve 100% de sucesso em impedir a gravidez.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.floraliz.com.br/materias/oleodenin.html&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nim (Neem) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Árvore das Mil e uma Utilidades &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;Pesquisadores descobriram que o nim age tanto na área de Pesticidas, como na área&lt;br /&gt;medicinal. Descobriu-se que as sementes do Nim combatem mais de 200 espécies de&lt;br /&gt;insetos, pragas, baratas, traças, pulgões, dentre outros. Nim, uma árvore para&lt;br /&gt;resolver problemas globais. A árvore é provavelmente a melhor fonte de biopesticida&lt;br /&gt;existente. É um presente de Deus. Uma árvore que pode ajudar a todos. Surpreendentes&lt;br /&gt;propriedades de cura têm sido atribuídos ao nim por antigos autores sânscritos. Na&lt;br /&gt;verdade, a árvore tem servido como um dispensário nas áreas rurais e assegurou seu&lt;br /&gt;lugar na farmacopéia indiana. Devido a efeitos colaterais provocados por pesticidas&lt;br /&gt;sintéticos, a tendência atual é o uso de um pesticida natural. Mais de 2400 plantas&lt;br /&gt;são conhecidas por suas propriedades pesticidas, mas somente o Nim oferece um&lt;br /&gt;controle efetivo dos insetos que causam perdas nas agricultura sem afetar o meio&lt;br /&gt;ambiente. Várias partes da árvore têm sido usadas na Índia há vários milênios com&lt;br /&gt;propósitos medicinais. A Ayurveda considera a árvore como uma SARVA ROGHA NIVARANI &lt;br /&gt;(Cura de todos os males). Sua casca é receitada para febre , reumatismo, dores,&lt;br /&gt;lombares, etc. O óleo é usado no tratamento de tétano, urticária, eczema, escrófula,&lt;br /&gt;erisipelas, e nos estágios iniciais da lepra. O suco de folhas do nim é usado para&lt;br /&gt;expelir lombrigas, curar icterícia, e doenças da pele. Os pequenos galhos da árvore&lt;br /&gt;do nim são usados em muitas comunidades como escovas de dentes descartáveis que&lt;br /&gt;ajudam na preservação dos dentes. Vento soprando nas folhas da árvore de nim é de&lt;br /&gt;grande beneficio para pessoas nas redondezas. A árvore é muito estimada pelos&lt;br /&gt;Indianos. Folhas de nim mantida entre roupas de lã ou de seda dobradas as protegem&lt;br /&gt;de insetos. Antes da era dos inseticidas sintéticos, o miolo do nim era usado para&lt;br /&gt;proteger as plantações contra ataque de insetos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Descrição&lt;br /&gt;A árvores do nim são frondosas e podem alcançar 30 m de altura e 2,5 m de&lt;br /&gt;circunferência. A distribuição de seus galhos formam coroas de até 10 m de diâmetro&lt;br /&gt;Os galhos quase sempre permanecem cheios de folhas, exceto durante uma forte seca,&lt;br /&gt;quando as folhas podem cair. Seu tronco, geralmente reto e curto, tem uma casca&lt;br /&gt;grossa, forte e enrrugada. As raízes penetram profundamente no solo, e quando&lt;br /&gt;lesadas, produzem rebentos. Esses rebentos tendem a ser prolíficos em localidades&lt;br /&gt;secas. As pequenas flores brancas e bissexuais nascem em cachos e seu aroma parecido&lt;br /&gt;com o do mel atraem as abelhas. Seu fruto é macio e tem a forma elíptica e mede em&lt;br /&gt;torno de 2 cm de comprimento. Quando maduro fica amarelado e contém uma polpa doce&lt;br /&gt;envolvendo a semente. A semente é composta de uma concha e um miolo. As vezes 2 ou 3&lt;br /&gt;miolos cada um pesando a metade do peso da semente. É o miolo o mais usado como&lt;br /&gt;pesticida. A árvore do nim normalmente começa a produzir frutos após 3 a 5 anos.&lt;br /&gt;Torna-se completamente produtiva em 10 anos e, daí em diante pode produzir até 50&lt;br /&gt;quilos de frutas pôr ano. Esta árvore pode viver até 200 anos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Distribuição&lt;br /&gt;O nim é nativo em todo o subcontinente Indiano. É na India que a árvore é mais&lt;br /&gt;amplamente explorada. Ela é cultivada desde a ponta do Kerala até o Himalaia, em&lt;br /&gt;regiões tropicais e subtropicais, em regiões áridas até nas tropicais úmidas e desde&lt;br /&gt;o nível do mar até 700 m de altitude. O nim foi introduzido na África no inicio do&lt;br /&gt;século. Agora está sendo cultivado em pelo menos 30 países , principalmente naqueles&lt;br /&gt;ao longo da costa sul do deserto do Saara, onde se tornou um importante fornecedor&lt;br /&gt;de combustível e madeira. Foi introduzida em Fidji, Caribe, e em muitos países da&lt;br /&gt;América central e da América do sul.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Propagação&lt;br /&gt;A árvore é de fácil propagação, tanto sexual, quanto vegetativamente, pode ser&lt;br /&gt;plantada usando-se sementes, mudas, rebentos, ou cultura de tecidos. No entanto é&lt;br /&gt;normalmente cultivada a partir de sementes plantadas diretamente ou transplantadas&lt;br /&gt;como mudas de um viveiro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Problemas com o nim&lt;br /&gt;Fogo mata as mudas de nim instantaneamente. Fortes ventos são problemas em&lt;br /&gt;potencial. Árvores grandes frequentemente caem durante furacões, ciclones, ou&lt;br /&gt;tufões. A regeneração das mudas do nim sob galpões são sensíveis à súbita exposição&lt;br /&gt;de intensa luz solar. Em algumas localidades, ratos e porcos espinhos matam as&lt;br /&gt;árvores jovens roendo sua casca ao redor da base.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Propriedades Fungicidas&lt;br /&gt;O nim provou ser eficaz contra certos fungos que infectam o corpo humano tais fungos&lt;br /&gt;são um problemas crescente e difíceis de serem controlados por fungicidas&lt;br /&gt;sintéticos. São exemplos de alguns fungos combatidos pelo nim-&lt;br /&gt;Trichophyto: Pé-de-atleta que infecta tanto a pele quanto as unhas.&lt;br /&gt;Epidermophyton : Micose que infecta o cabelo, a pele e as unhas do pé.&lt;br /&gt;Trichosporon : Um fungo do canal intestinal.&lt;br /&gt;Microsporum : Uma micose que infecta o cabelo a pele e as unhas.&lt;br /&gt;Geotrichum : Um fungo espumante que causa infeção nos brônquios, pulmões, e&lt;br /&gt;membranas da mucosa.&lt;br /&gt;Cândida : Um fungo que é parte da mucosa normal da flora, mas que pode ficar fora de&lt;br /&gt;controle e provocar lesões na boca, vagina e pulmões.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Propriedades Anti- Bacterianas&lt;br /&gt;Óleo de Nim tem eliminado várias espécies de bactérias patogênicas, incluindo&lt;br /&gt;STAPHYLOCOCCUS AUREUS, que é uma fonte comum de intoxicação alimentar, e causadora&lt;br /&gt;de desarranjos. SALMONELLA TYPHOSA, esta bactéria muito temida que vive na comida e&lt;br /&gt;na água causa o tifo, envenenamento alimentar e uma variedade de infecções que&lt;br /&gt;incluem envenenamento sangüíneo e inflamação intestinal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Propriedades Anti-Viróticas&lt;br /&gt;A atividade anti-virótica do nim tem alta eficácia, particularmente contra doenças&lt;br /&gt;caracterizadas por erupções. Varíola , catapora , e verrugas , têm sido&lt;br /&gt;tradicionalmente tratados com pasta de nim, esfregando-se a mesma na área afetada. O&lt;br /&gt;nim é um preventivo muito eficiente contra vírus , mas não é a cura.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Propriedade Inseticida Dermatológica&lt;br /&gt;Nim é um remédio comum e popular contra piolho e vermes. No Haiti , por exemplo, as&lt;br /&gt;folhas do nim são esmagadas e esfregadas nos ferimentos infectados por vermes, e na&lt;br /&gt;Índia e Bangladesh, moradores de vilas aplicam o nim no cabelo para matar piolho,&lt;br /&gt;fatos observados com grande sucesso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim no Tratamento Dentário&lt;br /&gt;Tanto na India como na África milhões de pessoas usam pequenos galhos de nim como&lt;br /&gt;escovas de dentes todos os dias. Dentistas aprovam esta prática primitiva por&lt;br /&gt;acharem que realmente previne doenças periodônticas. Não está claro se o beneficio é&lt;br /&gt;devido á massagem regulares da gengiva, se por prevenir a formação de placas, se&lt;br /&gt;pelas propriedades anti-sépticas do nim, ou se pelas três hipóteses juntas.&lt;br /&gt;Companhias alemãs usam o nim como um ingrediente ativo em pastas dental. O nim se&lt;br /&gt;mostra muito eficaz na preservação e cura de inflamações nas gengivas e nas doenças&lt;br /&gt;periódicas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim como Preventivo da Doença de Chagas&lt;br /&gt;O parasita Trypanosoma crusi causa esta grave doença. Ele vive e se reproduz dentro&lt;br /&gt;das células nervosas e das células musculares, particularmente nas do coração,&lt;br /&gt;sugando toda a energia de sua vitimas. Extratos do nim atuam sobre o mosquito que&lt;br /&gt;transmite a Doença de Chagas. Os extratos não matam os insetos, ao invés, eles os&lt;br /&gt;imunizam contra parasitas que vivem dentro do insetos por um ciclo de sua vidas. Uma&lt;br /&gt;pesquisa foi realizada e mostrou que alimentando-se os mosquitos transmissores com&lt;br /&gt;nim, não só os libertam do parasitas, como também o azadirachta impedem o jovem&lt;br /&gt;inseto de mudar de pele e os adultos de se reproduzirem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim como Preventivo da Malária&lt;br /&gt;Profissionais indianos da medicina Ayurvedica tem preparado doses orais do nim e&lt;br /&gt;administrado em paciente portadores de malária a séculos. A atividade anti-malárica&lt;br /&gt;do nim está relatada nos livros de Ayurveda. Chá das folhas do nim é usado para&lt;br /&gt;tratar-la. Certos extratos das folhas e das sementes do nim, provaram sua eficiência&lt;br /&gt;contra os parasitas da malária. O nim reage tão bem quanto o quinino nas culturas de&lt;br /&gt;células afetadas pela malária.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim como Analgésico e Anti-Térmico&lt;br /&gt;Nim é também muito eficaz como analgésico, antitérmico e antinflamatório, e um&lt;br /&gt;produto de baixo custo. O nim é usado para estes propósitos onde quer que seja&lt;br /&gt;cultivado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outras Propriedades Medicinais&lt;br /&gt;Extratos de águas das folhas e do óleo do nim provaram reduzir significativamente o&lt;br /&gt;açucar no sangue e impedir que a adrenalina produza hiperglicemia em animais de&lt;br /&gt;laboratório. O nim demostrou uma propriedade significativa de infertilidade em ratos&lt;br /&gt;machos sem interferir com os espermas atogenesis. Extratos alcoólicos das folhas&lt;br /&gt;provaram curar doenças cutâneas como o eczemas, impigem, etc. Nimbidim , um&lt;br /&gt;componente amargo extraído do óleo do nim provou possuir uma atividade analgésica e&lt;br /&gt;antipirética eficaz no tratamento de sarna e úlcera gastroduodenal crônica&lt;br /&gt;Ninbatikta. Um elemento completamente amargo do azadirachta indica também provou&lt;br /&gt;curar úlcera crônicas com eficácia o uso do óleo do nim intravaginal provou ser&lt;br /&gt;eficaz na prevenção da gravidez.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim no Controle de Insetos&lt;br /&gt;Os indianos tem tradicionalmente esmagado as folhas do nim e esfregado as mesmas nos&lt;br /&gt;ferimentos expostos do gado para eliminar os vermes. Mosca de chifre. O azadirachta&lt;br /&gt;atravessa o canal digestivo do ruminante e lá permanece tempo suficiente para que as&lt;br /&gt;moscas de chifre não se desenvolvam no estrume. O Óleo e o extrato da semente do NIM&lt;br /&gt;impedem que a blow fly fêmea, Lucilia Sericata, de botar seus ovos em carneiros. No&lt;br /&gt;Sri Lanka, o óleo do nim é esfregado no gado como um repelente de insetos como a&lt;br /&gt;mosca-de-chifre. O azadirachta também é capaz de exterminar os ovos da mosca&lt;br /&gt;stomoxys calcitrans.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim no Controle de Bactérias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bactéria do staphylococcus aureus causa mastite, inflamação das glândulas mamarias&lt;br /&gt;em vacas. A aparente eficácia do nim em controlar certos tipos dessa bactérias pode,&lt;br /&gt;portanto, ser de grande importância econômica para fabricas de laticínios nas nações&lt;br /&gt;re&gt;que cultivam o nim. A bactéria salmonella além de afetar a saúde humana, causa&lt;br /&gt;aborto em animais, gado, e carneiros, como também vários tipos de infeções em aves&lt;br /&gt;domésticas e gado, podendo, também, ser controlado pelo nim.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Produtos Industriais do Nim&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Óleo do Nim - O óleo do nim é composto basicamente de triglicerideos de oleico,&lt;br /&gt;steárico, linoleico, e palmitico. O óleo de nim é usado principalmente em&lt;br /&gt;lamparinas, sabões, e outros produtos não comestíveis. É usado por fabricantes de&lt;br /&gt;sabão por ser barato.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cosméticos - o nim é tido na India como um produto de beleza. As folhas do nim&lt;br /&gt;pulverizadas são um componente fundamental de pelo menos um creme facial muito&lt;br /&gt;usado. O óleo do nim purificado é também usado em esmaltes e outros produtos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lubrificantes - O óleo do nim é lubrificante e resiste a degradação melhor que a&lt;br /&gt;maioria dos óleos vegetais, nas zonas rurais da Índia, o óleo é usado com freqüência&lt;br /&gt;para lubrificar rodas de carroças.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fertilizante - O nim demostrou um potencial considerável como fertilizante&lt;br /&gt;1 - A pasta no nim - é amplamente usada na Índia para fertilizar plantações com&lt;br /&gt;objetivos comerciais, especialmente a cana-de-açúcar e hortaliças, pois contém&lt;br /&gt;nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio e potássio. Quando misturada na terra como&lt;br /&gt;adubo, protege as raízes das plantas de nematóides e formigas brancas.&lt;br /&gt;2 - As folhas do nim - em algumas áreas do estado de Karnataka na India as pessoas&lt;br /&gt;cultivam a árvore especialmente por sua folhas verdes e galhos, os quais são jogados&lt;br /&gt;dentro dos arrozais encharcados, antes das mudas serem transplantadas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Madeira - As propriedades da madeira do nim se parecem com as do mogno. É&lt;br /&gt;relativamente pesado e quando é cortado do pé propaga um forte cheiro. Embora seja&lt;br /&gt;fácil de serrar, trabalhar, polir e colar, deve antes ser secado com cuidado por que&lt;br /&gt;geralmente se parte e empena. É uma madeira boa para construções e amplamente usada&lt;br /&gt;na fabricação de carroças, ferramentas manuseáveis e implementos agrícolas. É também&lt;br /&gt;comum o seu uso na fabricações de móveis. É raramente atacado por formigas brancas e&lt;br /&gt;é resistente ao cupim.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Combustível - O nim produz diversos combustível úteis. Seu óleo é queimado em&lt;br /&gt;lamparina, sua madeira usada como lenha. A casca da semente que não possui óleo e é&lt;br /&gt;desperdiçada na fabricação de pesticidas é amplamente empregada como combustível. O&lt;br /&gt;carvão produzido da madeira do nim é de excelente qualidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outros Produtos&lt;br /&gt;Existem outros produtos o quais são derivados do nim - Resina e um material que&lt;br /&gt;contém muitas proteínas. É possível usa-lo como aditivo alimentar e é amplamente&lt;br /&gt;usado como cola do nim. A casca do nim contém 14% de tanino. Ela produz fibras&lt;br /&gt;grossas e fortes, que entrelaçadas transformam-se em cordas nas vilas da India. Mel&lt;br /&gt;- apicultores plantam árvores do nim para adquirirem o mel de sua flores. Há relatos&lt;br /&gt;de pessoas que comem o nim. Dizem que Mahatma Gandhi, que possuía um grande respeito&lt;br /&gt;pelos efeitos nutritivos das plantas, sempre preparava um molho picante com as&lt;br /&gt;folhas do nim e comia com deleite, apesar de seu incrível gosto amargo. A polpa da&lt;br /&gt;frutas do nim é uma base promissora para a geração do gás metano e também pode&lt;br /&gt;servir como uma rica base de carbohidratos para outras fermentações industriais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Efeitos do Nim em Insetos&lt;br /&gt;Rompendo ou inibindo o desenvolvimento de ovos e larvas&lt;br /&gt;Bloqueados a mudança de pele de larvas e ninfas&lt;br /&gt;Rompendo o acasalamento e a comunicação sexual.&lt;br /&gt;Repelindo larvas e insetos adultos.&lt;br /&gt;Impedindo a fêmea de botar ovos.&lt;br /&gt;Esterilizando os adultos.&lt;br /&gt;Envenenando larvas adultas.&lt;br /&gt;Impedindo a alimentação.&lt;br /&gt;Bloqueado a Habilidade de Swakkiw.&lt;br /&gt;Inibindo a formação de Chitin.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Insetos Afetados por Produtos do Nim&lt;br /&gt;Mosca do Chifre - Mosca Branca - Mosca Caseira - Piolhos - Grilos - Formigas de Fogo&lt;br /&gt;- Gorgulho do Arroz - Barata, etc...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uso do Nim&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Casca - é amarga adstringente, acre, refrescante, lombrigueiro, inseticida, tônico&lt;br /&gt;para o fígado, expectorante e retentor da urina, É útil em condições anormais de&lt;br /&gt;lepra, doenças da pele, eczema, leucoderma, febre de malária, ferimentos, úlceras,&lt;br /&gt;azia, tumores, glândulas, aminorreias, reumatismo, sífilis, e fadiga.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Folhas - são amargas adstringentes, acres. Depurativas, anti-sépticas, oftálmicas,&lt;br /&gt;lombrigueiras, abrem o apetite, inseticidas, refrescantes, e calmantes. São úteis em&lt;br /&gt;azias, lepra, leucoderma, doenças de pele, prurido, lombrigas, dispepsias, úlceras,&lt;br /&gt;tuberculoses, bolhas, eczema, e febres de malária. Tônicas, são úteis em cólicas e&lt;br /&gt;debilidades gerais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sementes - são amargas, acres, termogênicas, purgantes, lombrigueiras, retentores de&lt;br /&gt;urina, emolientes, calmantes, depurativas. São úteis em condições anormais de&lt;br /&gt;tumores, lepra, da pele, lombrigas, hemorróidas, tuberculoses, ferimentos,&lt;br /&gt;constipação e diabetes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Óleo - é amargo. Lombrigueiro , relaxante, e depurativo. É útil em doenças crônicas&lt;br /&gt;da pele, impigem, sarna, lombrigas, febre de malária, sífilis e lepra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim e os Biopesticidas&lt;br /&gt;O setor agrícola domina o cenário econômico na Índia. A produção de grãos&lt;br /&gt;comestíveis gira em torno de 170 milhões de toneladas e estima-se que no ano 2000 a&lt;br /&gt;India necessitaria em torno de 210 milhões de tonelada de grãos comestíveis, tendo&lt;br /&gt;em vista o fato de que anualmente 6 milhões de toneladas são perdidos devido a&lt;br /&gt;pragas nas lavouras, ervas daninhas, roedores, pássaros e más condições do tempo e&lt;br /&gt;de estocagem. O uso de pesticidas, tornou-se essencial. O uso de pyretroides&lt;br /&gt;sinteticos nos últimos anos causou a propagação da mosca branca, no algodão em&lt;br /&gt;Gujarat, Andhra pradesh e em localidades do Tamil Nadu. Constantes resíduos de&lt;br /&gt;pesticidas altamente tóxicos DDT HCH e o Chorinated Hydrocarbon foram encontrado em&lt;br /&gt;hortaliças frutas, leites, óleos, manteiga, e carne, tanto quanto em leite materno.&lt;br /&gt;A natureza dispõe de alternativas aos pesticidas químicos que deveriam ser usados&lt;br /&gt;para o controle de pestes. Os biopesticidas produzidos do nim são de grande eficácia&lt;br /&gt;e comercialmente viáveis. Baratos, possuem efeitos a longo prazo, não poluem e não&lt;br /&gt;são nocivos à saúde humana.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bactérias: Biopesticida de mais sucesso até o momento é op Bacillus Thuringiensis&lt;br /&gt;*(B.T) existem 25 tipos de B.T. sendo usados contra pragas. Eles produzem várias&lt;br /&gt;toxinas inseticidas tais como exoand Endotoxins, que são responsáveis pela morte de&lt;br /&gt;insetos tão logo penetrem em seus corpos. Aproximadamente 525 insetos de vários&lt;br /&gt;tipos foram encontrados infectados pelo B.T. muitos produtos comerciais do B.T.&lt;br /&gt;foram fabricados por aproximadamente 12 empresas em 5 países e são denominados&lt;br /&gt;Thuricide, Bakthne, Bacttodpein, etc. essas formulas são excelentes no controle de&lt;br /&gt;peste da couve, tais como diamond heliothis do algodão e do milho, brocas européias&lt;br /&gt;do milho. Larva do Chifre do tabaco e largarta, do Castanheiro da Índia, foram&lt;br /&gt;relatada nos últimos anos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fungos: Este é o mais amplo grupo de biopesticidas que incluem mais de 500 espécies&lt;br /&gt;de parasitas e fungos predatório eficazes contra inúmeros insetos fungos e&lt;br /&gt;nematoides.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nim: Um Biopesticida&lt;br /&gt;Controle do crescimento do arroz&lt;br /&gt;Controle de fungos nocivos ao arroz&lt;br /&gt;Controle da mancha do arroz &lt;br /&gt;Controle da bacteria que faz secar as folhas &lt;br /&gt;Controle do caruncho que afeta o coqueiro &lt;br /&gt;Controle das doeças de hortaliças &lt;br /&gt;Controle do caruncho do gengibre &lt;br /&gt;Controle patogênico de bacterias em plantas &lt;br /&gt;Controle de doenças viróticas em plantações de hortaliças &lt;br /&gt;Controle do vírus mosaico da pimenta usando produto vegetais&lt;br /&gt;Controle dos insetos que atacam a kail chinês&lt;br /&gt;Controle de fungos que atacam o amendoim&lt;br /&gt;Controle da descamação da batata&lt;br /&gt;Controle patogênico do solo para cultivo do gengibre&lt;br /&gt;Controle do vírus mosaico do pepino.&lt;br /&gt;O nim acrescentado aos inseticidas sintetícos é usado no controle do bullworm do&lt;br /&gt;algodão. nim é eficaz contra insetos que atacam o algodão, a vagem, o arroz, etc...&lt;br /&gt;o óleo do nim preserva as folhas do algodão.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para mudas de Nim, envie mensagem para : cindia@casadaindia.com.br&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por&lt;br /&gt;Nirmal Singhal e Mônica Singhal-INSDOC, Nova Delhi&lt;br /&gt;Artigo gentilmente cedido pela Casa da índia&lt;br /&gt;cindia@casadaindia.com.br &lt;br /&gt; http://www.joaosuassuna.hpg.ig.com.br/neem3.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁRVORE NEEM – UMA REVOLUÇÃO NO CAMPO&lt;br /&gt;Na busca de alternativas para o combate das pragas, visando a melhoria do meio ambiente, redução de custos e vida  saudável, surge como opção   a árvore NEEM, e seus derivados.O NEEM, é uma árvore originária da Índia, sendo nativa da região de Burna e das zonas áridas do sub-continente indiano e sudoeste asiático.&lt;br /&gt;Nessas regiões o NEEM, é considerado uma planta medicinal de relevante importância pêlos seus  efeitos  positivos  junto à  saúde das  PLANTAÇÕES, ANIMAIS E DO PRÓPRIO HOMEM, pôr já estar sendo cultivada há muitas décadas  nas zonas áridas da Ásia – na Índia, crescem naquele país hoje, aproximadamente - l8 milhões de pés de NEEM. A árvore tem sido levada para outras regiões quentes do planeta  como o Oeste da  África,  uma vez que se adapta bem às zonas tropicais úmidas com altitude de  800 metros, além da qualidade de fazer sombra.&lt;br /&gt;Ela é cultivada desde a ponta do Kerala até o Himalaia, em regiões tropicais e subtropicais. Agora está sendo plantada em pelo menos 30 países, principalmente naqueles ao longo da costa sul do deserto do Saara, onde se tornou um importante fornecedor de combustível e madeira.&lt;br /&gt;Na América Latina foi trazida no século passado, em projetos específicos junto aos governos de países como Nicarágua, Honduras, Cuba, Venezuela e República Dominicana.&lt;br /&gt;No Brasil, o NEEM chegou em l993, pôr iniciativa da  Empresa Brasileira de Pesquisa - EMBRAPA,  -visando a viabilidade em razão de seu rápido crescimento e a sua resistência excepcional  à seca ,o que a torna propícia ao clima tropical brasileiro.&lt;br /&gt;Na América do Norte  do Norte e Europa o NEEM não se desenvolve, pôr causa do frio , o que ocorre também no Brasil, nos estados do Sul.&lt;br /&gt;O NEEM é uma árvore para resolver problemas globais.&lt;br /&gt;Todos os produtos do NEEM, são completamente  naturais, não são tóxicos para a humanidade e nem para os animais domésticos e insetos benéficos e ao meio ambiente.&lt;br /&gt;O NEEM tem vida útil de até 200 anos e é uma árvore que pode ajudar a todos, pois provavelmente é a única melhor fonte bío pesticida existente com propriedade bacteriana. É anti - virótica e anti - térmica. Na verdade, esta árvore tem servido como um dispensatório  nas áreas rurais. Oferece um controle efetivo dos insetos que causam perdas na   agricultura.&lt;br /&gt;Várias partes da árvore tem sido usadas na Índia, há vários milênios, o que a torna -uma árvore polivalente.&lt;br /&gt;Seu nome científico é  – AZADIRACHTA INDICA A JUSS. Da família das Maliaceas - depois de um ano já pode ter altura de 3 a 4 metros, vindo a atingir em sua  idade adulta – depois de  9 anos - até 20 metros de altura pôr 2.5 de circunferência. Em torno de 3 a 4 anos  começa a florescer   produzindo frutos que têm formatos de  azeitonas. A distribuição de seus galhos formam coroas de até 05 m de diâmetro.&lt;br /&gt;Pesquisadores descobriram que o Neem age tanto na área de pesticidas como na área medicinal. Descobriu-se que suas sementes e folhas combatem mais de 200 espécies de insetos, pragas baratas, traças, pulgões dentre outros.&lt;br /&gt;A árvore é provavelmente  a  única  e  melhor fonte de bio-pesticida existente. É um presente de Deus, isto é, um árvore que pode ajudar a todos.&lt;br /&gt;Surpreendentes propriedades de cura têm sido atribuídos ao Neem pôr antigos escritores sanscritos. Na verdade, a árvore tem servido como um dispensário nas áreas rurais e assegurou um lugar na farmacopéia indiana. Devido a efeitos colaterais provocados pôr pesticidas sintéticos, a tendência é o uso de um pesticida natural.&lt;br /&gt;Mais de 2400 plantas são conhecidas pôr suas propriedades pesticidas, mas somente o Neem oferece um controle efetivo dos insetos que causam perdas na agricultura sem afetar o meio ambiente. Sua casca é receitada para febre, reumatismo, dores lombares, etc. O óleo é usado no tratamento de tétano, urticária, eczema, escrófula, erisipelas e nos estágios iniciais da lepra. O suco da folha do Neem é usado para expelir lombrigas, curar icterícia e doenças de pele. Os pequenos galhos da árvore do Neem são usados em muitas comunidades como escova de dentes descartáveis para ajudar na preservação dos dentes.&lt;br /&gt;Mesmo antes de antigos  conhecedores de ervas medicinais descobrirem as qualidades analgésicas do salgueiro – do qual a aspirina é derivada – as pessoas já usavam galhos, frutas e folhas do Neem, para curar várias doenças. Mesmo hoje, indianos de áreas rurais se referem à árvore do Neem como sua farmácia local, devido ao poder de curar doenças e indisposições, que vão desde problemas dentários e picadas de percevejos, até úlceras e malária.&lt;br /&gt;Cientistas modernos estão encontrando mais e mais usos para esta notável árvore. As sementes, a casca e as folhas contém comprovada combinação de uso anti-séptico, anti-viral, antipirético, antiinflamatório, antifúngico e contra a úlcera. Embora estudos importantes para provar conclusivamente a eficácia do Neem sejam limitados pela carência de financiamentos e pela falta geral de conhecimento sobre a árvore no ocidente, estudos preliminares propõem usos fascinantes para o Neem.&lt;br /&gt;A Alemanha em parceria com a República Dominicana, desenvolveu um  plano de plantio do Neem, voltado para o pequeno produtor, que resultou na Fundação Agricultura e Meio Ambiente. Toda matéria prima colhida, é absorvida  pela  indústria alemã, que a utiliza na fabricação de artigos  de higiene e medicinais.&lt;br /&gt;Cuba desenvolve um grande plantio, já tendo alcançado a taxa de 30% de inseticida natural em uso no País, derivado do Neem.&lt;br /&gt;Toda a Europa principalmente a França já  pesquisa há mais de duas décadas a utilização do Neem. O Japão também tem demonstrado grande interesses pelas potencialidades desta árvore.&lt;br /&gt;Atualmente o Neem está sendo muito divulgado e cultivado no Brasil.&lt;br /&gt;Estes dados foram coletados com base em informações obtidas através de entrevistas com: Dra. Andrea Brechelt da República Dominicana, Dr. Jesus Ortiz da Universidade de Cuba, Embrapa – Arroz e Feijão, Quinabra Química Natural Brasileira Ltda    e  tantos outros que tem realizado  pesquisas  voltadas para o Neem, A mídia através de várias publicações como a revista Globo Rural,  Jornal do Campo de “O Popular”, Folha de São Paulo, Revista Safra, O Estado de São Paulo e a própria internet, também tem se interessado na divulgação do crescimento e desenvolvimento da cultura do Neem no Brasil.&lt;br /&gt;http://www.plantaneem.com.br/arvore.htm&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Para situar um plantio de NIM você pode produzir suas próprias mudas ou comprá-las de alguém que produz. Para produzir suas mudas, escolha um local sombreado e próximo de uma fonte de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prepare uma mistura de 2 partes de terra e 1 parte de esterco curtido, e encha sacos plásticos ou outros recipientes apropriados, que tenham dimensões de mais 15 x 25cm. Encha os sacos com essa mistura, arrume um ao lado do outro e, depois de bem regados, semeie 2 sementes de NIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As plantas nascem entre 8 a 14 dias e devem ser regadas 2 e 3 vezes por semana. Nos sacos que germinarem as duas sementes, deixe apenas um planta e, se desejar, aproveite a outra, transplantando-a para outro saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plantio das mudas em local definitivo deve ser feito quando a terra estiver bem úmida e as mudas tiverem entre 40 e 50 centímetros de altura. As covas deverão ter dimensões de 30 x 30 x 40 centímetros, espaçadas de 6 a 7 metros entre elas e 6 a 7 metros entre as fileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o NIM também é forrageira, deve-se evitar que animais de criação entrem na área enquanto os ramos das plantas estiverem ao seu alcance. Deve-se também fazer uma cobertura morta com capim seco ou palha, ao redor de cada planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as plantas estiverem se desenvolvendo, recomenda-se plantar culturas anuais nos espaços entre as covas de NIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO&lt;br /&gt;As sementes de NIM perdem o poder de germinação a partir de 3 a 4 semanas depois de colhidas. Assim, para garantir a produção de mudas é necessário semear sementes novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NIM: Protetor natural contra pragas e doenças de plantas e animais domésticos&lt;br /&gt;O NIM, (Azadirachta indica) é uma planta originária da Índia, introduzida no Brasil em 1982. Trata-se de uma árvore que, em poucos anos, atinge mais de 10 metros de altura. Produz os primeiros frutos entre 2 e 5 anos depois do plantio e nas condições do Nordeste chega a produzir duas safras anuais. Desenvolve-se bem em regiões semi-áridas, por ser resistente à seca e suportar temperaturas elevadas, adaptando-se facilmente a diferentes tipos de solos. No sertão nordestino árvores de Nim proporcionam sombra acolhedora e favorecem um micro-clima agradável.&lt;br /&gt;As flores do Nim são muito procuradas pelas abelhas, que desempenham importante papel na sua polinização e não são prejudicadas nessa atividade. No entanto, aplicações de extratos de Nim sobre plantas em floração devem ser evitadas, pois podem prejudicar as abelhas.&lt;br /&gt;Protetor natural contra pragas e doenças&lt;br /&gt;O Nim traz grandes benefícios para a agricultura e a pecuária. Seus produtos são usados na proteção natural de plantas e animais domésticos contra um grande número de pragas e doenças. Controla lagartas, besouros, gafanhotos, pulgões, cochonilhas, mosca branca e pragas de grãos armazenados. É também indicado no controle de nematóides e doenças provocadas por fungos e bactérias. No tratamento de animais é usado como carrapaticida, vermífugo e no controle da mosca do chifre dos bovinos. É inofensivo aos seres humanos, mamíferos e aves.&lt;br /&gt;Em razão da presença nas folhas, cascas, frutos e sementes do Nim, de substâncias como a Azadiractina, Nimbina e Salanina, os produtos dele derivados atúam de diferentes maneiras sobre os insetos. Têm ação inseticida, repelente, reguladora do crescimento e inibidora de apetite. Insetos tratados com o Nim ao se reproduzirem geram insetos deformados, com baixa capacidade de reprodução e alimentação, reduzindo assim a infestação da praga.&lt;br /&gt;Produção de madeira&lt;br /&gt;O Nim produz madeira de boa qualidade, amplamente empregada na fabricação de compensados, móveis em geral, construção de embarcações e na construção civil e rural. Tem a vantagem de não ser suscetível ao ataque de cupins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óleo&lt;br /&gt;Das sementes do Nim, extrai-se um óleo que é empregado na fabricação de medicamentos de uso humano e veterinário, inseticidas para a agricultura orgânica e também na produção de cremes para pele, xampus, sabonetes e creme dental.  &lt;br /&gt;COLHEITA E PROCESSAMENTO DE SEMENTES DE NIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Jorge B. F. Lima&lt;br /&gt;Fortaleza, junho de 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1998, o ESPLAR vem difundindo o plantio da árvore Nim, através de distribuição de sementes e mudas. Atualmente, só em Tauá existem mais de dez mil plantas de diferentes idades, pertencentes a mais de mil agricultores e agricultoras familiares. Agora que algumas árvores começaram a produzir, chegou a hora de buscarmos mercado para os  produtos do nim e apoiarmos os agricultores e agricultoras familiares na venda desses produtos. &lt;br /&gt;Esta é portanto uma responsabilidade que nós do Esplar estamos assumindo, juntamente com  agricultores e agricultoras que, nas áreas onde trabalhamos, se dedicaram ao plantio de nim. &lt;br /&gt;Desde o final de 2001 dois agricultores de Tauá venderam sementes, destinadas ao plantio, para duas prefeituras e para agricultores de outros municípios do Ceará, para uma firma de São Paulo e pessoas da Bahia e Rio Grande do Sul. Novas encomendas continuam chegando ao ESPLAR, que entra em contato com quem está produzindo sementes para atender esses pedidos. &lt;br /&gt;Quem tem comprado sementes colhidas em Tauá com a nossa orientação, constata que se trata de produto de qualidade muito boa, graças aos cuidados adotados na colheita e processamento das mesmas.   &lt;br /&gt;Estamos também procurando encontrar um modelo de prensa para extração caseira de óleos vegetais, inclusive  de nim. Com o crescimento da produção, é possível que, até o final de 2002, os agricultores/as familiares de Tauá e Canindé comecem a extrair o óleo das sementes de Nim, tanto para uso próprio, como para a venda ou para a fabricação caseira de diferentes produtos. &lt;br /&gt;As sementes extraídas de frutos do nim podem ser utilizadas tanto na produção de mudas para novos plantios, como para a extração de óleo.&lt;br /&gt;No Brasil, já existe procura tanto de sementes como do óleo. Este é procurado por algumas indústrias para a fabricação de defensivos naturais contra pragas de plantas e  animais e para a fabricação de  sabonetes, pasta de dentes, cremes para a pele e xampu para animais.&lt;br /&gt;A venda de sementes para o plantio pode ser uma boa fonte de renda pois, até agora,  sua oferta no Brasil ainda é pequena. A maior parte das sementes plantadas no Brasil são importadas da República Dominicana e da Nicarágua e o óleo vem da Índia.&lt;br /&gt;As sementes de nim geralmente perdem a capacidade de germinar a partir de 3 a 4 semanas depois de colhidas. Além disso se não forem despolpadas, lavadas, secas e guardadas de maneira correta, podem mofar e se tornarão imprestáveis tanto para o plantio como para os outros usos. Por esta razão, para produzir mudas ou para extrair óleo, é necessário muito cuidado durante a colheita, seleção, despolpa, lavagem, secagem e armazenagem das sementes, para que os produtos obtidos tenham qualidade garantida. &lt;br /&gt;Agricultores/as que cultivam poucas plantas, levam vantagem em relação a quem tem grandes áreas plantadas, porque poderão colher e beneficiar as sementes de forma muito mais cuidadosa.  Além disso, o clima seco do sertão semi-árido favorece a produção, a secagem e a conservação das sementes de nim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - COLHEITA DOS FRUTOS&lt;br /&gt;Os cachos devem ser colhidos quando pelo menos um quarto dos frutos estiverem amarelos e o restante “de vez". Uns poucos frutos ainda estarão verdes e devem ser descartados.&lt;br /&gt;No caso dos frutos “de vez”, embora ainda não estejam amarelos as sementes já estarão completamente desenvolvidas e podem ser aproveitadas depois que amadurecerem.&lt;br /&gt;Os frutos caídos no solo também devem ser  aproveitados, mesmo aqueles cuja polpa foi retirada  por pássaros ou formigas.&lt;br /&gt;Depois de colhidos deve-se separar os frutos maduros e “de vez”,  colocando cada tipo em baldes ou sacos separados, onde permanecerão por um ou dois dias. Uma pequena  fermentação que acontece nesse período facilita a despolpa sem prejudicar a qualidade das sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - PROCESSAMENTO &lt;br /&gt;O processamento dos  frutos de nim  compreende seleção, despolpa, lavagem, e secagem. São operações  fáceis, mas um tanto trabalhosas que devem ser realizadas com muito cuidado para garantir a qualidade do produto.&lt;br /&gt;No nosso clima, onde  as temperaturas sempre altas, a umidade existente no fruto, na polpa e na semente, favorecem o desenvolvimento de mofo. &lt;br /&gt;Restos de polpa sobre a casca da semente também ajudam no desenvolvimento de mofo que prejudica a germinação ou a qualidade do óleo extraído delas.&lt;br /&gt;Lugares fechados e sem ventilação, também favorecem o desenvolvimento desses fungos.&lt;br /&gt;A presença de fungos nas sementes ou nos frutos é identificada facilmente pelo cheiro de mofo e pelas manchas escuras que se formam sobre a casca das sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 – DESPOLPA E LAVAGEM&lt;br /&gt;Para fazer a despolpa são necessários uma bacia, uma vasilha com água, areia fina e uma peneira.&lt;br /&gt;Coloca-se uma camada de frutos que ocupe quase todo o fundo da bacia e em seguida um pouco de areia. Em seguida adiciona-se água aos poucos, até formar uma espécie de mingau. &lt;br /&gt;Coloca-se a palma de uma mão sobre essa mistura e pressiona-se levemente os frutos em  movimentos circulares. Aos poucos o atrito faz as cascas e a polpa  soltarem e em alguns minutos as sementes estarão limpas.&lt;br /&gt;Na sequência deve-se colocar as sementes numa peneira para lavá-las. Depois de limpas,  as sementes devem ser colocadas numa outra vasilha.&lt;br /&gt;Aproveita-se o momento da lavagem para separar aquelas sementes que ainda tenham restos de polpa  aderidos na casca para depois completar a despolpa.&lt;br /&gt;Ao terminar a despolpa, coloca-se  um punhado de cal em uma vasilha com água na qual as sementes limpas devem ser deixadas por uns dez minutos. Esse tratamento com cal diminui os riscos de ataque de mofo durante o armazenamento das sementes.&lt;br /&gt;2.2 - SECAGEM&lt;br /&gt;Depois de tratadas com cal, as sementes devem ser colocadas no sol por três a quatro horas. Para isto devem ser espalhadas  sobre sacos de pano ou folhas de jornal, em uma camada bem fina. &lt;br /&gt;Esse período no sol é suficiente para retirar a maior parte da umidade existente nas sementes, cuja secagem deve ser completada à sombra, durante dois a três dias. &lt;br /&gt;Durante a secagem deve-se aproveitar para descartar alguma semente que ainda tenha ficado com restos de polpa, com manchas escuras ou rachadas, para não prejudicar a qualidade do produto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - ARMAZENAMENTO&lt;br /&gt;Quando as  semente estiverem completamente secas, devem ser  guardadas em sacos de papel ou de pano. Nunca usar sacos de plástico ou materiais semelhantes.&lt;br /&gt;Nunca se deve usar sacos plásticos pois facilitam o aparecimento de mofo.&lt;br /&gt;No caso de lotes pequenos, de dois ou três quilogramas, quando houver demora de vários dias até a venda ou o plantio, as sementes devem ser colocados numa geladeira, para evitar prejuízos na germinação.. Para isto devem ser embaladas em sacos de papel ou de pano e em seguida protegidas dentro de uma sacola de plástico, muito bem fechados.&lt;br /&gt;No caso de volumes maiores, quando não é possível guardar em geladeira,  é necessário  colocar os sacos em local fresco, ventilado e nunca em contato direto com o chão. A cada semana, as sementes devem ser inspecionadas, colocando-se a mão dentro de cada saco para verificar a temperatura e a umidade. Se as sementes estiverem quentes ou úmidas é necessário colocá-las novamente para secar à sombra, num lugar bem ventilado..&lt;br /&gt;Se as sementes adquirirem um leve cheiro de mofo, é necessário colocá-las outra vez  para secar ao sol por uma a duas horas, de preferência em no início da manhã, até 8 ou 9 horas e no final da tarde, a partir de 15 ou 16 horas. Sementes mofadas devem ser descartadas. Acondicionar novamente nos sacos depois que estiverem frias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – QUALIDADE DAS SEMENTES&lt;br /&gt;Sementes de qualidade superior têm  a casca quase branca, devem estar bem secas e livres de mofo e de impurezas. Sementes muito pequenas, inferiores ao tamanho médio do lote, devem ser descartadas, assim como aquelas mofadas, manchadas e com a casca quebrada ou rachada.&lt;br /&gt;Sementes sadias têm casca quase  branca, inteira e o cheiro típico de Nim, que é parecido com o cheiro do alho.&lt;br /&gt;Quando destinadas ao plantio é necessário fazer um teste para determinar a porcentagem de germinação de cada lote de sementes. Para isto, colocam-se cem sementes para germinar em uma vasilha com terra, que deve ser deixada à sombra e regada diariamente.  A partir do oitavo dia observar e anotar o número de sementes germinadas. Continuar essas anotações até o vigésimo  dia. O número total de plantas nascidas ao final desses vinte dias,  indicará a porcentagem de germinação. Essa informação é muito importante para o comprador e deve constar do rótulo pregado na embalagem.&lt;br /&gt;O rótulo deve conter as seguintes informações: nome do agricultor, localidade ou propriedade, município, ano da safra, número do lote , período da colheita, porcentagem de germinação e peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE DE INFORMAÇÕES&lt;br /&gt;Este texto resulta da experiência adquirida pelo seu autor na realização de todas as etapas do processamento de sementes de Nim, assim como da leitura e adaptação de recomendações das seguintes publicações:&lt;br /&gt;1 - ARBOL NIM EN NICARÁGUA – Cultivo y aprovechamiento como fuente de insecticidas botánicos, de autoria de Anne Kathrina Gruber e Maritza Méndez, técnicas do Proyecto Insecticida Botánico Nim, publicado em Manágua, em 1992.&lt;br /&gt;  2 – EL NIM Y SUS BIOINSECTICIDAS, UNA ALTERNATIVA AGROECOLÓGICA,  elaborado em Havana, Cuba, por Jesús Estrada Ortiz, Maria T. López Díaz   e Pedro Barrios, do INIFAT. &lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.esplar.org.br/produtos/nim.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-8684117113653419682?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/8684117113653419682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=8684117113653419682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8684117113653419682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8684117113653419682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/nim-plantando-cuidados-irrigao-e.html' title='NIM, Contra Pragas - Controle de Natalidade Masculino e Feminino.'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NJIlMumCI/AAAAAAAAAgY/FA-xzBS4eBE/s72-c/nim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-6212532935306577282</id><published>2008-01-20T05:03:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T05:09:57.343-08:00</updated><title type='text'>Graviola: uma fruta medicinal</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NG7VMumBI/AAAAAAAAAgQ/-8C8nFqmztg/s1600-h/GRAVIOLA.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NG7VMumBI/AAAAAAAAAgQ/-8C8nFqmztg/s320/GRAVIOLA.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157543983386105874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Graviola: uma fruta medicinal &lt;br /&gt;O Brasil vem destacando-se mundialmente como um importante produtor e consumidor de frutas, especialmente as tropicais e subtropicais. Muitas fruteiras são nativas do Brasil e muitas delas ainda são desconhecidas ou pouco conhecidas. &lt;br /&gt;Dentre estas, destacam-se as Anonáceas, que no passado não apresentavam importância, mas que atualmente se transformaram em cultivos rentáveis e geradores de empregos. Dentro da família das Anonáceas, destacam-se a Graviola (Annona muricata), Pinha, Ata ou Fruta-do-Conde (Annona squamosa), Cherimólia (Annona cherimola) e Atemóia (híbrido entre cherimólia e pinha). &lt;br /&gt;Dentre as Anonáceas, o cultivo da gravioleira é bastante recente. Com a evolução do mercado, muitas áreas comerciais têm surgido em diversos Estados brasileiros, destacando-se Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Minas Gerais. O fruto da graviola era destinado na quase totalidade para agroindústria visando obtenção de polpa, suco, néctar, etc. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A graviola é uma fruta originária das Antilhas, prefere climas úmidos, baixa altitude, e não exige muito em relação a terrenos. A graviola é uma árvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura) e encontrada em quase todos os países tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. Os frutos tem forma ovalada, casca verde-pálida, são grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilos e dando o ano todo. Contém muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e semelhante à fruta-do-conde. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A tecnologia adotada nas diversas regiões produtoras é muito variável, havendo produtores que não usam quase nenhuma tecnologia moderna, como irrigação, nutrição adequada, poda, proteção dos frutos e controle fitossanitário, com métodos orgânicos, comprometendo a produtividade e qualidade dos frutos produzidos. Apesar disso, diversos produtores têm cultivado a gravioleira de forma racional, adotando a tecnologia disponível e obtendo produtividades elevadas e boa rentabilidade. &lt;br /&gt;Esta fruta é conhecida não somente por seu delicioso sabor característico, levemente azedo, bem como seu riquíssimo conteúdo em nutrientes. Cerca de 100 gramas de graviola fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C (um terço da Recomendação de Ingestão Diária). &lt;br /&gt;Por se tratar de uma fruta com riquíssima composição nutricional, a graviola apresenta inúmeras propriedades terapêuticas, podendo ser utilizada em sua totalidade. Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros. A graviola pode ser utilizada sob a forma in natura, sob a forma de chás, preparada como cataplasmas que são sobrepostos diretamente nas afecções cutâneas e também em cápsulas que contêm os princípios nutricionais desta maravilha da natureza. &lt;br /&gt;Porém, uma das maiores descobertas sobre a graviola foi sua sensacional capacidade de agir contra as células do câncer, mostrando em testes em laboratório um potencial extraordinário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as propriedades terapêuticas da graviola pode-se destacar o seu potencial diurético, adstringente, vitaminizante, antiinflamatório, anti-reumático, bem como sua propriedade antiespasmódica, antitussígena e anticancerígena. É boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras, incrementando o cardápio com vitaminas e minerais, bom para a saúde. É ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, que devem evitar consumi-la in natura, pois sua acidez é irritativa e pode provocar dor. &lt;br /&gt;Fonte: www.planetaorganico.com.br&lt;br /&gt;GRAVIOLA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fruto de uma árvore proveniente da Amazônia, a Graviola é considerada uma grande aliada no combate a mais de 12 tipos diferentes de câncer; seio, pulmão, próstata entre outros. &lt;br /&gt;Proporciona uma satisfatória melhora durante o tratamento em até dez mil vezes mais, do que com a quimioterapia. &lt;br /&gt;Desde de 1996 o Health Sciences Institute - Instituto de Ciências e saúde dos Estados Unidos - procura e estuda dados para o tratamento do câncer, com o uso deste tipo de fruto. Foram divulgados resultados surpreendentes, em que a Graviola ajudaria realmente no combate ao câncer. Estudos "In vitro" com a Graviola foram realizados em mais de 20 laboratórios, para fim de comprovar sua real eficácia no combate as células cancerígenas. &lt;br /&gt;A partir de extratos extraídos desta poderosa árvore será possível combater o câncer com uma terapia completamente natural, que não cause efeitos secundários severos como náuseas e perda de cabelo, provenientes da quimioterapia. &lt;br /&gt;Proteger o sistema imunológico e evitar possíveis infecções também será possível com o uso da Graviola. Diferente da quimioterapia a Graviola não destrói células saudáveis, possuindo ação seletiva. &lt;br /&gt;Algumas partes da árvore como, a casca, raiz e o fruto são usados a centenas de anos pela população indígena do Sul da América para o tratamento de doenças cardíacas, asma, problemas no fígado e artrite. &lt;br /&gt;A graviola promete proporcionar um tratamento diferenciado no combate ao câncer. Um tratamento natural na maioria das vezes dá a sensação de força e vitalidade, além de melhorar a perspectiva de vida. &lt;br /&gt;Usada em dosagens de 600mg na forma de cápsulas, podendo ser combinada com Vitaminas A, E, C e Selênio esse tratamento pode se tornar uma das poucas alternativas para combater o câncer.&lt;br /&gt;Fonte: www.plantaservas.hpg.ig.com.br&lt;br /&gt;GRAVIOLA&lt;br /&gt;CULTURA DA GRAVIOLA &lt;br /&gt;Tem-se como origem da gravioleira as terras baixas da América Tropical e vales peruanos; conhecida como guanábano (língua espanhola), soursop (lingua inglesa) e corossolier (língua francesa) é fruta tropical importante nos mercados da América Tropical sendo a Venezuela o maior produtor sul-americano. A sua importância comercial no Brasil é pequena apesar da demanda crescente pela polpa do fruto no país, no Oriente Médio e na Europa (Alemanha e Espanha). No Nordeste brasileiro o município cearense de Trairi mantém plantios organizados dessa fruteira.&lt;br /&gt;BOTÂNICA/DESCRIÇÃO/VARIEDADES&lt;br /&gt;A gravioleira é conhecida como Anona muricata, L, Dicotiledonea, Anonaceae. Tem hábito de crescimento ereto, pode alcançar 4 a 8 m. de altura quando adulta, abundante sistema radicular, caule único com ramificação assimétrica. As flores são perfeitas, hermafroditas, verde-escuras a verde-claras. O fruto - graviola - também conhecido como jaca-de-pobre, jaca-do-pará, coração-de-rainha, araticum manso, é uma baga composta (sincarpo) com peso oscilando entre 0,4 Kg. a 10 Kg, comprimento médio em 30 cm. e formato de coração; a casca tem espículas carnosas moles e é verde-clara na colheita. A polpa é branca sucosa. A semente com 1 a 2 cm. de comprimento, peso 0,59 g. (170 sementes/100 g.) é preta na sua retirada do fruto passando a marrom dias após; de ordinário encontra-se 100 sementes por fruto.&lt;br /&gt;A composição de 100 g. de polpa é: 60 calorias, 1 g. de proteina, 24 mg. de cálcio, 28 mg. de fósforo, 0,5 mg. de ferro, 20 mmg. Vit. A, 0,07 mg. Vit. B1, 0,05 mg. Vit. B2, 26 mg. Vit. C.&lt;br /&gt;- No Nordeste brasileiro predomina o tipo de graviola nordestina ou crioula ( com frutos cordiformes, pesando entre 1,5-3,0 Kg., polpa mole, doce a sub-ácida).&lt;br /&gt;A EMBRAPA/CPAC (Cerrado) introduziu no país gravioleiras colombianas (1981); dentre elas sobressae-se a Morada (que produz 40 Kg. de polpa/planta/ano, frutos grandes - 3 a 10 Kg. - redondo a cordiforme, polpa firme, sabor sub-ácido; a planta é tolerante ao ataque de brocas).&lt;br /&gt;USOS DA GRAVIOLEIRA&lt;br /&gt;Planta: Alcaloides, como a anonina e a muricuna, são extraídos da casca do tronco, das folhas e das sementes; são destinados à produção de inseticidas.&lt;br /&gt;Fruto: A polpa é consumida ao natural, com açúcar ou compondo refrescos, sucos e sorvetes apesar de ser de difícil digestão (1,8% de celulose).&lt;br /&gt;Prestando-se bem ao processamento a polpa é utilizada na indústria para produção de sucos concentrados, polpas congeladas, néctar, geléias, cremes, bebidas (Cuba), diuréticos e xaropes anti-escorbuticos.&lt;br /&gt;NECESSIDADES DA PLANTA&lt;br /&gt;Planta originária de regiões de clima tropical a gravioleira também desenvolve-se em regiões de clima sub-tropical e tem boa adaptabilidade ao Nordeste brasileiro.&lt;br /&gt;CLIMA&lt;br /&gt;Requer temperatura média anual entre 25ºC a 28ºC (21-30ºC sem quedas abaixo de 12ºC), chuvas acima de 1.000 mm./ano bem distribuídos (100 mm./mês), com período seco na frutificação, umidade relativa do ar entre 75 e 80%. A região quente do semi-árido nordestino, com irrigação artificial, induz boa vegetação e produção à gravioleira.&lt;br /&gt;SOLOS&lt;br /&gt;A planta adapta-se a diferentes tipos de solo mas prefere aqueles profundos, bem drenados, ricos em matéria orgânica, ligeiramente ácidos - Ph entre 6,0-6,5 - não sujeitos a encharcamento e argilo-arenosos. Os solos de aluvião, bem drenados, prestam-se bem à graviola.&lt;br /&gt;PROPAGAÇÃO/FORMAÇÃO DE MUDAS&lt;br /&gt;A propagação da gravioleira é feita através de processos assexuados - alporquia, estaquia, cultivo de tecidos e enxertia (garfagem - o comercial) - e processo sexual - via sementes.&lt;br /&gt;Para qualquer dos processos a planta matriz - fornecedora de ramos de tecidos, de gemas ou de sementes - deve ser vigorosa, precoce, sadia, e de boa produção. As sementes devem ser obtidas de frutos maduros e sadios e elas devem ser integras e vigorosas.&lt;br /&gt;MUDAS PARA FORMAÇÃO DE POMARES COMERCIAIS &lt;br /&gt;Enxertos - devem ser obtidas de produtores de mudas credenciados por organizações oficiais. Para pomares caseiros pode-se preparar mudas (via sementes) na propriedade rural. &lt;br /&gt;PREPARO DE MUDAS VIA SEMENTES&lt;br /&gt;Vinte quatro horas antes do semeio a semente é colocada em água fria para quebra de dormencia. Sacos de polietileno com 35 cm de altura x 22 cm de largura e 0,2 mm de espessura, recebem 6 a 8 L de mistura formada de 2 partes de terra areno-argilosa e uma de esterco de curral bem curtido. Para cada m3 da mistura adicionar 200 g de calcário dolomítico, 200 g de cloreto de potássio e 250 g de superfosfato simples. A 2 cm de profundidade coloca-se 2 a 3 sementes por saco e irriga-se; entre 20 e 35 dias (até 60 dias) dá-se a germinação. &lt;br /&gt;Os sacos são dispostos em fileiras duplas distantes de 60 cm entre si e cobertos com sombrite ou folha de palmeira (50% de luz). Plantinhas com 5 a 10 cm de altura são desbastadas deixando-se a mais vigorosa. 4 a 5 meses pós semeio, muda com 30 a 40 cm de altura estará apta ao plantio definitivo. Para controle de pragas e doenças pode-se utilizar maeatiom 50 CE e oxicloreto de cobre 50 PM, em pulverizações de 10 em 10 ou de 15 em 15 dias. A partir do 3o mês permitir paulatinamente, a entrada de mais luz no viveiro. Manter solo no saco úmido, sem exagero.&lt;br /&gt;INSTALAÇÃO DO POMAR &lt;br /&gt;Preparo do solo: passa por derrubada, destoca, encoivaramento e queima (se área de mata); controle de cupins e formigas completam 3 meses antes do plantio efetuar aração (30 cm de profundidade) e uma a duas gradagens. Em caso de correção de solo, aplicar calcário antes da aração (metade da dose) e antes da 1o gradagem (outra metade).&lt;br /&gt;Espaçamento/densidade&lt;br /&gt;O espaçamento varia de 4 m X 4 m (625 plantas/há), a 8 m a 8 m(156 plantas/há). A variação deve-se do porte da planta, topografia do terreno, fertilidade, plantio consorciado ou não, definitivo ou temporário, condições climáticas... . Em terreno plano utiliza-se 6 m X 6 m (quadrado) , em área pouco acidentada 6 m X 6 m (triângulo); em solo fértil, rico em matéria orgânica 8 m X 8m e sob clima tropical úmido 6 m X 6 m ou 7 m X 7m .&lt;br /&gt;Coveamento/ adubação básica&lt;br /&gt;Covas devem ter dimensões 60 cm X 60 cm e ser abertas 60 dias antes do plantio separando terra dos primeiros 20 cm. No fundo da cova coloca-se mistura de parte da terra separada com 20 L de esterco de curral curtido e, 200 g de calcário; enche-se a cova com outra metade da terra separada mais 600 g de superfosato triplo, 200 g de cloreto de potássio e 200 g de calcário dolomítico.&lt;br /&gt;Plantio&lt;br /&gt;Deve ser feito em terrenos com altitude abaixo de 1.200 m, próximos a estradas, em áreas planas a levemente onduladas.&lt;br /&gt;No início da estação chuvosa efetua-se o plantio. Retira-se o fundo do saco, leva-se a muda à cova onde retira-se o resto do saco ao tempo em que se chega terra ao torrão comprimindo-a; a superfície do torrão deve ficar 2 cm acima do solo. Prepara-se uma bacia com 10 cm de altura a 30 cm do caule com 20 cm de palha seca. Irriga-se com 20 L de água e, em caso de ventos, tutora-se a muda (estaca enterrada ao lado que amarra a muda).&lt;br /&gt;TRATOS CULTURAIS &lt;br /&gt;- Manter cultura livre de ervas invasoras roçando as ruas de plantio e capinando em coroamento (projeção da copa da planta. &lt;br /&gt;- Poda de formação: cortar broto terminal a 60 cm do solo e selecionar 3-4 brotos bem distribuídos nos últimos 20 cm de altura do caule para formação da copa (não permitir altura acima de 2,2 m).&lt;br /&gt;- Poda de limpeza - Eliminar ramos indesejáveis, ramos secos, doentes ou praguejados.&lt;br /&gt;- Adubação em cobertura: No início das chuvas aplica-se 15 litros de esterco de curral. A cada 3 meses aplicar 1 Kg da fórmula 10-13-15/planta, incorporando a 10 cm de profundidade numa área com limites 1/3 para dentro a 1/3 para fora do limite da copa.&lt;br /&gt;- Crê-se que a necessidade de água/dia da gravioleira está entre 3,5 e 4,0 mm:&lt;br /&gt;CONSORCIAÇÃO&lt;br /&gt;Como cultura secundária pode-se consorciar-se à mangueira; como cultura principal, aceita leguminosas (feijão, amendoim, soja) ou milho, abóbora, batatinha.&lt;br /&gt;PRAGAS&lt;br /&gt;Broca-do-Tonco: Cratosomus Sp. Coleoptera, Curculionidae; O inseto adulto é um besouro convexo de cor quase preta; a forma jovem, lagarta (broca), é branca, com cabeça escura, sem patas. A femêa ovipõe em orifício que faz na casca; a lagarta, saindo do ovo, penetra na madeira abre galeria no tronco e expele dejeções pelo orifício. O sinal do ataque é a presença de excrementos e exsudação pegajosa no tronco.&lt;br /&gt;Controle: injeção via orifício, de inseticida DDVP (10 ml. /10 litros de água).&lt;br /&gt;Broca-do-Fruto&lt;br /&gt;Cerconata anonella (Sepp.1830) Lepidoptera, Stenomidae. - O adulto é mariposa branca-acinzentada com 25 mm. de envergadura que põe ovos sobre flores e pequenos frutos. O jovem (lagarta), cor de rosa ou verde-pardo, roe a casca do fruto penetrando para seu centro, destroe a polpa e aloja-se na semente. Frutos atacados apodrecem e caem.&lt;br /&gt;Controle: queimar frutos atacados (planta e chão), pulverizar frutos com inseticida triclorfom 50 SC (Dipterex a 0,2%) ou fentiom 50 CE (Lebaycia a 0,15%) a cada 10 dias. Ainda usa-se ensacamento do fruto com saco de papel parafinado.&lt;br /&gt;Com outras pragas cita-se vespa-da-semente (Bephrateloides), moscas-das-frutas (Ceratitis, Anastrepha), lagarta-das-flores (Thecla) e tripes-do-fruto (Heliothrips) que podem ser controlados com paratiom, carbaryl, malatiom e fentiom.&lt;br /&gt;DOENÇAS&lt;br /&gt;Em Viveiro: Tombamento de Plantinha - (fungos Rhizoctonia, Fusarium) - Agentes atacam colo e raízes das plantinhas tombando-as. Controla-se, preventivamente, tratando a terra para enchimento dos sacos com brometo de metila.Como tratamento pós germinação, pulverizar colo das plantinhas com benomyl 50 PM (Benlate a 0,1%).&lt;br /&gt;Em Campo: - Antracnose: fungo Colletotrichum gloeosporioides Penz. - Fungo ataca ramos novos, flores e frutos pequenos provocando sua queda (umidade relativa e temperatura altas).&lt;br /&gt;Controle: oxicloreto de cobre 50 PM (200 g. / 100 l. água) ou benomyl 50 PM (150 g. / 100 l. água) em pulverizações intercaladas de 10 em 10 dias.&lt;br /&gt;- Podridão Parda: fungo Rhizophus stolonifer Sac. - Fungo ataca flores e frutos, - na colheita e pós-colheita, penetrando através do penduculo causando podridão da polpa seguindo-se a mumificação do fruto.&lt;br /&gt;COLHEITA / RENDIMENTO&lt;br /&gt;Gravioleiras provenientes de sementes iniciam a floração no 3º ou 4º ano pós-plantio e as enxertadas já no 1º ano de vida. A produção comercial aos 3 e 5 anos; ela permanece por 10 a 15 anos.&lt;br /&gt;Sugere-se que os frutos sejam colhidos logo que a coloração da casca passar do verde escuro para o verde-claro (perda do brilho da casca e polpa levemente mole se comprimindo o fruto com dedo). Após colheita o fruto é colocado em pratileiras em ambiente com 22ºC de temperatura e 40-50% de umidade relativa. Seis dias após o fruto estará comestível durando 2-3 dias.&lt;br /&gt;Têm sido registradas produções de 32 t. de frutos/há. (384 plantas de 6 anos - Havai), 10 t. /há (238 plantas de 8 anos) de gravioleiras.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;br /&gt;www.todafruta.com.br&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-6212532935306577282?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/6212532935306577282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=6212532935306577282' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/6212532935306577282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/6212532935306577282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/graviola-uma-fruta-medicinal.html' title='Graviola: uma fruta medicinal'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NG7VMumBI/AAAAAAAAAgQ/-8C8nFqmztg/s72-c/GRAVIOLA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-1350057367981331433</id><published>2008-01-20T04:49:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T04:59:59.258-08:00</updated><title type='text'>Atemóia fruta-do-conde</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NFQFMumAI/AAAAAAAAAgI/KGSA5v2n_sQ/s1600-h/ATEM%C3%93EA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NFQFMumAI/AAAAAAAAAgI/KGSA5v2n_sQ/s320/ATEM%C3%93EA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157542140845135874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nome Científico: Annona sp &lt;br /&gt;Nome Popular: Araticum, ata, fruta-do-conde, anona, pinha, coração-de-boi, fruta-pinha, cabeça-de-negro, condessa, fruta-da-condessa, cherimóia, coração-de-rainha, graviola, falsa-graviola, biribá &lt;br /&gt;Família: Annonaceae &lt;br /&gt;Divisão: Angiospermae &lt;br /&gt;Origem: Antilhas &lt;br /&gt;Ciclo de Vida: Perene &lt;br /&gt;As árvores da família Annonaceae são conhecidas pela produção de seus frutos exóticos e deliciosos. São árvores de médio e pequeno porte, alcançando até 10 metros de altura e 40 cm de diâmetro de tronco, de acordo com a espécie. As folhas são lisas, alternas, ovaladas a lanceoladas, cerosas, com margens lisas e nervuras bem marcadas. As flores são discretas, com seis pétalas livres entre si, de coloração creme ou verde ferrugínea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos tem um aspecto rústico, com formato de pinha, e apresentam tamanhos variados, desde pequenos com 250 gramas de peso como a fruta-do-conde (Annona squamosa), até pesados frutos de 10 kg de graviola (Annona muricata). A casca dos frutos é áspera e esverdeada e a polpa é geralmente branca e macia. As sementes são em geral numerosas, brilhantes e castanhas, com cerca de 1,5 cm de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos dos araticuns são muito versáteis, apreciados e podem em geral ser consumidos in natura, ou na forma de sucos, geléias, shakes, sorvetes, licores, doces ou como legume, cozidos, assados ou fritos. A atemóia, árvore híbrida entre a fruta-do-conde (A. squamosa) e a cherimóia (A. chermolia) tem excelentes características produtivas como fruta de mesa, produz um número menor de sementes e polpa doce, mole, suave, perfumada e levemente ácida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os araticuns devem ser cultivados sob sol pleno, apreciando solos calados, leves e bem drenados, plantados em covas espaçosas e bem preparadas com esterco de curral curtido, húmus de minhoca e farinha de ossos. A produção inicia-se normalmente após o 3 ano do plantio e as adubações devem ser anuais, ricas em fósforo e potássio para boas frutificações. O desbaste dos frutos menores, poupa a planta e melhora a qualidade geral dos frutos. A maioria das espécies se multiplica por sementes, no entanto para obter plantas e frutos mais uniformes, saudáveis e de qualidade, em produções comerciais recomenda-se a enxertia ou a estaquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medicinal&lt;br /&gt;Indicações: Verminoses, reumatismo, cólicas, disenteria. &lt;br /&gt;Propriedades: Emoliente, antiinflamatório, anti-reumático, rica em vitamina C &lt;br /&gt;Partes usadas: Folhas, frutos, sementes. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.jardineiro.net/br/banco/annona_sp.php&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-1350057367981331433?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/1350057367981331433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=1350057367981331433' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1350057367981331433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1350057367981331433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/atemia-fruta-do-conde.html' title='Atemóia fruta-do-conde'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NFQFMumAI/AAAAAAAAAgI/KGSA5v2n_sQ/s72-c/ATEM%C3%93EA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-8664635409237819822</id><published>2008-01-20T04:43:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T04:49:26.597-08:00</updated><title type='text'>Mangueira Árvore</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NCqVMul_I/AAAAAAAAAgA/0IVLHdVSWFg/s1600-h/Mangas.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NCqVMul_I/AAAAAAAAAgA/0IVLHdVSWFg/s320/Mangas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157539293281818610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As mangueiras são grandes árvores, podendo atingir entre 35 e 40 metros de altura, com um raio de copa próximo de 10 metros. Suas folhas são perenes, com entre 15 e 35 centímetros de comprimento e entre seis e 16 centímetros de largura Quando jovens estas folhas são rosa-alaranjadas. As flores são diminutas, em inflorescências paniculadas nas extremidades dos ramos. São tantas que seu perfume é sentido a boa distância.&lt;br /&gt;As sementes, quando jogadas em solo fértil e bem irrigado, podem germinar com facilidade e originar novas árvores de crescimento rápido nos primeiros anos. Desta forma a mangueira tem se disseminado pelas formações vegetacionais nativas no Brasil, e apresentam uma ameaça à vegetação nativa quando sua cultura não tem o manejo adequado.&lt;br /&gt;A fruta&lt;br /&gt;A manga é uma fruta do tipo drupa, de coloração variada: amarelo, laranja e vermelha, sendo mais roseada no lado que sofre insolação direta e mais amarelada ou esverdeada no lado que recebe insolação indireta. Normalmente, quando a fruta ainda não está madura, sua cor é verde, mas isso depende do cultivar. A polpa é suculenta e muito saborosa, em alguns casos fibrosa, doce, encerrando uma única semente grande no centro. As mangas são usadas na alimentação das mais variadas formas, mas é mais consumida ao natural.&lt;br /&gt;Uma manga fresca contém cerca de 15% de açúcar, até 1% de proteína e quantidades significativas de vitaminas, minerais e anti-oxidantes, podendo conter vitamina A, vitamina B e vitamina C.&lt;br /&gt;Graças à alta quantidade de ferro que contém, a manga é indicada para tratamentos de anemia e é benéfica para as mulheres grávidas e em períodos de menstruação. Pessoas que sofrem de cãimbras, stress e problemas cardíacos, podem se beneficiar das altas concentrações de potássio e magnésio existentes que também auxiliam àqueles que sofrem de acidose. Também há relatos de que as mangas suavizam os intestinos, tornando mais fácil a digestão. Na Índia, onde a manga é a fruta nacional, acredita-se que as mangas estancam hemorragias, fortalecem o coração e trazem benefícios ao cérebro.&lt;br /&gt;História&lt;br /&gt;Pesquisadores acreditam que a manga seja originária do sudeste da Índia, Myanmar e Bangladesh após terem sido encontrados registros fósseis com cerca de 25 a 30 milhões de anos.&lt;br /&gt;Durante os anos mais recentes, mangas têm sido produzidas nas áreas tropicais e sub-tropicais mundiais, onde o clima favorece seu crescimento. É então largamente cultivada em regiões de clima tropical e subtropical: sul da Ásia, América do Norte, América do Sul e América Central, no Caribe, nas porções sul e central da África e Austrália. As mangueiras, as árvores que produzem manga, necessitam de calor e períodos secos para poderem produzir bons frutos. Acredita-se que a manga é a fruta fresca mais consumida em todo o mundo. A manga foi introduzida na Califórnia (Santa Barbara) nos anos de 1880[2].&lt;br /&gt;Antes dos anos 1900 as mangueiras eram disseminadas por sementes. Em 1900, George B. Cellon criou e usou o enxerto de gomo com sucesso. Estabeleceu então um viveiro em Miami. O Florida Mango Forum que foi organizado em 1938, tem feito muito pelos desenvolvimentos e avanços da manga na Flórida[3].&lt;br /&gt;A presença de mangueiras no morro próximo à residência dos imperadores do Brasil, na Quinta da Boa Vista, no século XIX, originou seu nome, Morro da Mangueira, hoje em dia um dos redutos mais famosos do samba no Rio de Janeiro (a Estação Primeira de Mangueira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Flores de mangueira&lt;br /&gt;Podem ser cultivadas em climas tropicais e subtropicais. Devem ser plantadas em uma área com boa drenagem e um solo ligeiramente ácido. Devem ser regadas regularmente quando jovens, porém, ao atingirem a maturidade, devem ser regadas com intervalos entre 10 e 15 dias[4]. Cerca de 4 a 5 meses após a floração, as mangas estão maduras. Quando a manga já chegou em seu tamanho final e está pronta para ser colhida, ela se torna fácil de ser tirada do pé, com um simples puxão.&lt;br /&gt;Pestes e doenças&lt;br /&gt;Diversas doenças atacam as plantações de manga. Agentes patogénicos podem provocar diversos tipos de doenças, podendo causar pesadas perdas na produção de manga.&lt;br /&gt;Mais de 492 espécies de insetos, 17 espécies de ácaros e 26 espécies de nemátodes têm atacado as mangueiras.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.pt.wikipedia.org/wiki/Mangifera&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-8664635409237819822?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/8664635409237819822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=8664635409237819822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8664635409237819822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8664635409237819822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/mangueira-rvore.html' title='Mangueira Árvore'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5NCqVMul_I/AAAAAAAAAgA/0IVLHdVSWFg/s72-c/Mangas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-3229659928605937809</id><published>2008-01-20T04:19:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T04:26:16.772-08:00</updated><title type='text'>Pitomba ("Talisia esculenta")</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M9eVMul-I/AAAAAAAAAf4/OhXDstes1n8/s1600-h/Pitomba.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M9eVMul-I/AAAAAAAAAf4/OhXDstes1n8/s320/Pitomba.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157533589565249506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pitomba&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nome binomial&lt;br /&gt;Talisia esculenta&lt;br /&gt;A pitomba, ("Talisia esculenta") é a fruta da pitombeira, árvore presente desde a região Amazônica até a Mata Atlântica, do Nordeste ao Rio de Janeiro, que chega ter até doze metros. Seus frutos são comestíveis, saborosos e muito consumidos tanto pelo homem como pela fauna. A pitomba possui em geral um a dois caroços revestidos por uma camada fina e suculenta, adocicada e um pouco ácida. Quando maduros, a fruta tem a cor laranja e em média cerca de três centímetros.&lt;br /&gt;A multiplicação da pitombeira se dá por meio das sementes encontradas nos frutos.&lt;br /&gt;Também conhecida como pitomba ou caruiri, a (Eugenia luschnathiana) é um fruto pequeno, arredondado, com folhas tomentosas, comestível e muito saboroso, facilmente encontrado em Pernambuco, na Paraíba e no Rio Grande do Norte, estados do Nordeste do Brasil. É colhida de janeiro a abril. Muito rica em vitamina C, não é usada em preparações culinárias; seu consumo é melhor ao natural. A árvore que dá o fruto é também conhecida como pitombeira.&lt;br /&gt;Estes frutos são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste no Brasil, muito procurados por pássaros e amplamente cultivados em pomares domésticos por todo o país.&lt;br /&gt;Outras denominações&lt;br /&gt;Pitombeira &lt;br /&gt;Olho-de-boi &lt;br /&gt;Pitomba-da-mata &lt;br /&gt;Pitomba-de-macaco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.pt.wikipedia.org/wiki/Pitomba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-3229659928605937809?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/3229659928605937809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=3229659928605937809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/3229659928605937809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/3229659928605937809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/pitomba-talisia-esculenta.html' title='Pitomba (&quot;Talisia esculenta&quot;)'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M9eVMul-I/AAAAAAAAAf4/OhXDstes1n8/s72-c/Pitomba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-532520681290019797</id><published>2008-01-20T04:11:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T15:29:11.266-08:00</updated><title type='text'>OITÍ</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M7I1Mul9I/AAAAAAAAAfw/E281_0YVQBQ/s1600-h/Oiti.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M7I1Mul9I/AAAAAAAAAfw/E281_0YVQBQ/s320/Oiti.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157531021174806482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OITÍ &lt;br /&gt;Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.&lt;br /&gt;Sinon.: Moquilea tomentosa Benth., Pleragina odorata Arruda ex Koster.&lt;br /&gt;Família: CHRYSOBALANACEAE&lt;br /&gt; Nomes comuns: oitizeiro, morcegueira, guaiti, oiti-cagão, oiti-mirim.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;CARACTERÍSTICAS GERAIS  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Árvore com até 20 m de altura, de copa muito frondosa e atraente. Folhas simples, alternas, elípticas, lanceoladas, pilosas em ambos os lados quando novas, tornado-se glabras, a pilosidade se destaca quando esfregamos a folha. Flores pequenas e brancas. Fruto drupa de epicarpo carnoso, forma oval, com cerca de 5 cm de comprimento quando maduro, com uma semente grande envolta em massa amarela, pegajosa e fibrosa, aroma agradável e saborosa, com casca amarelada quando maduro.  &lt;br /&gt;OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espécie perenifólia. Ocorre do Piauí até a Bahia, característica da floresta de restinga do nordeste e amplamente cultivada nas demais regiões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;USOS MAIS FREQUENTES  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espécie bastante cultivada em virtude de seus frutos comestíveis, com amêndoas ricas em óleo. Essa espécie tem sido muito usada no paisagismo e principalmente para arborização de calçadas. Sua madeira pode ser utilizada na construção civil e obras hidráulicas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flor:  Julho a setembro.  &lt;br /&gt;Fruto: Janeiro a março.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr19.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-532520681290019797?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/532520681290019797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=532520681290019797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/532520681290019797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/532520681290019797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/oit.html' title='OITÍ'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M7I1Mul9I/AAAAAAAAAfw/E281_0YVQBQ/s72-c/Oiti.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-8655608584584934487</id><published>2008-01-20T04:04:00.001-08:00</published><updated>2008-01-20T04:07:45.332-08:00</updated><title type='text'>MURICI Origem: Norte e Nordeste do Brasil.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M5NFMul8I/AAAAAAAAAfo/oPYRbG6QRuI/s1600-h/MURICI11.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M5NFMul8I/AAAAAAAAAfo/oPYRbG6QRuI/s320/MURICI11.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157528895165994946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MURICI&lt;br /&gt;Nome popular: muruci &lt;br /&gt;Nome científico: Byrsonima crassifolia (L.) Rich. &lt;br /&gt;Família botânica: Malpighiaceae&lt;br /&gt;Origem: Norte e Nordeste do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características da planta: Fruteira arbustiva da família Malpighiaceae, o muricí é uma planta nativa do norte/nordeste brasileiro, de porte médio, podendo chegar a 5 metros de altura. Possue tronco cilíndrico, casca escura, áspera e copa estreita. Suas folhas são rígidas e brilhantes. As flores são amareladas formando cachos de 10 a 15 cm. Geralmente é encontrado no litoral, numa faixa que se inicia no Ceará e se estende até o Acre, sendo apreciado pela população privilegiada com a ocorrência desta deliciosa fruteira nativa em suas matas e nas zonas praianas, sendo inclusive muito utilizada pelos índios amazonenses como fonte de alimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes germinam em substrato argiloso necessitando de local sombreado. O desenvolvimento é lento. Espécie também utilizada como ornamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os muricis do Brasil são muitos e variados, sendo, em sua maioria, plantas da família botânica das Malpiguiáceas, à qual também pertence a reputada acerola. Originárias da terra, essas plantas podem ser encontradas por todo o continente e são designadas popularmente, em suas regiões, pelo mesmo nome de murici.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suas diferentes variedades, os muricis distinguem-se, também, por suas cores e locais de ocorrência Assim, são conhecidos o murici-amarelo, o murici-branco, o murici-vermelho, o murici-de-flor- branca, o murici-de-flor-vermelha, o murici-da-chapada, o murici-da-mata, o murici-da-serra, o murici-das- capoeiras, o murici-do-campo, o murici-do-brejo, o murici-da-praia, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os muricis não são exclusivos da floresta, sendo, alguns deles, freqüentes nas regiões serranas do sudeste, nos cerrados do Mato Grosso e Goiás e no litoral do norte e do nordeste do pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, duas espécies de muricizeiros estão sendo destacados. Um deles, o de maior dispersão, o mais conhecido e o que fornece os frutos mais apreciados é o Byrsonima crassifolia. Trata-se de uma pequena árvore de no máximo 5 metros de altura, cujo fruto, pequeno e amarelo, é saborosíssimo e suavemente perfumado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citado por Pimentel Gomes, Renato Braga faz uma referência às variadas utilidades que o homem regional aprendeu a dar ao fruto do murici, muitas delas comuns desde tempos bastante antigos. De acordo com ele, no nordeste litorâneo, um dos usos mais comuns para o fruto do murici é o preparo de uma 'gororoba muito rica em gorduras e de alto teor nutritivo, conhecida como cambica de murici". O fruto" - diz Braga - 'amassado em água, desprende facilmente a sua massa carnosa, que, dissolvida, misturada com farinha, adoçada ou não, constitui um dos recursos alimentares mais importantes para a pobreza dos tabuleiros praieiros." Além disso, esse primeiro amassado, mais diluído e sem farinha, transforma-se em gostoso refresco e é ingrediente para excelentes sorvetes e doces de qualidade.&lt;br /&gt;Tudo leva a crer que tenha sido exatamente esse o murici encontrado na Bahia pelo padre viajante Gabriel Soares de Sousa na metade do século XVI. Em sua descrição informa que se tratava de árvore pequena e muito seca que, nascendo em terras fracas, fornecia frutas amarelas e moles, menores do que as cerejas, comestíveis e de sabor e cheiro semelhantes aos do "queijo de Alentejo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espécie conhecida como murici-do-campo (Byrsonima basiloba) difere da anterior, basicamente, por seu porte. Arvore de tamanho médio, de galhos retorcidos e típica da região dos cerrados, chega a alcançar cerca de 10 metros de altura. Suas folhas são, também, maiores do que a outra e revestidas de finos pêlos, dando ao tato a sensação do velado. Seus frutos e seus usos, porém, são bastante semelhantes aos do murici mais comum. &lt;br /&gt;O fruto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fruto possui em média 2 cm de diâmetro e, quando maduro, possui a casca e a polpa de um amarelo intenso, tendo sabor e cheiro característico e é muito rico em Vitamina "C". A polpa é carnosa e pode ser consumida "in natura", mas é mais apreciada na forma de sucos, sorvetes, licores, néctares, geléias e doces. A comercialização ocorre em grande parte com a fruta "in natura" nas feiras livres e mercados públicos das cidades e capitais nordestinas litorâneas. As outras diversas formas, manufaturadas ou industrializadas, são comercializadas nas lanchonetes, sorveterias e supermercados dessas cidades. Na época da safra do muricí, torna-se uma fruta de grande procura pela população devido a sua grande aceitação pelo seu delicioso sabor. &lt;br /&gt;Apesar de ter tamanha importância nas regiões citadas, esta frutífera ainda não foi devidamente pesquisada, desconhecendo-se as técnicas agronômicas adequadas para seu cultivo e propagação, não sendo ainda devidamente domesticado, desconhecendo-se seu valor nutricional e o potencial de utilização do fruto por parte das indústrias especializadas. &lt;br /&gt;Solos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta se desenvolve bem em solos areno-argilosos, mas já foram encontrados exemplares vegetando normalmente em solos arenosos e em solos muito argilosos e até mesmo em piçarras. No entanto, sabe-se que a planta não tolera solos encharcados, preferindo aqueles que possuem uma boa drenagem. O clima deve ser quente e úmido, possuindo uma pluviosidade mínima de aproximadamente 600 mm, com ventilação constante. Ainda não foram detectadas pragas nem doenças que atingem o muricizeiro, sendo portanto uma cultura, até agora, livre da utilização de defensivos agrícolas, o que alem de baratear os custos de produção tornam o muricí uma fruta de consumo seguro, no que diz respeito às contaminações por parte desses defensivos. &lt;br /&gt;Variedades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe no Estado do Pará um grande interesse em desenvolver pesquisas sobre o muricizeiro, devido ao grande consumo desta fruta pela população. Em virtude dessa grande procura, já existe naquele Estado alguns produtores cultivando esta frutífera de modo racional, com todas as dificuldades existentes em culturas que ainda não possuem dados agronômicos seguros. Existem três variedades conhecidas, o "Muricí da praia", o "Muricí do campo" e o "Muricí do mato", estas denominadas apenas pelo local de ocorrência, não sendo definidas por diferenças agronômicas específicas. O início da floração ocorre no final de agosto e a frutificação começa do final de setembro e se estende até meados de janeiro, podendo se estender até março em algumas regiões, dependendo da incidência de chuvas. A colheita ainda é efetuada de maneira rudimentar, devido a grande incidência de queda dos frutos maduros e até mesmo dos que ainda estão "de vez", dificultando sobremaneira a colheita, feita com a mão de obra familiar dos produtores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaçamento: &lt;br /&gt;Apesar da falta de conhecimento desta fruteira por parte dos produtores paraenses, existem naquele Estado plantios racionais efetuados com o espaçamento de 6 X 6 m contendo desta forma em torno de 280 plantas por ha. Como cada planta pode produzir em média 15 kg/ano de frutos, a produtividade alcançada nestes plantios chega a ser de certa forma muito boa, ficando em torno de 4.200 kg de frutos por ano, trazendo um retorno razoável para aqueles produtores que queiram introduzir a cultura em suas terras. &lt;br /&gt;Fonte: PIMENTEL GOMES - Fruticultura Brasileira - Livraria Nobel S/A - São Paulo -SP &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.emater-rondonia.com.br/Murici.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-8655608584584934487?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/8655608584584934487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=8655608584584934487' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8655608584584934487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8655608584584934487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/murici-origem-norte-e-nordeste-do.html' title='MURICI Origem: Norte e Nordeste do Brasil.'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M5NFMul8I/AAAAAAAAAfo/oPYRbG6QRuI/s72-c/MURICI11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-1145220450219330853</id><published>2008-01-20T04:04:00.000-08:00</published><updated>2008-01-21T00:39:04.812-08:00</updated><title type='text'>CAJUEIRO: Origem Brasileira</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5RYQlMumJI/AAAAAAAAAhk/C_iprt0rpeo/s1600-h/cajueiro.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5RYQlMumJI/AAAAAAAAAhk/C_iprt0rpeo/s320/cajueiro.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157844515132709010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nomes Populares&lt;br /&gt;Cajueiro, acajaíba, acaju, acajuíba, caju-manso, caju-banana,&lt;br /&gt;caju-manteiga, caju-da-praia, caju-de-casa&lt;br /&gt;Características Morfológicas&lt;br /&gt;Altura de 5-10m, com tronco tortuoso de 25-40cm de diâmetro; em solos argilosos de boa fertilidade pode atingir até 20m de altura. Folhas glabras, de cor rósea quando jovens, de 8-14cm de comprimento por 6-8cm de largura. O pedúnculo super desenvolvido e suculento é geralmente confundido com o fruto, quando na verdade a castanha afixada àquele, é o verdadeiro fruto.&lt;br /&gt;Ocorrência&lt;br /&gt;Campos e dunas da costa norte do país,&lt;br /&gt;principalmente nos estados do Piauí e Maranhão. &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Madeira&lt;br /&gt;Madeira leve (densidade 0,42 g/cm3),&lt;br /&gt;forte de de longa durabilidade.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenologia&lt;br /&gt;Floresce a partir do mês de junho, prolongando-se até novembro.&lt;br /&gt;Os frutos amadurecem nos meses de setembro até janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilidade&lt;br /&gt;A madeira é apropriada para construção civil, serviços de torno, capintaria e marcenaria, confecção de cabos de ferramentas agrícolas, cepas de tamanco e caixotaria. A árvore é muito cultivada em quase todo o país e no exterior para a obtenção de seu pseudofruto (caju) e de sua castanha; os frutos são muito consumidos em todo país, e a castanha é bastante popular e exportada para quase todo o mundo. Os frutos ou pedúnculos pedem ser consumidos in natura, na forma de suco e de doces caseiros. O suco de seu fruto é industrializado e altamente apreciado em todo o país. A casca da castanha fornece um óleo industrial. É planta indispensável nos pomares caseiros da costa litorânea. As flores são melíferas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba Mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultura - Caju&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos Gerais Botânica/Variedades/&lt;br /&gt;Descrição Usos do Cajueiro &lt;br /&gt;Clima/Solos&lt;br /&gt;para o Cajueiro Propagação do Cajueiro/Mudas Formação de Pomar &lt;br /&gt;Tratos Culturais/&lt;br /&gt;Adubações Pragas Doenças &lt;br /&gt;Colheita/Beneficiamento/&lt;br /&gt;Armazenamento   Bibliografia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos Gerais:&lt;br /&gt;- Segundos estudiosos a origem brasileira do cajueiro é um fato; o litoral nordestino é tido como centro de origem e dispersão do cajueiro comum, e Amazônia do cajueiro precoce. A planta está difundida pela América do Sul, América Central, África, Ásia; a partir de 1985 destacaram-se a Índia, Brasil, Moçambique, Tanzânia e Quênia como principais produtores de castanhas no mundo. No Brasil a quase totalidade da produção de castanhas situa-se nos estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internamente o Brasil consome pedúnculos do fruto, amêndoa da castanha e líquido da castanha; a comercialização da safra (1986) tem início 3 a 4 meses antes da colheita (castanha crua e pedúnculo). O Brasil exporta liquido da castanha (LCC) (quase toda a produção) e amêndoa da castanha (ACC) também quase a totalidade da sua produção; . Ceará (principalmente) e Rio Grande do Norte foram os maiores exportadores (1986).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção nacional de caju (1998) foi de 39.836 t., numa área colhida de 589.245 ha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Botânica/Variedades/Descrição:&lt;br /&gt;Composição:&lt;br /&gt;O cajueiro pertence à família Anacardiaceae, Dicotyledoneae, gênero Anacardium, espécies Anacardium occidentale, L. (cajueiro comum) e – supostamente – Anacardium occidentale, L. var, nanum (cajueiro precoce).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra caju parece vir do termo "Acâi-ou" (língua tupi), que significa pomo amarelo; em línguas estrangeiras é conhecido como marañom (espanhol), cajou, anacardier (francês), cashew (inglês), anacardio (italiana). O cajueiro precoce é também conhecido como cajueiro anão, cajueiro-anão-precoce, cajueiro-do-ceará, cajueiro-do-ceará-de-seis-meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cajueiro precoce destacam-se os clones CCP06 (pedúnculo amarelo), CC09 (amarelado), CCP76 (avermelhado), Embrapa 50 (amarelo) e Embrapa 51 (vermelho) CCP1001 (vermelho). No cajueiro os tipos se diferenciam quanto a cor, forma, tamanho, sabor e consistência do pedúnculo do fruto sendo conhecidos como caju amarelo, caju vermelho, caju banana, caju manteiga, caju travoso, caju branco, caju maçã, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As flores do cajueiro são masculinas e hermafroditas situadas na mesma inflorescência; as masculinas abrem-se às 06:00 horas (até as 16:00 horas) e as hermafroditas às 10:00 horas (até as 12:00 horas). A receptividade do órgão reprodutor feminino existe desde 24 horas antes até as 48 horas depois da abertura da flor. A polinização é predominantemente cruzada. A frutificação dá-se na época seca decorrendo 60-65 dias da floração à frutificação completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fruto do cajueiro – a castanha – é um aquenio reniforme constituído pelo pericarpo – formado pelo epicarpo, mesocarpo (que contém o LCC) e o endocarpo – e pela amêndoa (que abriga o embrião) comestível, de cor branca (crua), contendo óleo. O LCC é uma resina líquida (cáustica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte carnosa ligada ao fruto é o pedúnculo floral hipertrofiado chamado hipocarpo ou pseudo fruto, é rico em suco e tem formato variado (cilíndrico, piriforme, alongado....).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características do cajueiro comum: Planta de porte alto (6 a 12 metros) excepcionalmente 15 e 20 metros (terrenos férteis), envergadura 10m. a 20m., copa ereta, compacta a esparramada. A primeira floração dá-se entre 3º e 5º ano de vida, o peso da castanha de 3 a 33g., peso do pedúnculo 20g. a 500g., de cor amarela ou vermelha. Produz 1,0 a 100Kg. de castanhas por safra (10.000 frutos), estabiliza a produção no 8º ano de vida; a floração dura 4 a 5 meses e a planta vive 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características do cajueiro precoce: Planta de porte baixo (4 a 6m.), copa compacta (em torno de 7 metros de envergadura), ereta; propagado por enxertia ou estaquia ou alporquia entra em floração aos seis meses, inicia floração um mês antes do que a do cajueiro comum, floração que dura 6 a 7 meses. O peso do fruto varia de 3g. a 13g., peso do pedúnculo varia de 20 a 160g., produz em torno de 43kg. De castanha /ano/árvore. O período de maior intensidade de frutificação (Ceará) é de setembro a novembro; é sensível à doença mofo preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composições da amêndoa e do pedúnculo do caju:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadro 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composição da amêndoa e do pedúnculo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Componente Amêndoa crua Pedúnculo fresco &lt;br /&gt;Umidade (%) 2,0&lt;br /&gt; 86,0&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Proteína bruta (%) 20,9&lt;br /&gt; 0,7&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fibra bruta (%) 1,2&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Carboidratos totais (%) 27,2&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cálcio (mg./100g.) 165,0&lt;br /&gt; 14,5&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fósforo (mg./100g) 490,0&lt;br /&gt; 33,4&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ferro (mg./100g.) 5,0&lt;br /&gt; 0,35&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brix -&lt;br /&gt; 10,7&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tanino (%) -&lt;br /&gt; 0,37&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ácido ascórbico (mg./100g) -&lt;br /&gt; 200&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Açúcares totais (%) -&lt;br /&gt; 8,35&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Extrato etereo (%) 49,0&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vitamina A (U.I.) -&lt;br /&gt; 10,8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Usos do Cajueiro:&lt;br /&gt;Árvore: espécie vegetal para florestamentos havendo registros do seu uso como árvore ornamental e para sombreamento. A casca do tronco é adstringente, rica em tanino, própria para o curtume; ainda a casca contém substância tintorial vermelho-escuro (tinge roupas, redes em linhas de pesca). Cortes no tronco deixam sair resina medicinal (expectorante) e de uso no preparo da cajuína a da jeropiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As folhas novas servem para curtume e sua infusão (20% de folhas) é tida como medicinal (escorbuto infantil e angina de bismuto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madeira, cor rósea, dura, revessa, que recebe bem o verniz, é resistente à água do mar sendo usada para fabricação de cavername de barcos. Apesar disso só é utilizada para lenha e carvão (infelizmente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedúnculo: rico em vitamina C é utilizado na alimentação do homem e de animais (bagaço da indústria). Ao natural o pedúnculo é consumido fresco (inteiro, cortado em rodelas, acompanhando feijoadas e tira-gosto de cachaça); esmagado produz suco refrescante – a cajuada -. Processado (em ações artesanais ou industriais) produz compotas, doces (cristalizados, em massa), caju-passa (ameixa), géleia; com o sumo produz-se sucos concentrados, cajuina (suco clarificado), vinho, vinagre, aguardente, licor, mel-de-caju. Com o suco fermentado (artesanalmente) fabrica-se as bebidas(mococoró e cauim); com pedúnculo + castanha jovens, - o maturi – prepara-se guisados e fritadas apetitosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castanha - Amêndoa: é processada e consumida como castanha assada e salgada em coquetéis ou como tira-gosto de bebidas sofisticadas; ainda a amêndoa inteira ou quebrada ou sob forma de farinha entra no preparo de bolos, doces, bombons, chocolates, acompanha sorvetes, além de fornecer óleo, altamente insaturado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesocarpo do fruto: produz a resina LCC – líquido da castanha de caju – de uso industrial (resinas fenólicas, pós de fricção para indústria automotiva); é de uso medicinal (propriedades antissépticas, vermifugas e vesicantes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima/Solos para o cajueiro:&lt;br /&gt;– Clima: planta exige altas temperaturas para seu desenvolvimento mas é bastante sensível ao frio e as geadas. A temperatura média anual deve estar em torno de 27ºC (24ºC e 28ºC) com limites entre 22ºC e 32ºC. Temperaturas baixas afetam negativamente a floração e a frutificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chuvas requeridas entre 800 mm e 1600 mm distribuídos por 5 a 7 meses do ciclo com estação seca para floração/polinização do cajueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altitudes de até 600 m acima do nível do mar para explorações comerciais, umidade relativa do ar entre 70% e 80%; umidade acima de 80% na floração/frutificação promove incidência de doenças fúngicas que reduzem a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ventos favorecem a polinização mas nunca devem estar a velocidades acima de 7m/seg pois provocam queda das flores e tombamento de plantas jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Solos: devem ser profundos, bem drenados, com boa reserva de nutrientes, pH entre 5,5 e 6,5, areno-argilosos (argila 15-35%), sem toxidez por sais solúveis; relevo plano a ligeiramente ondulado (declividade até 8%), solos pouco suscetíveis à erosão que permitam a mecanização. Evitar cultivo em solos compactos, pesados e mal-drenados, com lençol freático elevado e em solos rasos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propagação do Cajueiro/Mudas:&lt;br /&gt;Cajueiro pode ser propagado por:&lt;br /&gt;estaquia: uso de ramos com 15 cm de comprimento e 0,5 a 1,0 cm de diâmetro ( introduzidos em areia e vermiculita) com percentual de enraizamento variável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alporquia: poda-se parcialmente a planta 4 meses antes da alporquia, há emissão de brotações, seleciona-se ramos vigorosos e com diâmetro entre 0,8 e 1,3 cm, são desfolhados até 50 cm abaixo da ponta. Retira-se um anel de casca de 1,5 cm de largura e aí coloca-se terra com esterco (úmidos) e fixa-se com aniagem ou usa-se pó de hormônio enraizador com vermiculita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxertia: em porta-enxertos (plantas provenientes de sementes) implanta-se gemas de ramos (borbulhia) ou pedaços de ramos (garfagem) para constituir na copa produtiva do cajueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas obtidas são chamadas de "clones" e são as indicadas para para formação do cajueiral comercial (pomares uniformes e produtivos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas mudas devem ser obtidas de viveiristas idôneos e credenciados por órgãos oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sementes: as mudas obtidas através da semente são chamadas de "pré-franco" ; não devem ser utilizadas para explorações comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características das sementes: devem ser retiradas de plantas sadias, vigorosas, altamente produtivas, com pseudofrutos grandes; as sementes (castanhas) devem ser densas (afundarem em meio líquido), bem conformadas, peso 9 a 12 g. (cajueiro comum) e 7 a 10 g. (cajueiro precoce). Obtidas as sementes devem ser colocadas em vaso com água quando se elimina as sementes que flutuarem (teste de densidade); em seguida as castanhas são expostas ao sol por 2 dias, para secar ou por 5 a 6 dias à sombra, em local ventilado. Para armazenamento por pouco tempo usar latas fechadas e por muito tempo usar sacos de pano ou de papel. Após 12 meses de armazenamento não usar mais a semente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viveiro: em local ligeiramente inclinado de fácil acesso, próximo à fonte de água potável, fora da sombra de qualquer árvore e longe de plantações de cajueiros. Para plantas a serem enxertadas deverá haver ripado; para mudas pé-franco para florestamento, plantas a pleno sol. Os recipientes para mudas pé-franco devem ter as dimensões 25cm. (alt) x 19cm. (larg) x 0,15mm. (espess) e para plantas para enxertia 25cm. x 35-39cm. x 0,25mm.; de ordinário usa-se sacos de polietileno com 18 furos no terço inferior. Para mudas de cajueiro anão recipientes com dimensões 20cm. x 24,5cm. e 26cm. x 37cm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O substrato (mistura de terra e outros) para encher os sacos pode ser composto de terra superficial arenosa, esterco de curral em pó (curtido), terra superficial de mata ou barro amarelo na proporção 5:1:4 enriquecido com 2,5 kg de superfosfato triplo e 1,0 kg de cloreto de potássio, por metro cúbico de substrato. Um metro cúbico de substrato é suficiente para encher 400 sacos (formato pequeno) e 134 sacos (formato grande).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 a 16 horas antes do semeio as castanhas devem ser mergulhadas em água; em seguida tratadas com fungicida à base de PCNB 75 PM (dosagem 400g/100Kg de sementes). Semeia-se 1 semente por saco com a ponta para baixo (posição na planta) à uma profundidade de 3cm. A germinação pode dar-se em 12 a 25 dias (sementes novas, tipo médio, com 90-100% de germinação). Nos primeiros 30 dias irrigar diariamente com 0,5 litro de água por saco; em período seco irrigar 2 vezes/dia. Para controle da doença antracnose aplicar calda fungicida à base de captafol 480 (300g./100l. água) ou oxicloreto de cobre 50 (200-300g./100l.água) alternadamente a cada 7 a 10 dias; insetos podem ser controlados por aplicações de malatiom 50 E (150ml./100l. água). Essas aplicações devem ser feitas preventivamente. Ainda para antracnose, pode-se usar mistura de fungicidas benomyl 50 e mancozeb 80 (1g.+2,0g/litro de água).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de necessidade de adubação suplementar usar adubo líquido 9-6-5 (NPK) diluindo-se 40 ml do produto em 10 litros de água e aplicar 150 ml da solução por saco, após 40-45 dias da germinação. Seis meses pós germinação a muda pé-franco estará apta (com 30-40 cm altura, 6 folhas verdadeiras verdes, maduras, sem manchas, planta vigorosa) para o plantio definitivo em campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De ordinário deve-se preparar 20% acima do número necessário de mudas para plantio (para permitir replantios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral os porta-enxertos de cajueiro precoce podem ser enxertados entre 3 e 5 meses; os para cajueiro comum entre 5 e 6 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação de Pomar:&lt;br /&gt;- Preparo da área: As operações podem ser feitas manualmente, mecanicamente e de forma mista (segundo extensão da área, disponibilidade de mão-de-obra, vegetação existente na área). Em áreas já trabalhadas efetua-se gradagens cruzadas aplicando-se o calcário dolomítico antes de cada (se análise de solos recomendar) a 90 dias antes do plantio incorporando-se até 20cm. de profundidade. Sem recomendação aplica-se o calcário na cova (fundo) cobrindo-se com um pouco de terra (na adubação básica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaçamento/coveamento: Para cajueiro comum de 10m x 10m até 15m x 15m (este mais próprio); para cajueiro precoce 7m x 7m (204 plantas/ha.) ou 9m x 7m x 7m (178 plantas/ha). Covas com dimensões 30cm x 30cm x 30cm (terrenos leves) e 40cm x 40cm x 40cm (terrenos pesados); na abertura da cova separar a terra dos primeiros 10 a 15cm de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adubação de fundação (básica): trinta dias antes do plantio misturar 20 litros de esterco de curral em pó (bem curtido) + 500g. de superfosfato simples + 100g. de cloreto de potássio à terra separada, lançar na cova e enche-la com terra restante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantio: deve ser feito no início do período chuvoso, em dias nublados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No plantio direto semeia-se 2 castanhas por cova a 3-6cm de profundidade calcando-se a terra com o pé para comprimir; 2 a 3 meses pós germinação desbastar deixando a planta mais vigorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No plantio com mudas abre-se espaço na cova para o torrão, corta-se saco com canivete, coloca-se torrão no centro da cova e comprime-se a terra em volta dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Molhar a cova com 20l. de água e colocar capim seco (sem sementes) ou palha em volta da muda. Caso apresente-se período sem chuvas irrigar a cova duas vezes por semana com 20 litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consorciação: Em regiões de cerrado as culturas de soja e arroz; do litoral à caatinga as culturas de feijão vigna e mandioca. Cita-se ainda as lavouras de sorgo, gergelim, amendoim, maracujazeiro. Importante é manter distância hábil (1,0m a 1,5m.) da linha de plantio do cajueiro à lavoura consorciada. Consórcios são viáveis até o 5º ano de vida. Para pomares de cajueiro anão indica-se as lavouras de feijão, soja e amendoim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratos Culturais/Adubações:&lt;br /&gt;Manter as plantas livres da concorrência de ervas daninhas, com capinas em "coroamento" em 2 a 3 operações/ano. Nas entrelinhas roçagem no período de chuvas e gradagem superficial na estação seca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desbrota: eliminação de ramos laterais baixos (nascidos abaixo das folhas cotiledonares ou abaixo do ponto de enxertia), no desbate (plantio direto) ou no final do período chuvoso, no ano de implantação do pomar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no ano de implantação aplicar, sob projeção da copa, em cobertura com incorporação, por planta e por vez, mistura de 55g. de uréia e 35g. de cloreto de potássio no "pegamento" e no final do período chuvoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poda de manutenção e limpeza: a de manutenção visa preservar o maior número possível de ramos produtivos favoráveis aos tratos e colheita. Ramos "ladrões", ramos que crescem para baixo, ramos que crescem sem produzir flores são eliminados; a planta deve ter, pelo menos, 60% de ramos que emitam flores e que dão à copa da planta formato de meia lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A de limpeza é feita anualmente com eliminação de ramos doentes ou secos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As podas devem ser feitas após a colheita (safra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adubações anuais: é feita em cobertura, na projeção da copa (2/3 para dentro, 1/3 para fora), com incorporação; as quantidades abaixo referem-se à aplicações por planta e por vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadro 2 – Adubações em cobertura do cajueiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano Início das chuvas Fim das chuvas &lt;br /&gt;  UR SS KCL UR SS KCL &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;2º 65 220 50 65 220 50 &lt;br /&gt;3º 85 290 65 85 290 65 &lt;br /&gt;4º (1) 170 445 100 170 445 100 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do quarto ano. &lt;br /&gt;Fonte: EBAPA (1988)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ur: uréia; SS: superfosfato simples; KCL: cloreto de potássio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Caso haja possibilidade pode-se aplicar 10l de esterco de curral, em pó, com leve incorporação ,no início do período chuvoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do 5º ano os adubos podem ser lançados nas entrelinhas.&lt;br /&gt;Pragas:&lt;br /&gt;Broca das pontas: Anthistarcha binocularis, Meyrich, 1929 Lepidoptera, Gelechiidae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adulto é pequena mariposa cinza; a fêmea põe ovos na ponta dos galhos. Nascidas dos ovos as lagartinhas penetram no tecido mole em direção ao centro do galho abrindo galerias. O ataque resulta em folhas e inflorescencias murchas o que afeta a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: através pulverizações a serem iniciadas no começo da floração e frutificação, em número de seis, com intervalos de 10 dias. Entre os inseticidas indicados estão produtos à base de fenitrotiom CE 50, malatiom 50 CE, carbaryl 80 PM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tripes: Selenothrips rubrocinctus Giard, 1901, Thysanoptera, Thripidae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adulto cor geral preta ou marrom escura com 1mm. de comprimento; a fêmea introduz ovos dentro da folha e deles saem formas jovens, ninfas, amareladas com faixa vermelha no abdome. Sugam a seiva das folhas, na face inferior as partes atacadas ficam amareladas e depois tomam cor prateada. Causam seca e queda das folhas, secamento das inflorescências e depreciação de frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: pulverização com jato de calda aplicado de baixo para cima com inseticidas à base de dimetoato 50 CE, monocrotofos 40, malatiom 50 CE, fenitrotiom 50 CE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulgão: Aphis gossypii, (Glover, 1975), Homoptera, Aphididae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adulto é inseto de corpo mole, pequeno, com/sem asas, cor de amarelo-claro a verde-escuro, vive em colônias numerosas que sugam intensamente as inflorescências causando secamento delas e reduzindo a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: pulverização das inflorescências com inseticidas à base de pirimicarb 500 PM, dimetoato 50 CE, malatiom 50 CE, paratiom metil 60 E.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desfolhadores da planta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besouro vermelho: (Crimissa sp. Coloptera).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adultos são vermelhos, larvas são lagartas verde lodo; ambos destroem as folhas (larva mais voraz) após o período de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lagarta saia justa: (Cicinnus sp. Lepidoptera).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lagartas jovens ficam agrupadas nas folhas e "maduras" cada qual envolve-se em uma folha. O ataque dá-se no princípio da floração prejudicando a produção por diminuição da área foliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lagarta verde: (Eacles sp., Lepidoptera).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adulto mariposa amarela, larva (lagarta) cor verde ou alaranjada ou amarela ou marrom. Pode alcançar 10cm. de comprimento, destroe o limbo foliar, pode desfolhar a planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: lagarta saia justa pulverização com dibrom 58 CE, monocrotophos 40 SC, methidathion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros: lagarta verde pulverizações com carbaryl 80 PM, triclorfom 50 S, (para lagartas pequenas) e Bacillus thuringiensis 25 B (0,5 kg/ha). Besouro vermelho: paratiom metil 60 E, fenitrotiom 50 CE, triclorfom 50 S.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traça das castanhas: Anacampsis sp., Lepidoptera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adulto é uma mariposa com 2cm. de comprimento e cor escura; a forma jovem é pequena lagarta rosa claro e cabeça preta que penetra pelo maturi (inserção castanha-pedúnculo) e destroe toda a amêndoa, onde empupa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: pulverização dos maturis com produtos à base de fenitrotiom CE 50, malatiom 50 CE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças:&lt;br /&gt;Antracnose: doença por fungo Glomerella cingulata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amplamente disseminada, torna-se severa nos anos de maior intensidade de chuvas, notadamente, na floração. O agente ataca ramos, folhas, inflorescências, pedúnculos e frutos; aparecem manchas necróticas pardo-avermelhadas nas folhas deformando-as; nos ramos são lesões pardas, alongadas e deprimidas; frutos jovens secam e caem e pedúnculos mostram lesões necróticas, rachaduras e deformações. A doença ataca, também, o viveiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: Poda de limpeza no fim do período chuvoso e antes do início de produção de folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulverização da planta com fungicidas à base de benomyl 50, captafol 480, mancozeb, oxicloreto de cobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantio de variedades resistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oídio: doença causada pelo fungo Oidium anacardii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folhas são alvo do ataque; aparece, no seu dorso, revestimento ralo branco-acinzentado e pulverulento nas áreas afetadas. Em seguida aparecem manchas escuras, bronzeadas, extensas, recobertas pela cinza. Sob ataque intenso as folhas secam prematuramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: aplicação, em pulverização, de fungicidas à base de enxofre molhável, de quinometionato, de dinocap, a cada 15 dias; iniciar tratamento no aparecimento dos sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mofo preto: doença por fungo Perisporiospsella anacardii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causa, inicialmente, manchas arredondadas amareladas nas folhas com pontuações negras na face superior; mais tarde as manchas tornam-se pardas e aparece bolor negro feltroso na página inferior. Há ressecamento e queda da folha. O cajueiro anão é particularmente sensível à doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: efetuar poda de limpeza e pulverizações das folhas com produtos à base de oxicloreto de cobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras pragas: larva do broto terminal, mosca branca (diazinom, fenitrotiom) cigarrinha (monocrotophos, triclorfom), lagarta véu de noiva (triclorfom, dibrom), cochonilha (paratiom metil, fenitrotiom) ácaro amarelo e ácaro das flores (enxofre), nematoides (Xiphinema, Criconemoides).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras doenças: bolor verde da amêndoa, mancha angular da folha (viveiro), mancha de filosticta (folhas), podridão de esclerocio (plantas jovens em viveiro) podridão de raízes (viveiros), pestaloziose, cercosporiose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colheita/Beneficiamento/Armazenamento:&lt;br /&gt;Colheita inteiramente manual; a mecanizada depende fundamentalmente, de clones de porte baixo, copa ereta e uniforme e produção concentrada. A colheita de pedúnculo + fruto deve ser feita pela manhã aproveitando frutos caídos não estragados também e frutos ao alcance das mãos (nunca os fora de alcance).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há descastanhamento (separação dos frutos e dos pedúnculos) e estes, acondicionados em caixas de 12 kg, são enviados para processamento (indústria).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de colheita só para aproveitamento do fruto colhe-se de 7 em 7 dias; em seguida as castanhas são secadas ao sol por dois dias a três e armazenadas à granel sobre estrados com ventilação assegurada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As produções de castanha variam 150 a 500 kg/ha para cajueiro comum; o cajueiro precoce pode produzir 1.300 Kg a 2.300 Kg/ha de castanha; esta representa 10% do peso do pseudo-fruto +castanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processamento do pseudo-fruto+castanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processamento do pseudo-fruto visa obter suco com polpa em suspensão, cajuina, caju em calda, caju ameixa, doce em massa, geléia, caju cristalizado, farinha de pedúnculo, vinho, vinagre, licor, aguardente, xarope.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processamento da castanha visa obter a amêndoa (descasque), LCC, película da amêndoa, casca da castanha, creme de amêndoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA CONSULTADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BNB/ETENE/EPACE/EMBRAPA&lt;br /&gt;A cultura do cajueiro no Nordeste do Brasil&lt;br /&gt;Fortaleza, 1968&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EPABA – Empresa de Pesquisa Agropecuária da Bahia S/A&lt;br /&gt;Instruções Práticas para o Cultivo de Frutas Tropicais&lt;br /&gt;Circular Técnica nº 9 novembro 1988&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMBRAPA/CNPAT – Fortaleza&lt;br /&gt;Comunicados Técnicos: nº 3 (out/92) nº 2 (fev.91), nº 8 (fev.95) nº 14 (fev.98).&lt;br /&gt;Informativos: nº 1 (abr.93), nº 2 (abr. 93).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORA ABRIL – Guia Rural Plantar&lt;br /&gt;São Paulo - 1991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba Mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. ENXERTIA POR BORBULHIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento do processo de enxertia por borbulhia na produção da muda de cajueiro a céu aberto. A nova técnica é um marco no desenvolvimento da cultura do caju no País, permitindo redução de 71% dos custos totais de formação de mudas e elevação dos índices de pegamento da muda (inferior a 50% no processo por garfagem) para até 90%, além de viabilizar a inclusão do caju na política de crédito do FNE - Fundo de Desenvolvimento do Nordeste, e reduzir o período de formação da muda em, pelo menos, 30 dias, já que torna possível a utilização do porta-enxerto com idade entre 60 e 70 dias. Esse processo permite, ainda, o aproveitamento de até 1.400 borbulhas por planta, o que supera sete vezes a quantidade de mudas feitas pelo antigo método de enxertia por garfagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. CONTROLE DA ANTRACNOSE NO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram estabelecidos produtos, forma e época de aplicação para o controle da antracnose, doença responsável por até 40% de perdas na produção do cajueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. IDENTIFICAÇÃO DE NOVA ESPÉCIE DE PATÓGENO FOLIAR NO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo taxonômico dos fungos associados às doenças do cajueiro permitiu a descrição de uma nova espécie de patógeno foliar - Septoria anacardii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE FUNGOS EM VIVEIROS DE CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três fungos foram detectados causando morte em mudas de cajueiro em condições de viveiro: Cylindrocladium scoparium, Pythium splendens e Phytophthora sp. O controle químico adotado, aliado ao manejo do viveiro, têm mantido os patógenos dos inóculos em níveis abaixo dos danos econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. TRANSMISSÃO DE PATÓGENO EM SEMENTES DE GRAVIOLEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificação e adoção de métodos de disseminação e manejo integrado de patógenos responsáveis pelo declínio da gravioleira no Nordeste, cuja longevidade produtiva dos pomares está reduzida a 8 anos, ou seja, a 50% do período normal de produção. O estudo da ocorrência do fungo Lasiodiplodia theobromae em sementes de gravioleira revelou que o patógeno pode ser eficientemente transmitido através das sementes, mesmo a partir de plantas sem sintomas da podridão seca. Essa ocorrência pode reduzir o valor cultural da semente pela redução da emergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA DE AMOSTRAGEM PARA AS PRINCIPAIS PRAGAS DO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta metodologia permite quantificar a dimensão do problema praga no cultivo do cajueiro, facilitando a tomada de decisão em relação ao controle. Consiste em indicação da forma de percorrer área de cajueiro a ser inspecionada, da frequência de amostragem e do número de amostras por talhão permitindo a avaliação dos níveis de infestação mediante escala de notas por espécie de praga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. MANEJO DA CIGARRINHA DA INFLORESCÊNCIA DO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Embrapa Agroindústria Tropical dispõe de todas as informações necessárias para o controle de uma espécie de cigarrinha (Gypona sp) que ataca brotações novas, principalmente as inflorescências (panículas) do cajueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. DETERMINAÇÃO DO EFEITO DE DOSAGENS DE INSETICIDA NO CONTROLE DE BROCA-DAS-PONTAS, TRIPES E PULGÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos conduzidos pela Embrapa Agroindústria Tropical determinaram os efeitos de diferentes dosagens do inseticida piretróide deltamethrin nas populações de broca-das-pontas (Anthistarcha binocularis), da tripes (Selenothips rubrocinctus) e do pulgão (Aphis gossypii).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. PRODUTOS SELETIVOS PARA O CONTROLE DO PULGÃO DA INFLORESCÊNCIA DO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificação da eficiência de diversos produtos seletivos no controle do pulgão da inflorescência do cajueiro e do impacto causado ao agroecossistema pelo efeito deletério observado sobre o predador Scymmus sp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 .METODOLOGIA DE CRIAÇÃO E BIOLOGIA DE PRAGAS DO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi desenvolvida metodologia de criação e biologia das pragas broca-das-pontas, traça-da-castanha, lagarta-saia-justa, véu-de-noiva, lagarta verde e besouro vermelho do cajueiro visando ao desenvolvimento e aperfeiçoamento do controle integrado de pragas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. CONTROLE DE RESINOSE EM TRONCOS DE CAJUEIROS DECEPADOS PARA SUBSTITUIÇÃO DE COPA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resinose, causada pelo fungo lasiodiplodia theobrome (pat) crif. é uma doença do cajueiro que vem crescendo de importância nas áreas produtoras do semi-árido do Nordeste do Brasil, (Freire, 1991). L. Theobromae é um fungo cosmopolita, polífago e oportunista e geralmente está associado a processos patogênicos em plantas estressadas e submetidas a ferimentos naturais ou provocados por animais. Detectou-se a ocorrência generalizada (&gt;90%) de resinose em troncos e brotações de cajueiros decepados para substituição de copa na região de Mossoró - RN. Esta prática é atualmente recomendada para uniformização e rejuvenescimento de cajueiros. Objetivando-se encontrar solução para o problema foram realizados experimentos com os seguintes tratamentos: pincelamento do tronco com uma pasta à base de oxicloreto de cobre, imediatamente após o corte; da adição de benomil (1,5 g do produto comercial/litro) ao óleo lubrificante de motosserra; da combinação de ambos e da testemunha, sem fungicida. A adição de benomil ao óleo lubrificante de motosserra propiciou uma significativa redução no comprimento da lesão, sendo que, quando combinado com o pincelamento do tronco com oxicloreto de cobre, o efeito supressivo foi ainda maior. Atualmente a recomendação está sendo utilizada na prática de substituição de copa do cajueiro visando a redução da disseminação da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. NECESSIDADES HÍDRICAS DO CAJUEIRO ANÃO PRECOCE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base em parâmetros climáticos e de irrigação, estimou-se as necessidades hídricas do cajueiro anão precoce nos diversos estágios de desenvolvimento da cultura (1º ano, 2º ano e a partir do 2º ano). Verificou que as dotações requeridas por planta/dia no período crítico (outubro), situaram-se em torno de 75 litros para a região litorânea e 90 litros para as regiões de transição litoral/caatinga e caatinga/cerrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. SELEÇÃO DE CLONES DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE PARA PRODUÇÃO DE PEDÚNCULOS EM CULTIVO IRRIGADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agroindústria do caju cresceu rapidamente no Brasil, ocupando atualmente uma área de cerca de 650 mil hectares e produção de 145.000 mil toneladas/ano de castanha. O falso-fruto ou pedúnculo representa cerca de 90% do peso do fruto, no entanto apenas 6% da produção total tem sido aproveitada. Com o objetivo de selecionar genótipos do tipo anão precoce com alta qualidade de pedúnculo para o mercado de frutas frescas, 32 clones foram avaliados por três anos em cultivo irrigado, incluindo três clones comerciais CCP 06, CCP 09 e CCP 76. O sistema de irrigação empregado foi o xiquexique, com turno diário de rega. Foram avaliados a cor, forma sabor e produção de pedúnculos. A seleção preliminar para a produção de pedúnculos, efetuada no terceiro ano de produção, identificou os clones END 157, END 189 e END 183 como os mais promissores. Existe variabilidade entre clones de cajueiro para o caráter produção mensal de pedúnculo em cultivo irrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. CLONES DE CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMBRAPA 50 e EMBRAPA 51 são clones de cajueiro anão precoce desenvolvidos pela Embrapa Agroindústria Tropical e já à disposição dos produtores rurais. Comparados aos clones comerciais disponíveis no mercado, os clones destacam-se pela maior estabilidade de produção durante os cinco anos em que foram avaliados e apresentam excelente padrão de qualidade da amêndoa para exportação e dos pedúnculos para consumo ‘’in natura’’. Apresentam castanha e pedúnculo com pesos médios de 10 e de 125 gramas, respectivamente, e percentual de amêndoas inteiras após a despeliculagem superior a 80%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. CLONES DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE - PARCERIA COPAN/EMBRAPA - AGROINDÚSTRIA TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A COPAN - Companhia de Produtos Alimentícios do Nordeste em parceria com a Embrapa - Agroindústria Tropical desenvolveu e lançou quatro clones de cajueiro anão precoce: COPAN - BL 221, COPAN - BL 246, COPAN - BL 265 e COPAN- BL 295. Os novos clones lançados foram frutos da seleção de 347 matrizes escolhidas dentre 550.000 plantas dos campos de produção da COPAN, na Fazenda Belém em Icapuí (CE). Esses novos clones foram avaliados e submetidos a uma seleção para atender aos atributos agronômicos e industriais que se caracterizam como únicos no mercado mundial. Como atributos agronômicos, elegeu-se a produtividade (kg/hectare e tamanho da castanha), o porte (cajueiro anão), a precocidade e a tolerância a seca, pragas e doenças. Como atributos industriais elegeu-se aqueles que garantem altos índices de produtividade nas indústrias processadoras de castanha, tais como: o rendimento de amêndoa, a facilidade de despeliculagem e a boa resistência à abertura dos cotilédones (bandas). A produtividade mínima desses clones é de 800 kg/ha/ano, em condições de sequeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. RECOMENDAÇÃO DE CLONES DE CAJUEIRO ANÃO PARA O PLANTIO COMERCIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema mais significativo da cajucultura na região Nordeste do Brasil tem sido a baixa produtividade dos pomares, atualmente menos de 220 kg de castanha/hectare, razão pela qual é dada prioridade para a obtenção e avaliação de trinta clones de cajueiro em regime de sequeiro. Os resultados demostram que os clones com maior taxa de crescimento em altura durante os seis anos de avaliação foram CAP 01, CAP 05 e CAP 12, mostrando porte intermediário entre o cajueiro do tipo comum e anão. A altura média das plantas desses clones em 1996 foi superior em mais de 70% à média das alturas dos clones CAP 10, CAP 06 e CAP 26 se destacaram com maior envergadura, com média superior em mais de 63% a média do tamanho da copa dos clones testemunhas (4,79m), enquanto que os clones CAP 02, CAP 07, CAP 24 e CAP 25 apresentaram valores menores. A análise da produção de castanhas dos seis anos permite destacar os clones CAP 12 e CAP 18 como aqueles que se mantiveram com mais regularidade. Pela análise da produção de 1996 os clones CAP 12, CAP 18 e CAP 26 se destacaram com as produções de 1.509,9 kg, 1.281,4 kg e 1.261,7 kg por hectare, respectivamente, correspondendo ao aumento de até 175% em relação a testemunha mais produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. PLANTIOS POR SEMENTE versus PROPAGAÇÃO VEGETATIVA DO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plantio por semente de um mesmo clone é responsável por 33% de plantas de cajueiro anão precoce fora do padrão, indicando a necessidade de serem mantidas as melhores combinações heteróticas formadas pela natureza e de se buscar novas combinações híbridas em programas de melhoramento. O plantio por sementes é responsável pela redução do potencial produtivo, dificuldade de manejo do pomar, menor rendimento de colheita e menor padronização do produto. Ao contrário, o plantio de clones propagados vegetativamente mediante enxertia eleva a produtividade, facilita o manejo, confere maior eficiência na colheita e padroniza o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. PROPAGAÇÃO DE SPONDIAS (cajá, umbu e cajarana)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na propagação sexuada da cajá, umbu e cajarana os endocarpos, comumente denominados caroços, são a estruturas utilizadas como semente. A germinação de sementes dessas espécies é lenta, errática e desuniforme, devido a problemas de dormência de causas ainda desconhecidas. A Embrapa Agroindústria Tropical obteve aos 60 dias da semeadura percentagens de germinação de cerca de 90% com sementes de cajá, umbu e cajarana pré-embebidas em água. Estes resultados possibilitam o aumento da variabilidade de base genética e a utilização de enxertia em porta-enxertos de pé-franco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. PROPAGAÇÃO VEGETATIVA DE SPONDIAS (cajá, umbu e umbu-cajá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A superação de problemas de germinação da cajá, umbu e umbu-cajá propiciou a Embrapa Agroindústria Tropical iniciar as pesquisas de propagação vegetativa dessas espécies utilizando-as como porta-enxertos para clonagem, pelo método de enxertia de fenda cheia. A propagação vegetativa possibilita a obtenção de precocidade, redução no porte da planta, uniformidade de produção e qualidade do fruto. Os resultados obtidos foram de 70% de pegamento na enxertia de cajá, umbu e umbu-cajá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. CORREÇÃO DE SOLOS PARA CAJUEIRO ANÃO NO CERRADO E SEMI-ÁRIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia desenvolvida pela Embrapa Agroindústria Tropical, permitiu a análise comparativa do cultivo do cajueiro anão precoce nas regiões de cerrado e semi-árido, sem o uso de corretivo com a recomendação de pesquisa (uso de corretivo - calcário dolomítico) no ano de 1997. O uso do corretivo proporcionou um incremento (749 kg de castanha/hectare), o que corresponde a R$ 330,00 de receita bruta. O custo da tecnologia é de R$ 60,00 por hectare. Portanto, há uma receita líquida de R$ 270,00 por hectare. Estima-se o uso desta tecnologia em cerca de 8.000 hectares (cajueiro anão precoce), o que representa um impacto incremental de renda nas regiões de R$ 2.160.000,00 (R$ 270,00 X 8.000hectares). Além da maior produtividade física e melhor qualidade do produto, ainda há a vantagem comparativa de proporcionar maior renda ao produtor e expansão do cajueiro anão precoce em solos de elevada acidez e níveis elevados de alumínio tóxico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. OBTENÇÃO DE HÍBRIDOS DE CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Embrapa - Agroindústria Tropical já obteve 19 híbridos entre matrizes de cajueiro anão precoce e 19 entre cajueiro anão precoce e cajueiro do tipo comum, os quais apresentam castanha com peso entre 10g e 20g, encontrando-se em avaliação para as demais características agronômicas. Esse peso de castanha proporciona a obtenção de amêndoas de padrão de qualidade industrial exigido pelo mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. EXTRAÇÃO DA GOMA DO CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de extração da goma do cajueiro, viabilizado pela Embrapa Agroindústria Tropical, permite obter 4 kg/planta/ano. Esta produtividade, considerando a área com cajueiro no Nordeste, é suficiente para atender todas as necessidades das indústrias alimentícias, de cosméticos, farmacêutica e de vernizes do país, em substituição a importação de goma arábica. Essa matéria-prima carece ainda de desenvolvimento do processo industrial para atender a esse mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. BRS 189&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo clone de cajueiro anão precoce requereu 10 anos de pesquisa e foi desenvolvido, especialmente, para o cultivo irrigado e para o consumo de mesa (in natura). Os pesquisadores estudaram os atributos e características capazes de atrair a atenção dos consumidores. As características marcantes do BRS 189 estão na coloração avermelhada do pedúnculo, no melhor índice de doçura (Brix 13) e menor teor de taninos, que são substâncias que causam o travo na garganta. Outra característica importante é a textura da polpa do pedúnculo. Durante os testes, ela apresentou resistência superior aos clones que estão no mercado, o que pode significar uma maior vida de prateleira. Por ser irrigado, o clone demonstra potencial de produção ao longo do ano, o que possibilita a oferta da fruta de forma constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. RETIRADA DE PROPÁGULOS DO CAJUEIRO ANÃO PRECOCE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta prática agropecuária é muito importante para garantir uma boa produtividade de propágulos nos jardins clonais de cajueiro anão precoce que dão suporte aos viveiros comerciais. O estudo verificou que a retirada indiscriminada de propágulos, ao longo do tempo, degenera a planta. A ação pode provocar a paralisação do seu desenvolvimento e a conseqüente redução da produção de propágulos. Caso seja iniciada a retirada de propágulos antes de um ano de idade da planta, as conseqüencias são negativas para o seu desenvolvimento, com redução de até 25% na produção de propágulos ao longo de quatro anos. A prática agropecuária estabelece o tempo ideal para a colheita de somente após um ano de plantio, devendo ocorrer a cada 30 dias para não estressar a planta nem provocar perda de vigor no seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. TAMANHO ÓTIMO DE PARCELAS PARA PESQUISA DE CAMPO COM O CAJUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de tamanho ótimo de parcelas experimentais nas pesquisas com a cultura do cajueiro contribui para obter variância mínima da média de cada tratamento, favorecendo a detecção de diferenças significativas entre eles, quando estas de fato existirem. Favorece a diminuição do custo da pesquisa, aumentando a qualidade dos seus resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. PRODUÇÃO DE MUDAS DE GOIABEIRA EM TUBETES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obtenção de mudas de goiabeira enxertadas por garfagem no topo, em fenda cheia, produzidas em tubetes com capacidade 288cm³ fazendo uso de substrato composto por vermiculita e húmus de minhoca (1:1) ou pó da casca do coco maduro e húmus de minhoca (1:1). Porta enxertos de goiabeira produzidos em tubetes podem ser enxertados a partir de 120 dias de idade, obtendo-se a muda pronta para o plantio a partir dos 180 dias após a semeadura. A metodologia além de contribuir para a redução do tempo de formação da muda permite a diminuição do volume de substrato, de mão de obra, do custo de produção, facilitando o processo de transporte e da automação do viveiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. PRODUÇÃO DE MUDAS MICROPROPAGADAS DE ABACAXI ORNAMENTAL (ANANAS LUCIDUS MILLER)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método desenvolvido permite a clonagem e a produção de mudas de abacaxi ornamental, em grande escala (uma planta selecionada pode gerar até duzentas mudas com as mesmas características da mãe). Os abacaxis ornamentais têm importante valor comercial no mercado interno e externo de flores e plantas ornamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. SISTEMA DE PLANTIO DE SAPOTI/SAPOTA NO LITORAL CEARENSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com plantas originárias do Instituto de Pesquisa Agropecuária (PE), a Embrapa Agroindústria Tropical realizou estudo para adaptação do sapotizeiro ao litoral cearense. Os resultados mostram uma nova opção para a fruticultura irrigada do Ceará, possibilitando produção durante o ano todo. Antes, a produção se concentrava nos meses de outubro a dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-1145220450219330853?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/1145220450219330853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=1145220450219330853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1145220450219330853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/1145220450219330853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/murici-origem-norte-e-nordeste-do_20.html' title='CAJUEIRO: Origem Brasileira'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5RYQlMumJI/AAAAAAAAAhk/C_iprt0rpeo/s72-c/cajueiro.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-8921256316021405487</id><published>2008-01-20T03:54:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T04:02:32.399-08:00</updated><title type='text'>Ingá</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M3zVMul7I/AAAAAAAAAfg/nJG9D_7UdMI/s1600-h/Ing%C3%A1.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M3zVMul7I/AAAAAAAAAfg/nJG9D_7UdMI/s320/Ing%C3%A1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157527353272735666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ingá&lt;br /&gt;Classificação científica &lt;br /&gt;Reino: Plantae&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Divisão: Magnoliophyta&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Classe: Magnoliopsida&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ordem: Fabales&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Família: Fabaceae&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Subfamília: Mimosoideae&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Género: Inga&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Espécie: Diversas (ver espécies)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Ingá, da Subfamília Mimosoideae, é um fruto muito comum nas margens de rios e lagos, é muito procurado pela fauna e pelo homem por suas [sementes] envolvidas pela sarcotesta branca e adocicada. De acordo com Pio Corrêa, ingá é nome de origem indígena, - que significa "embebido, empapado, ensopado", devido talvez à consistência de sua polpa aquosa (sarcotesta) que envolve as sementes. Costuma apresentar floração mais de uma vez por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São conhecidas cerca de 300 espécies do gênero Inga, e o atual centro de diversidade do gênero é a floresta amazônica, mas o gênero possue representantes no México, Antilhas Maiores e Menores e em toda a América do Sul, sendo um gênero exclusivamente neotropiccal. Em geral, os ingás preferem nascer às margens dos rios, devido à grande quantidade de sementes levadas e depositadas nas várzeas pelas enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[editar] Descrição&lt;br /&gt;Todas as espécies de ingá produzem frutos em vagens, que podem atingir até mais 1 m de comprimento, dependendo da espécie, mas no geral, a maioria das espécies possuem frutos com até cerca de 10 - 30 cm de comprimento. As espécies são facilmente reconhecidas a nível de gênero por apresentares folhas compostas, paripinadas, raque foliar normalmente alada, nectários foliares entre cada par de folíolos e sarcotesta envolvendo as sementes. Esta última característica é única na subfamília, o que diferencia Inga dos demais gêneros. E existem várias espécies, que se diferenciam pelo tamanho do fruto, outras pelo tamanho e tipo dos nectários foliares, porém, quase sempre, se utiliza vária características morfológicas para diferenciar as espécies, tarefa que nem sempre é fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polpa que envolve as sementes, denominada em termos corretos de sarcotesta é branca, levemente fibrosa e adocicada, bastante rica em sais minerais, e é consumida ao natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingá-cipó&lt;br /&gt;Há vários táxons, como Inga vera subsp. affinis (ingá-doce), Inga laurina (ingá-feijão), Inga subnuda subsp. luschnatiana, Inga marginata, Inga edulis (ingá-cipó), Inga barbata, Inga virescens e outros.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;Ir para: navegação, pesquisa&lt;br /&gt;www.pt.wikipedia.org/wiki/Ing%C3%A1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-8921256316021405487?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/8921256316021405487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=8921256316021405487' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8921256316021405487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/8921256316021405487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/ing.html' title='Ingá'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5M3zVMul7I/AAAAAAAAAfg/nJG9D_7UdMI/s72-c/Ing%C3%A1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-118871442945523174</id><published>2008-01-20T03:28:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T03:32:33.851-08:00</updated><title type='text'>Umbuzeiro, umbú, imbú, ombuzeiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5Mw7FMul6I/AAAAAAAAAfY/mS6AbblLp-c/s1600-h/umbuzeiro.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5Mw7FMul6I/AAAAAAAAAfY/mS6AbblLp-c/s320/umbuzeiro.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157519789835327394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nomes Populares &lt;br /&gt;Umbuzeiro, umbú, imbú, ombuzeiro&lt;br /&gt;ambu, giqui, imbuzeiro, taperebá (AM). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinonímia Botânica &lt;br /&gt;Spondias cirouella Tuss., &lt;br /&gt;Spondias tuberculata L. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características Morfológicas &lt;br /&gt;Altura de 4 a 7 m, com tronco muito curto, revestido por casca lisa, de 40-60cm de diâmetro. Copa baixa com profusa remificação aparaentemente desordenada. Folhas compostas de 3-7 folíolos membranáceos. Seus sistema radicular é dotado de órgões de reserva de água, amido, etc., denominadas de "túberas aqüíferas" ou "cunangas". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorrência &lt;br /&gt;Espécie típica das caatingas do Nordeste brasileiro,&lt;br /&gt;ocorrendo desde o Ceará até o norte de Minas Gerais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madeira &lt;br /&gt;Leve, mole e fácil de trabalhar, de baixa durabilidade natural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenologia &lt;br /&gt;Floresce quase sempre um pouco antes das primeiras chuvas quando ainda sem folhas, ou no início das chuvas quando já enfolhada. Como as chuvas na caatinga não iniciam na msma época, a floração e a porudção de frutos varia de local para local. Entretanto, de maneira geral, sua época predominante de floração é durante os meses de setembro-dezembro. Os frutos amadurecem predominantemente nos meses de janeiro-fevereiro. No início do período de estiagem suas folhas mudam gradativamente a coloração verde para a vermelha antes da abscisão e queda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilidade &lt;br /&gt;A madeira é emprega em obras internas, caixotaria e pasta de papel. A árvore é muito cultivada em todos os estados nordestinos para a produção de frutos. Estes são comestíveis e muito apreciados pelas populações nordestinas, que o consomem ao natural, ou misturado com leite (imbuzada), ou sob a forma de doces diversos. São facilmente encontrados nos mercados locais e também da capital paulista. A planta produz ótima sombra para o sertanejo, bem cmo para o gado. As flores sao melíferas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.clubedasemente.org.br/umbuzeiro.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-118871442945523174?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/118871442945523174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=118871442945523174' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/118871442945523174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/118871442945523174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/umbuzeiro-umb-imb-ombuzeiro.html' title='Umbuzeiro, umbú, imbú, ombuzeiro'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5Mw7FMul6I/AAAAAAAAAfY/mS6AbblLp-c/s72-c/umbuzeiro.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8292398338974705429.post-3654805749180334146</id><published>2008-01-20T03:19:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T03:33:38.310-08:00</updated><title type='text'>Aroeira Família Anacardiaceae</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5MvF1Mul5I/AAAAAAAAAfQ/SrwGbRaknwk/s1600-h/aroeira.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5MvF1Mul5I/AAAAAAAAAfQ/SrwGbRaknwk/s320/aroeira.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157517775495665554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aroeira &lt;br /&gt;Myracroduon urundeuva Fr. All &lt;br /&gt;Família Anacardiaceae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nomes Populares &lt;br /&gt;Urundeúva, aroeira, aroeira-do-sertão(C), &lt;br /&gt;aroeira-do-campo, aroeira-da-serra, urindeúva,&lt;br /&gt;arindeúva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinonímia Botânica &lt;br /&gt;Astronium juglandifolium Griseb., &lt;br /&gt;Astronium urundeuva (Fr. All.) Engl. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características Morfológicas &lt;br /&gt;Altura de seis a catorze metros no cerrado e caatinga e &lt;br /&gt;até vinte a vinte e cinco metros em solos mais férteis &lt;br /&gt;da floresta latifoliada semidecídua, com tronco de cincoenta &lt;br /&gt;a oitenta centímetros de diâmetro. . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorrência &lt;br /&gt;Ocorre desde o Ceará até o estado do Paraná e &lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul. É mais frequente no nordeste do país, &lt;br /&gt;oeste dos estados da Bahia, Minas Gerais, &lt;br /&gt;São Paulo e sul dos estados de Mato Grosso do Sul, &lt;br /&gt;Mato Grosso e Goiás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madeira &lt;br /&gt;Madeira muito pesada (densidade 1,19 g/cm3), &lt;br /&gt;de grande resistência mecânica e praticamente imputrescível; &lt;br /&gt;alburno diferenciado do cerne e facilmente decomposto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenologia &lt;br /&gt;Floresce durante os meses de junho a julho, geralmente &lt;br /&gt;com a planta totalmente despida de sua folhagem. A maturação &lt;br /&gt;completa dos frutos inicia-se no final do mês de setembro, &lt;br /&gt;prolongando-se até outubro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilidade &lt;br /&gt;A madeira é excelente para obras externas, como postes, &lt;br /&gt;moirões, esteios, estacas, dormentes, vigas e armações &lt;br /&gt;de pontes, moendas de engenho, na construção civil, &lt;br /&gt;como caibros, vigas, tacos para assoalhos, ripas, para peças torneadas, etc.&lt;br /&gt;A árvore, pela beleza de sua copa aproximadamente piramidal &lt;br /&gt;e, por outras qualidades ornamentais, é indicada para &lt;br /&gt;arborização em geral. Seu único incoveniente &lt;br /&gt;é a perda das folhas durante o inverno e o fato de provocar &lt;br /&gt;reações alérgicas a certas pessoas sensíveis &lt;br /&gt;que entrem em contato.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.clubedasemente.org.br/aroeira.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8292398338974705429-3654805749180334146?l=adoteumaarvore.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/feeds/3654805749180334146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8292398338974705429&amp;postID=3654805749180334146' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/3654805749180334146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8292398338974705429/posts/default/3654805749180334146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adoteumaarvore.blogspot.com/2008/01/aroeira-famlia-anacardiaceae.html' title='Aroeira Família Anacardiaceae'/><author><name>www.Globaltelefon.com.br Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>adlerjoan@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03636460007607409240'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5MvF1Mul5I/AAAAAAAAAfQ/SrwGbRaknwk/s72-c/aroeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry></feed>